Como escolher o melhor tipo de telha para cada cobertura? Descubra!

Como escolher o melhor tipo de telha para cada cobertura? Descubra!

Antes de iniciarmos uma obra, devemos pensar em cada detalhe, evitando deixar definições importantes para a última hora. Escolher o melhor tipo de telha para a construção é um ponto fundamental.

Normalmente, consideramos só a praticidade para execução da cobertura, mas já existem avanços tecnológicos nesse mercado, possibilitando a utilização de telhas leves e resistentes, que servem a vãos cada vez maiores.

Levar as telhas em consideração ainda na fase do projeto será de grande valia para o empreendimento. Definir qual tipo será utilizado, como será a sua montagem e o seu objetivo principal, resultará em redução de custos — um benefício indispensável hoje em dia.

Mas você sabe escolher o melhor tipo de telha para cada cobertura? Continue a leitura deste artigo e descubra!

Quais tipos de telhas você conhece?

As telhas metálicas (telhas de aço galvanizado, zincado, inoxidável e telhas com  aço-carbono revestido com uma liga de  alumínio, chamadas de galvalume) são utilizadas no Brasil desde a década de 1950. Esse tipo de material é mais encontrado em galpões, praças de esporte e grandes edifícios.

As principais vantagens do seu uso são:

  • durabilidade;
  • alta qualidade;
  • produção industrializada;
  • precisão e dimensões milimétricas;
  • menor peso;
  • rapidez na montagem;
  • redução de custos.

Quando comparamos as telhas metálicas com as de barro, a diferença  é grande. Geralmente as telhas de barro  exigem uma inclinação mínima de 40%, o que significa a necessidade de 4 metros a mais em uma cobertura de 10 metros, por exemplo. A telha metálica, por sua vez, aceita inclinações entre 2% e 15%.

Tipos de telha metálica

Como destacado, existem alguns tipos de telhas metálicas disponíveis no mercado. As opções mais vantajosas dependem do tamanho do vão e de sua respectiva inclinação.

Suponha que você tenha um vão de 20 metros de cada lado (ou seja, 40 metros de vão). Nesse caso, a telha mais indicada é a Telha Metálica Trapezoidal RT 100/952, que pede uma inclinação de 5%. Contudo, se você precisa reduzir ainda mais a inclinação e, até mesmo, o número de apoios, a telha Trapezoidal RT 260/260 é capaz de cobrir um vão livre de até 13 metros sem nenhum apoio.

Já ouviu falar das telha termoacústica?

telha termoacústica, também conhecida como telha sanduíche, têm a capacidade de isolar a temperatura e o som em um ambiente. A praticidade na instalação foi uma das principais responsáveis pela popularização do uso desse tipo de telha.

O isolamento térmico e acústico é garantido pelo uso do poliuretano rígido ou isopor. As telhas são compostas de duas chapas metálicas, de aço galvanizado ou galvalume, e entre elas posiciona-se o material termoacústico. Assim, a formação final se dá por telha metálica + isolante + telha metálica — daí o nome de “sanduíche”.

O material utilizado como isolante deve ter espessura de acordo com a necessidade e o grau de isolamento desejados no projeto, entretanto a espessura mais usual é de 30 mm.

Pode-se dizer que o controle térmico garantido pela telha termoacústica faz com que esse material seja extremamente econômico, reduzindo a necessidade do ar-condicionado. Isso promove redução de custos e de consumo energético.

As principais vantagens do uso de telha termoacústica são:

  • redução do ruído externo;
  • isolamento térmico;
  • redução de custos com eletricidade;
  • ação retardante de chamas;
  • não absorção de água.

E a telha translúcida?

telha translúcida é amplamente utilizada para permitir a entrada de luz natural nos ambientes. Atualmente, com os aumentos nas tarifas de energia, esse tipo de telha está sendo amplamente empregada, economizando o consumo e criando um ambiente mais saudável.

O Código de Obras exige que galpões e outros estabelecimentos de área comercial tenham, pelo menos, 10% de iluminação natural. Para atender a essa norma, construtores costumam investir em portas e janelas, mas a telha translúcida é capaz de aproveitar até 90% da iluminação natural, solucionando esse problema especialmente em espaços maiores.

