fbpx
O que fazer para garantir o conforto acústico em um projeto?

O que fazer para garantir o conforto acústico em um projeto?

Bem-estar, tranquilidade, aconchego. Se questionamos a um cliente quais são as sensações buscadas com a realização de uma obra em sua casa ou no ambiente de trabalho, recebemos como resposta pelo menos um desses itens. O conforto acústico é um importante aliado na obtenção dessas características, pois tem como base a garantia de um ambiente sem influência de ruídos desagradáveis aos ouvidos.

Zelar pelo conforto auditivo dos beneficiários de um projeto de obra é lei, e o texto que regulamenta os níveis adequados de ruído para cada ambiente encontra-se disponível nas NBR 10152 e 15575.

Não à toa, para garantir que os estudos sobre o conforto acústico cumpram requisitos previstos na Norma, nosso país regulamentou, desde 2011, o curso superior de Engenharia Acústica, cuja primeira turma se formou em 2014 pela Universidade Federal de Santa Maria (RS).

Com todas essas informações, podemos perceber que proporcionar boas condições acústicas ao cliente não deve ser uma tarefa subestimada. Por isso mesmo, preparamos um artigo com algumas informações importantes sobre como garantir o conforto acústico em um projeto. Continue lendo para saber mais sobre o assunto!

Como funciona o conforto acústico?

O objetivo do conforto acústico é o estudo dos níveis de ruídos que têm interferência direta ou indireta na edificação e sua tratativa, com o objetivo de oferecer ao cliente um ambiente mais harmônico e com menos poluição sonora.

A identificação das fontes de ruído pode gerar impactos que vão desde a escolha de matérias-prima até a definição da posição da edificação no terreno.

Existem formas diferentes de controlar ruídos e intervenções sonoras: atuando diretamente na fonte de ruído, criando obstáculos em seu percurso ou blindando o receptor.

Atuar na fonte de interferência sonora, por exemplo, significa trabalhar para anular essa fonte de som, substituindo-a por outra ou criando barreiras de isolação.

A relação entre isolamento e conforto

A principal diferença entre os dois tipos de trabalho acústico é a origem dos ruídos. Quando tratamos de interferência externa, vinda da rua ou dos arredores, falamos em isolamento acústico, ou o trabalho para impedir que os sons penetrem a estrutura, causando desconforto e incômodo.

O conforto acústico, por outro lado, pode abarcar o isolamento acústico como uma das soluções necessárias para a obtenção do resultado desejado, que nesse caso é a sensação de limpeza sonora no ambiente.

Por que o conforto acústico é importante em um projeto?

Muitas vezes encontramos clientes que pensam que o trabalho de conforto acústico pode ser realizado apenas no pós-obra, no momento de composição do ambiente e conforme o surgimento da necessidade. Entretanto, sabemos que, se considerado desde a etapa de projeto, o resultado é mais eficaz e econômico.

Independentemente do estabelecimento ser particular ou comercial, trabalhar o conforto acústico é essencial para a saúde e o bem-estar de seus usuários. Entre os prejuízos mais comuns causados pela interferência sonora, estão a irritabilidade e as dores de cabeça. Em situações mais extremas, a falta de planejamento pode levar até mesmo a mudanças de pressão arterial ou surdez.

Como elaborar um projeto de conforto acústico?

Quando o conforto acústico é integrado ao projeto de obras desde a sua concepção, é possível harmonizar técnicas e materiais para obter um resultado diferenciado. A seguir você confere algumas dicas que auxiliam na elaboração de um bom projeto de conforto acústico, levando em conta cada um dos aspectos necessários — desde a fase de estudos até a execução.

Identifique o tipo de ruído e trabalhe soluções específicas para ele

A primeira dica é: entenda o cenário do cliente e avalie as soluções de forma personalizada. Se estivermos falando, por exemplo, de um hotel, saberemos que o desempenho do negócio dependerá das soluções pensadas para evitar a propagação de ruídos. O mesmo acontece com escolas, onde há oscilações comprovadas no desempenho dos alunos em decorrência de um planejamento acústico mal-executado.

Nesses caso, é importante avaliar desde a necessidade de isolamento acústico do teto e das paredes — que pode ganhar intensidade de acordo com o material antirruído aplicado entre as chapas, por exemplo — até a necessidade de construção de barreiras físicas, como desníveis, colunas e portas.

Invista em materiais de boa qualidade

O mercado brasileiro já conta com uma vasta gama de materiais acústicos disponíveis. Sua principal funcionalidade é conferir isolamento e conforto aos ambientes, de acordo com a necessidade do cliente.

Mantas, painéis, esquadrias, vidros acústicos e EPS são alguns dos elementos-chave cuja aplicação pode gerar impactos positivos no projeto.

Escolher o material de construção adequado exige um estudo prévio da dimensão do espaço trabalhado e do nível desejado de isolamento de ruídos. Nesse momento, é fundamental compreender as propriedades de cada recurso, evitando que haja um efeito colateral indesejado no espaço.

