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Fique por dentro de 7 formas de usar drones na construção civil

Engenheiro trabalhando com drone no canteiro de obras
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A tecnologia frequentemente impacta no modo de trabalho de diversos profissionais. A prova disso é o aumento do uso de drones na construção civil. Tecnicamente, chamados de veículos aéreos não tripulados (VANTs), esses equipamentos aparecem entre as novidades para o setor e se destacam pela variedade de aplicações.

Quer saber mais sobre esse dispositivo? Então fique conosco e conheça 7 formas de usar essa tecnologia que está revolucionando o mercado da construção civil!

Principais maneiras de usar drones na construção civil

A aparência de pequena nave de brinquedo engana. Isso porque um único drone é capaz de facilitar uma série de atividades, acessando lugares remotos e fornecendo imagens aéreas de diferentes pontos, ângulos e alturas.

O equipamento é operado por controle remoto e funciona à bateria. Assim, pode ser um aliado de engenheiros e arquitetos que precisam otimizar o dia a dia na obra, reduzir custos, agilizar processos e aumentar a segurança dos trabalhadores.

Confira, a seguir, as principais aplicações dessa máquina nas construções civis!

1. Mapeamento de áreas

Essa etapa é conhecida por envolver análises longas e o uso de equipamentos caros. Em muitas situações, são empregadas medidas estimadas ou que foram obtidas por quarteirões, a fim de acelerar o estudo inicial de empreendimentos.

Com o levantamento aéreo de drones, é possível obter dados mais precisos de terrenos e áreas específicas. Isso porque o equipamento consegue visualizar tudo, de maneira rápida e precisa, sem lidar com barreiras verticais.

Embora não substituam técnicas consagradas e determinados processos manuais, os VANTs podem agilizar os mapeamentos na construção civil. Com eles, é possível calcular dimensões e definir o volume a ser aproveitado no local de análise.

2. Captação de imagens e dados

Além de permitir a visualização geral de um terreno, canteiro de obras ou construção pronta, o drone pode fornecer dados que não seriam captados a olho nu. Ao equipá-lo com sensores especiais, por exemplo, o engenheiro consegue identificar áreas que emitem ondas infravermelhas — inspeção por termografia.

Nesse caso, significa que as regiões mais quentes de um empreendimento podem ser facilmente captadas com o uso desse equipamento na construção civil. A partir dessa informação, os profissionais podem determinar quais ambientes exigem segurança reforçada, por meio da instalação de extintores, portas corta-fogo etc.

3. Acompanhamento de trabalhos

Acompanhar diferentes fases entre o início e o término de uma obra faz parte da rotina de engenheiros e arquitetos. Quanto mais detalhes obtidos em cada etapa, mais chances os profissionais têm de identificar problemas, propor melhorias e encaminhar a equipe de trabalhadores para colocar as soluções em prática.

Nessas situações, o uso de drones é benéfico porque fornece imagens variadas a partir de diferentes ângulos. Como a conexão é remota, o equipamento envia dados em tempo real para um dispositivo (tablet, computador, celular). Assim, os responsáveis já conseguem acompanhar a evolução dos trabalhos e discutir os novos rumos do projeto.

4. Inspeções completas de obras

Conferir as condições de cada elemento construtivo é um processo longo e trabalhoso. Isso porque as inspeções de estruturas geralmente exigem o uso de guindastes e de inúmeros aparatos de segurança. Como se trata de algo fundamental para prevenir problemas, é uma etapa que não pode ser negligenciada.

Os drones, nessas situações, tornam tudo mais rápido e seguro. Se forem complementados por acessórios e ferramentas de apoio, podem identificar infiltrações e problemas elétricos com antecedência. Por acessarem lugares difíceis e enviarem dados precisos, evitam a circulação excessiva de profissionais em telhados, andaimes e outros locais da obra.

5. Simulações de lançamentos

O uso desse aparelho na construção civil também pode melhorar a experiência dos clientes que investem em empreendimentos. Afinal, desde o início de um projeto, fornecem imagens que demonstram os passos tomados no planejamento e na execução.

Com o material obtido por meio de foto ou vídeo realizado por VANTs, arquitetos e engenheiros conseguem criar maquetes eletrônicas 3D e fazer simulações bastante realistas da proposta. Essas representações podem ser compartilhadas com os clientes para que saibam como ficará o projeto.

6. Monitoramento de equipes

Cuidar da segurança dos operários é fundamental para evitar acidentes. Mas nem sempre é possível garantir que os trabalhadores farão uso dos EPIs ou que determinada estrutura da construção será executada corretamente. Para evitar riscos, muitas construtoras contratam times de supervisores.

A vantagem do drone está na possibilidade de monitorar equipes inteiras sem alto custo operacional. É possível combinar dois ou mais equipamentos para verificar se os trabalhadores estão cumprindo o cronograma, além de analisar se o canteiro está seguro, limpo e organizado.

7. Geração de material publicitário

Além de facilitar a montagem de simulações, um drone também é útil na hora de produzir material publicitário para a venda de empreendimentos prontos. O equipamento gera fotos e vídeos de qualidade que substituem qualquer câmera profissional.

As imagens capturadas podem servir de base para a montagem de materiais gráficos bastante detalhados. Assim, fica fácil encantar o público com portfólios completos que contenham amostras do entorno de um novo condomínio, a visão geral de um bairro ou a vista real de uma varanda de apartamento.

Restrições de uso

Com tantas aplicações positivas, a tendência é que o uso de drones na construção civil continue crescendo. Porém, como toda atividade profissional, é preciso garantir que a operação seja segura e não cause prejuízos a terceiros.

Em todo caso, vale treinar uma equipe para utilizar o equipamento com base nas funções e responsabilidades delegadas. Também é fundamental conhecer e cumprir as regras definidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), que afirmam:

  • a operação de drones é exclusiva para maiores de idade;
  • o equipamento não pode ser mantido a uma distância menor que 30 metros horizontais de pessoas não envolvidas na operação (ou sem a autorização delas);
  • os modelos com mais de 250 g devem ser cadastrados no Sistema de Aeronaves Não Tripuladas.

O profissional que seguir as normas e preparar pessoas para operar os equipamentos desfrutará de vários benefícios: a possibilidade de minimizar riscos, de trabalhar com segurança e de aproveitar todas as aplicações dos drones na construção civil.

E você, o que achou das formas de usar essa tecnologia? Acredita que ela pode contribuir com outros processos? Comente e compartilhe a sua opinião com os leitores!

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