A fabricação desse tipo de telha utiliza resinas plásticas, reforçadas com fibra de vidro e, ainda, podem ser moldadas em diferentes formatos, de acordo com a necessidade do cliente. A telha translúcida recebe, ainda, uma camada de proteção contra raios ultravioleta e possui resistência térmica e mecânica, garantindo o conforto no interior do ambiente.

Esse  modelo de telha é ideal para áreas como jardins, estufas, coberturas de shoppings, áreas externas de bares e restaurantes, playgrounds, passarelas e tantos outros lugares.

Além da economia de recursos  uma das principais vantagens do uso dessa telha está relacionada  ao bem-estar dos usuários. A luz natural tem uma capacidade incrível de afetar positivamente o humor e a disposição das pessoas, aumentando a produtividade e o ânimo. Além disso, ela é uma grande parceira do meio ambiente. Pense nisso ao escolher  a telha ideal para sua edificação.

Afinal, como escolher o melhor tipo de telha para cada cobertura?

Escolher a telha certa para uma determinada edificação é um processo que deve ser analisado cuidadosamente. Como demonstrado ao longo do artigo, essa escolha pode ser fundamental para a economia de recursos, agilidade na instalação, aumento da produtividade e tantos outros fatores.

É importante destacar que existem empresas especializadas no mercado, facilitando não só a escolha da telha para a sua cobertura, mas também auxiliando na sua instalação  e manutenção. A ajuda de especialistas é fundamental, pois você conta com um controle de qualidade muito maior, garantindo o cumprimento das normas regulatórias (ABNT NBR 145013 para telhas onduladas e ABNT NBR 145014 para telhas trapezoidais) e maior durabilidade e segurança do seu projeto.

Algumas empresas contam com laboratórios para a inspeção dimensional do produto e da matéria-prima, conferindo o antes e o depois da produção. O trabalho de profissionais capacitados, certamente, será de extrema valia para a sua construção.

E aí, o que achou do nosso artigo? Aprendeu como escolher o melhor tipo de telha? Ainda tem dúvidas ou questionamentos e precisa de ajuda? Entre em contato conosco, converse com um de nossos consultores e conheça as melhores soluções em cobertura!

Aprenda a usar uma planilha de orçamento de obra com eficiência!

Aprenda a usar uma planilha de orçamento de obra com eficiência!

Elaborar uma planilha de orçamento de obra é fundamental para a construção de qualquer empreendimento. Isso porque, basicamente, ela é responsável por definir diversos custos, como mão de obra, materiais e equipamentos. Além disso, por meio da planilha de orçamento, torna-se possível identificar se haverá desperdícios e despesas desnecessárias.

É válido dizer que um orçamento tem como principal objetivo realizar as estimativas de custos, fazendo uma previsão sobre a obra. Assim, itens como logística, armazenamento de materiais e formas de utilização poderão ser previamente definidos.

Dessa forma, além de ser capaz de ler e compreender o projeto da obra, é imprescindível conhecer os serviços que serão realizados, para entender os processos, os prazos e as necessidades específicas de cada item.

Ficou interessado pelo assunto? Então, continue a leitura deste artigo e aprenda a usar uma planilha de orçamento de obra com eficiência!

Separe os custos por períodos

A primeira atividade para elaborar uma planilha de orçamento de obra é separar os custos por períodos. Dessa forma, torna-se possível comparar o panorama atual com ciclos anteriores, identificando melhorias ou pioras. A partir de então, é viável realizar previsões mais fundamentadas para as próximas etapas.

Por meio da criação de abas para cada período ou grupo de atividades, é possível utilizar a mesma planilha para realizar o controle de custos da empresa. No entanto, obviamente, os arquivos também poderão ser separados, desde que sigam um modelo de padronização, facilitando a obtenção de informações e a realização de análises.

Categorize as despesas

Um dos primeiros passos para a elaboração de uma planilha de orçamento de obra é a identificação de todas as despesas. Após esse procedimento, deve-se investir na organização da planilha, identificando os gastos fixos e os variáveis.