Um exemplo desse tipo de particularidade é o forro de fibra mineral, que se apresenta como um excelente absorvedor acústico, mas não se sustenta como isolador, permitindo que o som atravesse para o ambiente seguinte.

Considere particularidades do ambiente no projeto

A definição do material adequado para a criação de um ambiente com conforto acústico também depende das características e das particularidades do ambiente.

Se falamos, por exemplo, de um estúdio com ambientes integrados, será necessário pensar em soluções estruturais para minimizar as interferências internas, já que cada som interfere no ambiente de forma ampla. Uma das saídas é trabalhar pisos e tubulações, evitando a propagação dos ruídos estruturais — causados pelo impacto de uso.

Para mitigar os ruídos estruturais, uma das saídas possíveis é apostar em pisos mais silenciosos, como o piso suspenso — que tem pouco contato com o contrapiso — ou o vinílico — mais macio e não produz volume de ruído com o impacto. Para evitar a propagação de sons vindo de equipamentos hidrossanitários, como tubulações de esgoto, uma das saídas é estabilizar a tubulação usando braçadeiras resistentes e isolar o som com mantas de lã mineral.

Busque parceiros que entendam do assunto

Um bom trabalho em equipe é feito quando todos os participantes do projeto têm amplo conhecimento de causa. Por isso, uma dica de ouro para executar um bom projeto de conforto acústico é contar com profissionais especializados na área.

Procure fornecedores para construção civil que trabalhem com os materiais necessários há algum tempo e que tenham clientes de grande porte com projetos bem executados. Essa é uma das formas de atestar a credibilidade da empresa e garantir tranquilidade na execução das etapas do plano.

Garantir o conforto acústico em um projeto exige muita preparação prévia e estudos consistentes sobre as inúmeras possibilidades oferecidas no mercado.

Agora que você já tem em mãos um guia com as principais dicas de como preparar um bom projeto de conforto acústico, que tal assinar nossa newsletter para ficar por dentro de outras temáticas sobre o mundo da construção civil?

Como fazer um planejamento de obras eficiente em 6 passos

Como fazer um planejamento de obras eficiente em 6 passos

O planejamento de obras é uma das etapas mais importantes de uma construção, sendo considerado fundamental para o sucesso de um empreendimento. A maioria dos profissionais da construção civil tem ciência dessa importância, mas poucos lhe dão a devida atenção.

Não é raro encontrarmos obras atrasadas, orçamentos estourados e outros problemas oriundos do não planejamento das atividades, principalmente em obras públicas. No Brasil, apenas 20% do tempo total da obra é destinado ao planejamento. Nosso costume é planejar até certo ponto e, depois, improvisar na medida em que o projeto vai se desenvolvendo.

É importante ressaltar que o planejamento de obras é fundamental para garantir o sucesso da etapa de análise de riscos, identificando as principais ameaças e oportunidades em um projeto. Além disso, os profissionais terão uma visão real da obra, o que ajuda na tomada de decisão e deixa mais fácil a delegação de tarefas e a atribuição de responsabilidades.

Interessou-se pelo assunto? Então, continue a leitura deste artigo e veja como fazer um planejamento de obras eficiente em 6 passos!

Por que vale a pena investir em planejamento de obras?

Cada dia mais, o mercado exige das empresas de construção civil abordagens atualizadas e eficientes no controle e mapeamento das obras. Trabalhar com um planejamento de obras contribui para o alcance dessas metas, demonstrando capacidade técnica, organização e gestão consciente de tempo e recursos.

Além disso, trabalhar de maneira sistematizada com um planejamento de obras também traz alguns benefícios que vão além das etapas iniciais. Conheça alguns deles a seguir:

  • otimiza o andamento do projeto: ter cada uma das etapas desenhadas com antecedência, em primeiro lugar, permite um melhor estudo de tecnologias e metodologias aplicáveis ao serviço prestado. Além disso, cada etapa prevista pode ser viabilizada com mais eficiência e conhecimento de causa;
  • aumenta a produtividade da equipe: com um bom planejamento de obras, a gestão do tempo e dos cronogramas da equipe é feita de forma otimizada. Com todos os dados referentes às etapas de construção previamente planejados, é possível obter um cálculo de mão de obra apurado, trabalhando apenas com a quantidade necessária de pessoas na equipe e potencializando os resultados do trabalho com maior produtividade;
  • reduz gastos e desperdícios: é claro que imprevistos acontecem, mas trabalhar com um planejamento que abarca a antecipação de potenciais gastos é uma forma muito eficiente de poupar. Além disso, ter segmentadas as etapas de um projeto possibilita uma melhor gestão de recursos e matérias-primas, reduzindo o desperdício de materiais;
  • promove a satisfação dos clientes: todo cliente sonha com uma equipe de engenharia capaz de fazer fluir um projeto. Com um bom planejamento de obras, isso é possível! Se executado de forma correta, o plano minimiza atrasos nas entregas das etapas e demonstrará que a equipe opera de forma coerente e produtiva.

Como fazer um planejamento de obras eficiente?

1. Realize um estudo de viabilidade

A primeira etapa é o estudo de viabilidade, que é responsável por verificar se a empresa terá recursos financeiros suficientes para arcar com os custos operacionais do empreendimento.

Em caso positivo, será preciso avaliar os benefícios que o projeto trará para a companhia, ou seja, qual o lucro do empreendimento e em quanto tempo haverá o retorno sobre o investimento.

A melhor maneira de realizar um estudo de viabilidade se dá por meio de uma análise criteriosa dos custos do projeto a ser implantado, do fluxo de caixa da empresa nesse momento e da situação econômica do mercado. Se todas as opções forem favoráveis, a chance de sucesso do empreendimento é grande.

Obviamente, quanto mais informações se tiver sobre o empreendimento, mais completa e fidedigna será a análise de viabilidade. Sendo assim, procure analisar os projetos, as memórias descritivas e todos os documentos da construção. Veja, a seguir, algumas informações que devem ser consideradas na etapa de avaliação:

  • custos com projetos (arquitetônico, estrutural, instalações);
  • lista de equipamentos e ferramentas que serão comprados e utilizados;
  • custos de cada uma das etapas (fundação, alvenaria, instalações elétricas e hidráulicas, acabamentos, entre outros);
  • custos de contratação de mão de obra ou de terceirização dos serviços;
  • custos com regularização e licenciamento;
  • cronograma de obra;
  • BDI (Benefícios e Despesas Indiretas);
  • ROI (Retorno sobre o Investimento).

2. Estabeleça um orçamento

A etapa do orçamento é considerada a mais importante de um planejamento de obras. O cálculo da estimativa de custo do empreendimento pode ser realizado por meio de planilhas de Excel ou com o uso de softwares especializados.

Independentemente do meio escolhido, é preciso prestar muita atenção a cada uma das atividades. Um erro de cálculo ou um orçamento incompleto podem gerar prejuízos incalculáveis para uma empresa.

Para um orçamento completo, deve-se levar em consideração, entre outras coisas, a qualidade dos materiais a serem utilizados, principalmente na fase de acabamento. Um prédio de alto luxo tem itens extremamente mais caros que um construído para as classes C e D.

A mão de obra também deve ser levada em consideração, pensando no prazo estipulado para a construção e, assim, definindo a quantidade de profissionais a serem alocados em cada função.

3. Crie um cronograma

Agora que você já verificou a viabilidade da construção do empreendimento e estabeleceu um orçamento completo, deve dar início ao planejamento de cada uma das tarefas para a execução do empreendimento.

O cronograma nada mais é do que um passo a passo da obra, contendo todas as atividades a serem realizadas, os recursos necessários e o tempo para executá-las.

Um cronograma ideal é capaz de mostrar por onde se deve começar cada uma das etapas, além da ordem de execução e conclusão dos serviços. Não podemos nos esquecer da simultaneidade de atividades, que são tarefas que podem ser executadas em conjunto, de modo que uma não interfira na outra.

Dessa maneira, torna-se viável identificar pontos que merecem maior atenção e serviços que exigem um cuidado maior e/ou necessitam de profissionais qualificados e especializados, facilitando, até mesmo, o preenchimento do diário de obras durante a execução do projeto.

O padrão utilizado na maioria das obras é a escolha de um cronograma físico-financeiro, que alia a execução das etapas da obra com o custo de cada uma delas. Esse documento é essencial para mostrar aos executores o custo mensal, melhorando o controle do fluxo de caixa e a previsibilidade de gastos do empreendimento.

4. Faça a regularização

Outra atividade pertencente ao planejamento de obras é a regularização do empreendimento. Como já era de se esperar, o processo é burocrático e, se não for feito com antecedência, pode atrasar o início das atividades, gerando custos extras.

Uma obra regularizada é importante para que a empresa executora esteja dentro da lei, evitando multas e notificações. Para tanto, verifique o que é exigido no canteiro de obras, como placa indicativa do RT (Responsável Técnico), espaço adequado para almoxarifado, cercamento com tapume, entre outros.

É fundamental prestar atenção a alguns pontos. Veja:

  • matrícula do imóvel;
  • projeto arquitetônico;
  • alvará de construção;
  • ART (Anotação de Responsabilidade Técnica);
  • CND (Certidão Negativa de Débito);
  • AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros);
  • Habite-se;
  • registro do imóvel.

5. Ajuste os prazos

O andamento das atividades exige que o profissional responsável pela execução ajuste os prazos. Obviamente, um bom planejamento de obras não exigirá muitas revisões.

Entretanto, imprevistos podem acontecer, e, quando se perceber que o estipulado está longe do real, é preciso fazer reformulações e adaptações. Ajustar os prazos é essencial para a criação de um planejamento mais eficaz e preciso. Uma boa dica para auxiliar na análise dos cronogramas e realizar ajustes necessários é utilizar um aplicativo de gestão de projetos.