A divisão dos gastos é responsável por permitir a categorização de despesas, possibilitando uma análise de quais itens podem ser reajustados e, até mesmo, cortados do orçamento.

É importante deixar claro que os gastos fixos são as despesas que devem ser pagas todos os meses, as quais são recorrentes e independem da produção ou do faturamento da empresa. Gastos como aluguel do escritório, salário de funcionários e pagamento de impostos são bons exemplos.

Embora haja variações ao longo do tempo, por conta de reajustes de inflação ou outros fatores, esse tipo de custo pode ser previsto e imediatamente inserido na planilha de orçamento de obra. Por outro lado, as despesas variáveis dependem de uma série de fatores, como o ritmo de produção da obra. A aquisição de matéria-prima é um excelente exemplo de despesa variável.

Não trabalhe com dados aproximados

A única maneira de garantir a eficiência da planilha de orçamento de obra é contar com dados que sejam extremamente confiáveis. A utilização de informações aproximadas pode favorecer uma análise errônea do panorama do empreendimento. Assim, a possibilidade de se tomar decisões erradas aumenta consideravelmente.

Além disso, seu cliente poderá ter uma surpresa completamente desagradável quando perceber que as informações utilizadas o levaram a prejudicar seu empreendimento. Caso isso aconteça, certamente tanto sua empresa como os dados fornecidos por seus serviços serão vistos com desconfiança.

Não reutilize orçamentos

É comum encontrarmos empresas que realizam diversos orçamentos em diferentes locais do país. No caso de obras similares, algumas reutilizam informações adquiridas de diversas fontes.

Essa prática é vista como uma forma de redução de tempo, mas pode ser prejudicial ao negócio. O preço de um determinado insumo na cidade de São Paulo, por exemplo, é muito diferente dos valores considerados para o interior do Rio de Janeiro.

Assim, por mais que as obras sejam similares, reutilizar um orçamento pode trazer sérias consequências para a obra e para a sua empresa como um todo. O ideal é orçar os principais itens (utilizando a curva ABC) para se ter uma ideia do custo da obra e leve em consideração a logística dos materiais e o armazenamento.

Estabeleça metas de economia

Cortar despesas supérfluas e desnecessárias faz parte do processo de gestão de um empreendimento. Contudo, economizar também é uma prática que deve ser constantemente procurada.

Uma alternativa para garantir a redução de custos se dá pelo estabelecimento de metas de economia. Essas metas devem ser pensadas para manter os custos da obra mais controlados, visando preservar a previsibilidade dos gastos. Com isso, torna-se mais fácil garantir a saúde financeira do negócio.

Invista no planejamento

Em uma obra, as ações de orçamento e de planejamento devem andar de mãos dadas, principalmente por conta da influência que uma exerce sobre a outra. Portanto, é primordial investir no planejamento.

Essa será a única chance de garantir que a planilha de orçamento de obra englobe todas as atividades exigidas pelo seu escopo, sem esquecer-se de nenhuma tarefa. O planejamento será responsável, por exemplo, por fornecer informações sobre a quantidade de matéria-prima necessária e a situação da mão de obra e dos equipamentos ao longo do desenvolvimento das atividades.

Por meio dele, também se tornará possível conseguir ter um panorama total da obra, identificando as principais ameaças e oportunidades e criando maneiras para mitigá-las e aproveitá-las, respectivamente. Pense nisso!

Atualize a planilha de orçamento de obra constantemente

Por fim, mas não menos importante, é preciso manter a planilha de orçamento de obra constantemente atualizada. Por mais que se tenha o devido cuidado em sua elaboração, mudanças externas podem fazer com que transformações na planilha sejam necessárias.

Não raramente, essas mudanças — como decisões governamentais e mercadológicas — fogem do controle do gerente de projetos. Assim, é preciso estar atento a esses e outros pontos, deixando a planilha de orçamento de obra sempre atualizada.

Nesse sentido, a chance de erros diminuirá consideravelmente, uma vez que os profissionais não utilizarão informações obsoletas e terão certeza de que as análises e os dados obtidos por meio da planilha são confiáveis e seguros.