6. Preste atenção ao acabamento

O acabamento também deve ser considerado no planejamento de obras — e não estamos falando apenas das atividades finais de execução do empreendimento, mas de toda a papelada necessária para o licenciamento e a entrega do imóvel.

Assim, é preciso verificar os alvarás sanitários, o Habite-se e outros documentos. A vistoria e a entrega do imóvel para o cliente também devem ser planejadas, marcando data e horário certos.

É válido destacar que a entrega das chaves é um momento especial para os futuros moradores. Então, planeje essa etapa com muito cuidado, garantindo que tudo esteja em ordem e que o cliente se sinta o mais privilegiado possível.

Não se esqueça de repassar o Manual do Proprietário de Imóveis, documento essencial para que os usuários da nova edificação possam saber como conservar e cuidar do bem adquirido.

Como você pôde perceber ao longo deste artigo, a etapa de planejamento de obras é essencial para o sucesso de um empreendimento. Essa é a única maneira de garantir que a execução de uma construção ocorra sem nenhum tipo de improviso, do primeiro dia ao último. Afinal, o planejamento é responsável por manter os imprevistos e o caos de obras sob controle. Pense nisso!

Por onde começar a fazer um bom planejamento de obras?

Sabemos que o planejamento de obras é construído a muitas mãos pelos responsáveis pelas etapas de viabilização de um projeto, mas há algo que permeia cada uma dessas etapas e que influencia profundamente nos resultados obtidos: bons fornecedores e parceiros.

O primeiro passo para começar a fazer um bom plano é buscar, no mercado, profissionais especializados, atualizados e tecnicamente capazes de atender às demandas planejadas (e não planejadas) com agilidade e prontidão.

Pesquise no mercado quais são as empresas tradicionais, com cases de sucesso comprovados, equipe disponível e materiais de alta confiabilidade. Dessa forma, seu planejamento de obras estará consistente e pronto para ser posto em prática.

E aí, gostou do nosso artigo? O que achou das informações que destacamos sobre o planejamento de obras? Para continuar se aprofundando em aspectos essenciais da construção civil, sugerimos a leitura do nosso conteúdo sobre estruturas para telhado em aço ou madeira. Nele, você se inteirará sobre as vantagens, diferenciais competitivos e principais atribuições de cada uma.

O que é telha termoacústica e por que ela é um bom investimento?

O que é telha termoacústica e por que ela é um bom investimento?

O cenário econômico do Brasil indica mudanças positivas para o segmento de construção civil. Indicadores do IBGE apontaram que, entre os meses de janeiro e agosto deste ano, o setor cresceu 2% em relação ao mesmo período do ano passado.

Isso significa que, mais do que nunca, é hora de investir em novas tecnologias, proporcionando aos clientes um trabalho executado com excelência e valor agregado na matéria-prima.

Entender o que é telha termoacústica pode ser fundamental para quem tem esse objetivo. O material pode agregar bastante ao empreendimento que está sendo projetado, garantindo mais conforto térmico e acústico para aqueles que utilizarão o espaço.

Se você tem interesse no assunto e quer se manter por dentro das tendências do mercado da construção, não deixe de conferir este artigo. Continuando a leitura, você descobre o que é telha termoacústica e por que essa é uma inovação da construção civil capaz de revolucionar o mercado.

O que é telha termoacústica?

Telhas termoacústicas são aquelas que, além de servirem como cobertura, também têm como função o isolamento da temperatura (termo) e do som (acústica). Também conhecidas como telhas sanduíche, por serem estruturadas por duas placas metálicas de aço galvanizado (ou galvalume) encostadas uma à outra e recheadas, tal qual um sanduíche, por um material isolante.

Em geral, esse material é gerado a partir de EPS (poliestireno, o famoso isopor) ou PUR (poliuretano), mas pode ser, também, lã de rocha ou de vidro.

Quer saber a diferença entre o uso dos dois primeiros materiais em telhas termoacústicas? Confira nosso comparativo logo abaixo!

Quais as diferenças entre os isolantes poliestireno e poliuretano?

  • Poliestireno: por ter uma alta capacidade de conduzir calor (o chamado Fator K), o poliestireno conserva por mais tempo as temperaturas internas. Além disso, tolera temperaturas mais altas do que o poliuretano.
  • Poliuretano: tem maior resistência à corrosão, sendo, portanto, mais indicado para locais de armazenamento de produtos químicos.

Para gerar o efeito isolante desejado, a espessura das chapas deve ser de, no mínimo, 30mm, mas a medida pode variar conforme a necessidade do cliente.

Como é feita a aplicação dos revestimentos?

A aplicação dos revestimentos das telhas pode ser feita de duas formas: pela colagem do material isolante, como é o caso do isopor nas telhas de EPS; ou, no caso das de PIR e PUR, é possível fazer a união das placas por meio da injeção contínua do produto que será usado entre elas.

Por que usar telha termoacústica?

Agora que já explicamos o que é telha termoacústica, vamos falar um pouco das razões pelas quais essa opção deve ser considerada em seus próximos projetos.

Embora seu uso seja muito comum em coberturas de galpões, as telhas sanduíche vêm sendo também adotadas em projetos domésticos — tanto para as residências simples quanto para as mais sofisticadas. Isso, porque o uso do material, além de ser benéfico para a natureza, traz economia ao eliminar a necessidade de construir lajes, bastando um forro de gesso para dar acabamento interno ao imóvel.

Além disso, hoje em dia, os estreitamentos de obras não exigem alvenaria de cerâmica para isolar o ambiente. Para isso, basta uma telha termoacústica aplicada na vertical, dando ao espaço todas as vantagens que o material pode oferecer. Caso a intenção não seja deixar as placas à mostra, é possível usar steel frame ou dry-wall, por exemplo, como estratégias de revestimento, garantindo um acabamento melhor ao cômodo.

Essa técnica, além de rápida, é bastante econômica, pois reduz a quantidade de mão de obra necessária para executar o projeto, uma vez que não se precisará de pedreiros para fazer o corte das paredes, assentar os blocos, rebocar ou realizar outros trabalhos do gênero.

Além de gerar redução de custos, as telhas termoacústicas são uma alternativa sustentável para o segmento de coberturas, em razão da economia de energia gerada, possibilidade de reciclagem do material e uso de resíduos pouco nocivos ao meio ambiente em sua produção.

Um outro diferencial das telhas termoacústicas é a aparência. Com a popularidade do famoso estilo industrial, essas peças passaram a ser incorporadas aos projetos como forma de agregar valor estético ao imóvel — além, é claro, das vantagens que citaremos logo a seguir.

Quais são as principais vantagens da telha termoacústica?

As termoacústicas não são as telhas favoritas dos engenheiros à toa. Na verdade, elas garantem tantas vantagens para quem opta por usá-las, que nós apostamos que, após ler este artigo, você também estará convencido de implantá-las nos seus projetos!

Quer saber quais são esses benefícios? Então, veja a nossa lista a seguir:

  • proporcionam um custo-benefício melhor do que os demais modelos;
  • geram economia na estrutura metálica;
  • têm excelente vedação e acabamento;
  • não absorvem água, evitando o surgimento de mofos;
  • alguns revestimentos térmicos são retardantes de chamas (autoextinguíveis), e alguns modelos podem, até mesmo, ser resistentes ao fogo;
  • reduzem significativamente os ruídos externos;
  • alguns modelos são bem leves;
  • apresentam grande resistência contra o ataque de animais roedores, insetos e fungos;
  • têm grande durabilidade em regiões com maresia, sendo resistentes à corrosão;
  • garantem mais economia em ar-condicionado e demais equipamentos de refrigeração;
  • garantem grande economia de energia elétrica;
  • são fáceis de ser instaladas;
  • além da função de cobertura, podem ser utilizadas em fechamentos laterais;
  • não quebram com facilidade;
  • são feitas sob medida;
  • são um produto sustentável;
  • têm montagem fácil, rápida e limpa.

Qual é o custo-benefício das telhas termoacústicas?

Como mencionamos acima, uma das grandes vantagens do uso das telhas termoacústicas é o seu custo-benefício.

Esse tipo de telha se destaca por ter a resistência como uma de suas características principais. Por aguentar naturalmente exposição a diversos materiais, sua vida útil costuma ser muito mais extensa do que a das telhas convencionais.

Além de sentir a economia no bolso devido à resistência e à redução de gastos com equipamentos de refrigeração, é possível aumentar o vão entre os apoios da estrutura para telhado, dependendo da espessura das telhas. Espaços com distâncias de 1 metro podem se tornar maiores conforme o modelo e largura da peça escolhida. Essa também é uma forma de reaproveitar a estrutura, evitando gastos e preservando a utilidade do material.

O que levar em conta na instalação das telhas?

Antes de mais nada, é importante mencionar que, para que uma edificação receba corretamente a aplicação das telhas sanduíche, sua instalação precisa estar prevista desde o projeto. Isso faz com que as condições para o assentamento do revestimento estejam ideais.

Além disso, também é fundamental preservar o encaixe das telhas, valorizando suas ondulações e garantindo que as emendas não fiquem expostas, o que poderia ocasionar um deslocamento.

Como é feito o processo de manutenção?

Como todo e qualquer material que esteja exposto às ações da natureza e do homem, as telhas termoacústicas também precisam de manutenção e conservação. Separamos algumas dicas que podem ajudar a manter a conservação e durabilidade do material:

  • é muito importante estar atento à existência de materiais que possam impedir que a água da chuva escoe, pois, quando retida, pode causar pontos de corrosão na peça, mesmo ela sendo bastante resistente;
  • para garantir bom funcionamento e boa apresentação estética, é importante manter a peça limpa. Para isso, basta utilizar máquinas de pressão e sabão neutro;
  • com a exposição constante a intempéries, a peça colorida pode sofrer descoloração, assim como os carros que ficam estacionados com frequência em ambientes desprotegidos do sol e da chuva. Nesse caso, é possível pintar a telha, sempre consultando e seguindo as recomendações do fabricante.