A planilha de orçamento de obra é importantíssima para a gestão de qualquer construção. Ela deve ser vista como um grande guia, para que os gestores possam acompanhar o desenvolvimento das atividades. Além disso, os principais stakeholders do projeto também poderão ficar de olho no andamento da obra, se sentindo parte integrante do processo de construção.

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Os 5 erros em um orçamento de obras que você não deve cometer

Os 5 erros em um orçamento de obras que você não deve cometer

A ocorrência de erros, por menores que sejam, pode ocasionar uma série de prejuízos em uma construção. Cometer erros em um orçamento de obras, por exemplo, pode representar o aumento do custo, a extrapolação do prazo e, em alguns casos, tornar o empreendimento inviável. 

Um orçamento bem elaborado deve contemplar todas as atividades a serem realizadas, bem como os materiais de construção, a mão de obra e os demais insumos que serão necessários em cada uma das etapas.

O principal objetivo de um orçamento é realizar uma estimativa de custos, que se aproxime, ao máximo, da realidade da obra. Surpresas em relação ao quantitativo de materiais ou em relação ao custo de serviços, por exemplo, não são nem um pouco bem-vindas. 

É fundamental conseguir controlar os gastos e acompanhar a evolução dos serviços, buscando manter a execução dentro do que foi orçado. Essa é uma prática de sucesso para a execução de um empreendimento. 

Ficou interessado pelo assunto? Então, veja os 5 erros em um orçamento de obras que você não deve cometer. Não perca essa oportunidade!

1. Não verificar os custos indiretos

Muitos profissionais realizam um orçamento detalhado, levando em consideração cada uma das etapas da obra. O processo é realizado minuciosamente, gerando um documento completo. Entretanto, alguns se esquecem de verificar os custos indiretos. 

BDI (Benefícios e Despesas Indiretas) é utilizado para determinar os custos com despesas indiretas em um empreendimento. Despesas com a administração central, custo financeiro, garantias, seguros, impostos e uma margem para incertezas englobam esse índice. Confira:

  • administração central: deve-se considerar uma divisão de gastos entre a sede da empresa e as obras. Esse custo varia entre 7% e 20%, dependendo do faturamento;
  • custo financeiro: o custo financeiro engloba juros por conta de empréstimos realizados para a execução da obra;
  • garantias: maneiras para garantir o cumprimento do contrato, como caução, papéis selecionados, entre outros;
  • seguros: seguros da obra, como garantia de execução contra terceiros. Deve-se levar em consideração todos os seguros, independentemente de estarem estabelecidos em contrato ou não;
  • impostos: tributos municipais, estaduais e federais devem ser levados em consideração;
  • margem para incertezas: utilizada para sanar imprevistos que podem ocorrer na execução de um empreendimento. Essa margem varia entre 5% e 10%.

2. Não dar atenção à precificação dos serviços

Um dos principais erros em um orçamento de obras pode ser encontrado na precificação dos serviços. É preciso ter muito cuidado ao realizar essa etapa, pois ela é responsável por atribuir valores financeiros a todas as etapas seguintes a serem realizadas em um empreendimento.

A melhor maneira para determinar o custo final de uma obra se dá pela priorização dos custos diretos e pela utilização do BDI. Assim, os serviços serão precificados adequadamente, aumentando a chance de sucesso do empreendimento. 

Além disso, é preciso se certificar que o processo de levantamento de quantitativos foi realizado corretamente, evitando que a quantidade de determinado item esteja errada. Esse tipo de erro pode ser o causador de diferenças importantes na quantidade de mão de obra ou de materiais no orçamento, impactando negativamente o projeto. Pense nisso!

3. Contar com índices desatualizados

A maneira mais comum de se realizar um orçamento de obras se dá pela utilização de índices, afinal determinar a produtividade de um trabalhador ou uma máquina em determinados tipos de serviços não é nada fácil. 

Sendo assim, orçamentistas utilizam índices de produtividade de serviços similares para a realização de um orçamento de qualidade. Esses índices também devem englobar custos com combustível, manutenção, horas paradas, chuvas e outros problemas que possam afetar a produtividade dos serviços. 