​Além disso, é preciso ter cuidado com instalações feitas no telhado, como antenas e caixas d’água. Para evitar danos ao material, conte sempre com o auxílio de profissionais experientes e especializados.

Como investir em telha termoacústica?

Se você está convencido de que investir em telhas termoacústicas é uma boa solução para o seu negócio, lembre-se de que é muito importante escolher os melhores parceiros. Um resultado ruim em um trabalho terceirizado no segmento da construção civil pode impactar o andamento de toda a obra.

Para evitar que isso aconteça com você, fique atento a algumas dicas para escolher o fornecedor ideal:

  • estude a reputação e a história dos fornecedores: muitas vezes, o preço é o fator de maior destaque numa negociação, mas não se deixe levar apenas por esse aspecto. Conhecer a história da empresa, seus cases de sucesso e alguns dos trabalhos executados ajuda a entender se o potencial parceiro é, de fato, uma autoridade no segmento;
  • busque indicações com quem já trabalhou com a empresa: nada melhor do que ouvir antigos clientes para atestar a qualidade de um fornecedor. Entre em contato com alguns deles e faça perguntas-chave para determinar sua escolha;
  • conheça as certificações e especializações da equipe de atendimento: perceber os pontos fortes da equipe que poderá lhe prestar o serviço contribui para o aumento da credibilidade e confiança gerados pela empresa;
  • procure saber sobre a procedência dos materiais utilizados: saber se o material utilizado pelo fornecedor é de qualidade pode evitar prejuízos futuros na obra. Certifique-se de que os produtos estão de acordo com as normas e técnicas do segmento e faça um bom negócio!

Saber o que é telha termoacústica e como incorporá-la a seus projetos, com certeza, agregará um imenso valor às obras entregues. Lembre-se de seguir as dicas dadas neste artigo para aproveitar ao máximo as funcionalidades do material.

Agora chegou a hora de decidir se é o momento de adotar o item em seus projetos. Caso queira o apoio de uma empresa com tradição e experiência no segmento de construção civil, entre em contato conosco para que possamos estudar as melhores opções para o seu empreendimento!

7 vantagens de fazer um MBA em Engenharia de Custos

7 vantagens de fazer um MBA em Engenharia de Custos

Em toda área de formação, aprofundar seus conhecimentos é fundamental para progredir na carreira. Isso é especialmente verdadeiro na engenharia, que é uma área com diversos níveis de especialização e variedade de conhecimento. Se você busca alguma forma de avançar nos seus conhecimentos, um bom caminho é justamente a pós-graduação. O MBA em Engenharia de Custos, por exemplo, é uma ótima opção.

Como o nome já deixa a entender, a Engenharia de Custos é uma área de especialização da engenharia na qual o profissional fica altamente capacitado para avaliar despesas e planejar orçamentos para obras. Se você precisa buscar uma pós-graduação e não sabe bem por onde começar, essa é uma boa opção a ser explorada.

Quer descobrir mais antes de tomar sua decisão? Então, acompanhe este post e veja as principais vantagens de fazer o MBA em Engenharia de Custos!

1. Mais precisão e eficiência na gestão de gastos

Pela sua própria natureza, a especialização em Engenharia de Custos é a melhor maneira de ampliar a sua capacidade de administrar despesas diretas e indiretas dentro de um projeto. Isso permite que você faça estimativas mais precisas e entregue relatórios de custos mais úteis para os demais setores, garantindo que a quantidade de erros será a menor possível.

Além disso, também é possível fazer essas avaliações com muito mais eficiência, ou seja, minimizando o gasto de recursos e tempo envolvido nessa avaliação. Pode parecer algo banal, mas ser capaz de entregar esses resultados em um prazo mais curto faz toda a diferença na tomada de decisões de diversas pessoas.

2. Aumento na qualidade de entrega da obra

Uma boa avaliação de custos e o planejamento de orçamento afetam muito mais do que a rentabilidade do projeto: a qualidade do produto para o cliente final. No decorrer da obra, é possível que certos erros na avaliação de custos acabem gerando problemas em sua execução, como a perda de alguns prazos e pequenos retrabalhos.

Evitar esses problemas é muito importante para garantir a qualidade do imóvel quando ele for entregue, seja depois de uma reforma, seja uma construção feita do zero. Não ter conflitos de custos, problemas com orçamento e uma lista de compras bem atualizada vai evitar bastante dor de cabeça e melhorar suas chances de entregar uma obra com mais qualidade.