Dessa forma, o orçamentista deve sempre atualizar os índices com informações fornecidas pelos serviços de campo. Assim, sempre serão utilizados dados reais da produtividade encontrada em campo, evitando grandes desvios. 

Podemos concluir que o contato constante entre a equipe de orçamentos e a equipe de campo é primordial para o futuro de uma construtora. Essa proximidade permitirá a atualização de índices e a elaboração de orçamentos mais próximos da realidade.

4. Não definir os custos da administração local

Definir os custos da administração local também é um dos erros mais comuns em um orçamento de obras. A administração local nada mais é do que os profissionais que trabalham no empreendimento, bem como toda a estrutura física necessária para tal. 

Pode-se dizer que a administração de obra, normalmente, engloba:

  • equipe de obras (engenheiros, técnicos, estagiários, mestre de obras, encarregados, entre outros);
  • equipe administrativa (funcionários do setor administrativo, como auxiliares, profissionais do departamento de recursos humanos, almoxarifado, etc.);
  • equipe de segurança do trabalho (engenheiro e técnico em Segurança do Trabalho, técnico em meio ambiente, médico e enfermeiro, dependendo do porte da obra);
  • custos com alimentação, transporte, exames médicos, ferramentas e EPIs (Equipamento de Proteção Individual);
  • mobilização e desmobilização da obra;
  • canteiro de obras (escritórios, refeitórios, banheiros, tapumes, placas, etc.);
  • custos de manutenção do canteiro de obras (água, energia, internet, limpeza).

É fundamental conhecer e listar todos os custos da administração local, evitando que eles se tornem um gargalo no orçamento. Além disso, a maioria desses custos é mensal, o que pode significar um impacto grandioso nos custos. 

5. Não analisar os métodos construtivos

Existem várias maneiras de executar uma mesma atividade, não é mesmo? Entretanto, apenas uma solução construtiva deve ser escolhida para a execução de sua obra. Logo, analisar os principais métodos construtivos pode significar economia de recursos e uma obra mais rápida. 

O orçamentista deve conhecer e ser capaz de analisar os principais métodos construtivos. Saber diferenciar uma fundação superficial de uma fundação profunda ou a pavimentação em concreto asfáltico da utilização de tratamento superficial, são alguns exemplos. 

É importante definir os métodos construtivos a serem utilizados, uma vez que detalhes podem fazer a diferença no custo final. Além disso, o orçamentista não pode se esquecer do processo de logística, que é essencial para garantir que os insumos cheguem ao canteiro de obras no momento certo, evitando o atraso das atividades. Pense nisso!

Infelizmente, erros em um orçamento de obras são comuns. Entretanto, não é impossível conseguir um orçamento que se aproxime da realidade de custo de sua obra, evitando surpresas em relação à quantidade de materiais ou em relação aos preços dos serviços. Preste atenção nos pontos e evite que o orçamento seja considerado um problema.

E aí, gostou do nosso artigo? Já cometeu alguns desses erros em um orçamento de obras? Sentiu-se atraído por esse assunto? Então, curta nossa página no Facebook e veja todas as nossas postagens. Estamos te esperando!

 

 

Você conhece as vantagens da cobertura metálica?

Você conhece as vantagens da cobertura metálica?

Para quem trabalha com obras é comum que já tenha observado um número cada vez maior de empreendimentos que estão utilizando o aço em vez de outros tipos de material para construção do telhado. Essa mudança se deve principalmente às vantagens da cobertura metálica em relação a qualquer outro tipo.

Hoje, muitas obras podem utilizar esse material na hora de construir, mas é preciso estar atento à qualidade de seu fornecedor na hora de adquirir coberturas metálicas, além de verificar as demandas da obra.

Para mostrar-lhe o que é, e todas as vantagens da cobertura metálica criamos este post. Ao final, vamos falar também sobre como contratar alguém especializado no assunto. Confira!

Cobertura metálica

Existem diversas técnicas de construção quando falamos em coberturas, no entanto, uma vem se destacando: o uso de coberturas metálicas. Diferente de outros processos, essa técnica é muito mais rápida e dinâmica.