3. Área de especialização com alto valor no mercado

Um fator bem importante na hora de definir qualquer formação ou buscar um curso é justamente o resultado esperado. Alguns fazem cursos depois de estabelecer uma vida profissional, enquanto outros querem usar essa oportunidade para melhorar seu posicionamento no mercado de trabalho. Se você faz parte do segundo grupo, esse é um ótimo caminho.

A Engenharia de Custos é muito valorizada em diversas organizações, pois contribui com a entrega adequada de projetos complexos, otimiza a realização de tarefas e aumenta a rentabilidade de todos os outros aspectos do trabalho. Muitos negócios oferecem oportunidades de trabalho bem remuneradas para quem tem essa especialização — uma ótima oportunidade para elevar a sua carreira.

4. Facilidade de gestão de obras

Um profissional com MBA em Engenharia de Custos faz muito pela equipe de construção. Com uma análise mais precisa de todos os custos da obra, os demais gestores podem ter um diário de obras mais relevante e tomar decisões mais acertadas em relação à alocação de recursos, viabilidade do serviço e possíveis planos de emergência, caso seja necessário cortar alguma despesa de forma repentina.

Com o preparo adequado e algum auxílio, é bem mais fácil gerir a obra, desde o seu planejamento até o momento da entrega. Isso aumenta consideravelmente seu valor dentro do negócio, além de ser uma forma bem eficaz de contribuir com o serviço prestado para o cliente final.

5. Mais oportunidades de networking

A pós-graduação não serve apenas para adquirir mais conhecimento, apesar de esse ser um dos focos principais. Na verdade, ela também gera várias oportunidades para encontrar mais pessoas que atuam na sua área, fazendo seu nome ser conhecido em outros locais e dando uma rede maior de contatos com a qual você pode trabalhar.

Ter um bom networking é muito importante no trabalho de qualquer engenheiro, especialmente se você atua em projetos diversificados, de acordo com a demanda. Ter pessoas que conhecem o seu nome e entendem suas especializações aumenta bastante suas chances de ser chamado para algum projeto importante e de conseguir novos trabalhos.

6. Base de conhecimento diversificada

Ser um engenheiro especializado é fundamental para o seu melhor desempenho profissional, mas é importante não se prender a apenas uma área. Os espaços de trabalho hoje em dia são cada vez mais voltados para uma atuação multidisciplinar, com diversas áreas de conhecimento atuando em conjunto. Da mesma forma, você deve adotar essa diversidade de conhecimento no seu dia a dia.

Com o MBA em Engenharia de Custos, você estará ampliando suas possíveis áreas de conhecimento, o que contribui não só com suas chances de contratação em um projeto, mas melhora o desempenho dentro de cada um dos seus trabalhos — ótimo para construir sua reputação e carreira.

7. Mais destaque na carreira

Como você já deve ter notado, ter mais formações no seu currículo é sempre um ponto positivo para muitos contratantes, especialmente se essas áreas são correlacionadas entre si ou complementares de alguma forma. A Engenharia de Custos naturalmente pode contribuir bastante com a atuação daqueles que já são formados em engenharia.

Ao adicionar essa formação, você abre várias novas oportunidades para melhorar o seu desempenho e ganhar destaque profissional. Com mais reconhecimento dentro do mercado, novas portas vão se abrir, especialmente para projetos de alto valor e para realizar negócios com outras empresas. Com o tempo, isso vai facilitar a aquisição de trabalhos e aumentar o peso das suas considerações em um projeto.

Com todos esses benefícios em mente, é fácil concluir por que vale a pena fazer um MBA em Engenharia de Custos. Se você se empenhar, essa formação vai contribuir muito com a sua carreira e seus serviços.

Se quiser continuar se informando sobre engenharia e assuntos relacionados, siga as nossas páginas no Facebook, Instagram e YouTube para receber nossas novidades em primeira mão!

Conheça os desafios de implantar a metodologia BIM nas construtoras

Conheça os desafios de implantar a metodologia BIM nas construtoras

A engenharia civil é um dos setores que mais têm se beneficiado com as novas tecnologias ao longo do tempo — tanto no canteiro quanto durante o planejamento da obra. Um bom exemplo disso é a metodologia BIM, um dos melhores recursos para quem busca um processo de construção mais eficiente.

BIM é uma abreviação de “Building Information Model”, o que pode ser traduzido como “Modelagem/Modelo de Informação da Construção”. Trata-se de um modelo aprofundado e digital de um prédio, incluindo uma planta em 3D e informações detalhadas sobre cada material, equipamento e peça usada. Isso inclui o nome do item, seu número de série, quantidade e localização específica.

Apesar de suas vantagens, muitas empresas de engenharia civil ainda resistem a adotar o BIM como sua principal metodologia de construção, pois ele apresenta alguns desafios. Porém, se você os conhecer e se preparar de acordo, não será tão difícil lidar com essas situações. Quer entender melhor? Então, veja como aplicar essa metodologia em sua empresa!

Principais benefícios da metodologia BIM

Como já mencionamos, o BIM traz diversas vantagens para a execução de suas obras. Vamos esclarecer algumas delas.

Processo de construção mais eficientes

A falta de informação tende a prejudicar bastante a execução de qualquer projeto. Mesmo depois de finalizar o planejamento, ainda é necessário ter referências claras para sua condução de forma eficiente.

Por meio dessa tecnologia, você pode acompanhar de perto todos os detalhes do imóvel. O modelo 3D do BIM oferece muito mais informação relevante para a equipe de construção, o que permite um planejamento estratégico mais eficiente.

Otimização de custos

Durante a obra, é comum que a equipe acabe gastando um pouco mais ou um pouco menos de material do que o esperado. Porém, o problema não costuma estar no uso desses itens, mas no momento da preparação e planejamento de estoque.

Com um sistema BIM, você pode avaliar com mais precisão todo o custo com material, evitando excessos — que seriam jogados fora posteriormente —, assim como faltas — que teriam que ser supridas durante a obra.

Menor índice de retrabalho

Se algo é feito de maneira incorreta ou alguma parte da planta não é bem interpretada durante a construção, você vai passar por um período de retrabalho, o que atrasa a entrega. Ao contar com a metodologia BIM, há um aumento na precisão e clareza das informações, o que diminui as chances de retrabalho. Naturalmente, isso também afeta o tempo de entrega e a eficiência dos seus custos.

Tempo de entrega mais preciso

Falando em tempo de entrega, se uma obra passa por qualquer imprevisto, a data de finalização também precisa ser adiada. Isso não é nada inesperado, mas ainda é importante que a conclusão do projeto seja tão próxima quanto possível da data inicialmente prevista.

Ter uma ferramenta de planejamento mais eficaz faz toda a diferença aqui. Com a ajuda do BIM, você tem menos chances de passar por algum imprevisto, o que facilita a entrega do projeto dentro do determinado. Se houver algum atraso, este tende a ser um desvio de menos de 10% em relação ao original.

Principais desafios para implantar a metodologia BIM na sua construtora

Mesmo com os benefícios em mente, essa metodologia ainda traz alguns desafios durante sua implantação. Se você quiser se adaptar a ela, precisa ter essas dificuldades em mente e se preparar de acordo. Veja alguns exemplos.

Capacitação da equipe

Por ser parte de uma grande atualização tecnológica, o BIM também exige que toda a sua equipe de obra aprenda a lidar com as novas ferramentas, especialmente se ainda estiver muito acostumada com as plantas 2D tradicionais.

Antes de oficializar a transição para a nova metodologia, você precisa treinar seu time. Vale a pena deixar algumas equipes fora de novos projetos, para que façam um curso de capacitação por um tempo. Isso lhe dará bem mais retorno no médio e longo prazo.

Infraestrutura tecnológica

Naturalmente, a metodologia BIM também exige bem mais tecnologia da sua parte, como computadores, servidores e aparelhos móveis capazes de acompanhar todo o projeto com mais facilidade. Sendo assim, você precisa investir em toda essa infraestrutura antes de poder implementar a metodologia de forma eficaz.

Como na maioria das mudanças corporativas, esse investimento é parte de um processo. Você precisa planejar bem essa infraestrutura para que ela seja escalável ao longo do tempo e dê conta do aumento das demandas internas. Buscar ajuda profissional aqui é fundamental.

Mudança da cultura organizacional

Além da capacitação técnica, você também precisa preparar sua equipe para que aceite essa nova ferramenta. Pode parecer algo banal, mas boa parte das falhas em implantar tecnologia em qualquer processo é resultado da não adaptação da cultura organizacional à nova realidade.

A forma como você promove a mudança dessa cultura pode variar bastante, indo desde ações sutis no dia a dia até palestras e memorandos. Em todo caso, seu objetivo é fazer com que os profissionais adotem por completo essas novas ferramentas em suas rotinas de trabalho e gerem melhores resultados.

Atendimento das normas de construção

Por fim, mas não menos importante, é importante lembrar que, independentemente de qualquer outra mudança, as normas de segurança e qualidade para as construções ainda precisam ser respeitadas. De forma geral, o BIM contribui para isso, pois aumenta o controle dos engenheiros sobre o projeto, mas é necessário estender esse controle à equipe que executa tudo no canteiro de obra.

Isso é parcialmente coberto pela capacitação do time, mas sua empresa ainda precisará se adaptar para garantir o melhor desempenho nesse quesito. Afinal, as normas podem mudar com o tempo, e você precisará levar esses fatores em conta durante a elaboração e construção da obra.

Com todas essas informações, você já pode se planejar para adotar a metodologia BIM em seu negócio. Implantar essa tecnologia é cada vez mais importante para as empresas de engenharia, tanto para melhorar a qualidade do serviço quando para aumentar sua rentabilidade.

Falando em tecnologia, há também bons motivos para investir em aparelhos móveis na gestão de obras. Veja nosso artigo explicando as razões para usar um aplicativo de gestão de projetos em sua obra e entenda mais agora mesmo!