São vários os tipos de aço que podem ser empregados para a fabricação das telhas metálicas. Entre eles estão:

  • galvalume — sua composição é uma combinação entre alumínio e zinco;
     
  • galvanizado — fabricado por meio da fusão eletrolítica do zinco e do ferro pela imersão do aço em banhos de zinco;
     
  • alumínio — produzido por reações químicas do minério bauxita.

As telhas podem ser feitas no material natural ou contando com um processo de pré e pós-pintura, melhorando o desempenho estético e aumentando em 10% a vida útil da telha.

Principais vantagens da cobertura metálica

Optar por utilizar uma cobertura metálica em uma edificação pode trazer uma série de vantagens, não apenas durante a construção do empreendimento, mas também após sua entrega. Vamos conferir algumas delas.

1. Racionalização de materiais e mão de obra

A maioria das técnicas de construção são muito dispendiosas e o que costumamos ver são caminhões de entulho saindo do local todos os dias. Isso sem falar no alto número de colaboradores necessários para a construção de coberturas.

As peças para a cobertura metálica, telhas e estrutura, são construídas com uma precisão milimétrica na indústria e encaminhadas para a obra apenas para a instalação, garantindo que não haverá desperdício e serão necessários menos funcionários para realizar a montagem das peças e das telhas.

2. Flexibilidade

Diferentemente de qualquer outra técnica de cobertura, na qual o telhado deve ter um desenho específico para que se adeque à realidade do material, as telhas metálicas podem se adaptar de modo flexível ao projeto.

A fabricação das coberturas metálicas podem ser realizadas de acordo com a demanda do cliente. Os modelos trapezoidais e ondulados podem ser produzidos e entregues com até 12 metros de comprimento cada folha e no modelo de cobertura zipada. As telhas são produzidas a partir de medidas especiais direto na obra, garantindo assim uma melhor adaptação ao projeto.

3. Compatibilidade

Independentemente do tipo de material utilizado para construir a estrutura da edificação, a cobertura metálica poderá ser instalada facilmente em diferentes tipos de base, como madeira e perfil metálico.

4. Menor prazo de execução

Com prazos de entrega cada vez mais apertados e planejamentos que exigem uma maior agilidade da equipe na obra, cumprir a entrega de uma edificação virou um grande desafio.

Dependendo do material escolhido para realizar a cobertura de uma obra, a finalização desse processo pode ser bem demorado. Contudo, ao utilizar as telhas metálicas existe um ganho de agilidade, uma vez que basta fixá-las de modo simples, limpo e rápido.

5. Garantia de qualidade

No mercado, hoje, é possível encontrar fornecedores de telhas metálicas que contam com certificações de qualidade que atestam o produto entregue e garantem que o material suprirá todas as necessidades da obra.

Por conta disso, existe mais segurança de que a construção cumprirá o seu papel e que não haverá nenhum tipo de problema posterior, como a necessidade de substituição.

Para garantir a confiabilidade das coberturas metálicas ofertadas pelo seu fornecedor você pode verificar se ele conta com as certificações de qualidade emitidas pela ABNT exclusivamente para esse fim. São elas a NBR14513 e a NBR14514.

6. Maior área útil

Outra vantagem do uso da cobertura metálica sobre outros tipos de materiais, é a área útil coberta pelas telhas. Uma única peça ou folha pode cobrir vários metros da estrutura.

7. Reaproveitamento

Se, em determinado momento do futuro, a estrutura precisar ser derrubada por qualquer motivo, a cobertura metálica poderá ser retirada e utilizada em outra obra. Isso é possível graças à durabilidade e flexibilidade do material.

8. Facilidade de reposição

Um ponto muito interessante para o cliente da obra e que usufruirá da cobertura depois de instalada é a facilidade de reposição de qualquer uma das folhas que compõe a estrutura.

Caso seja necessária a manutenção, por conta de qualquer evento que venha a danificar uma das telhas, basta retirar a fixação — realizada por parafusos — e instalar uma nova folha no local de forma simples e rápida.

9. Redução de custos

Com a utilização de telhas metálicas em uma determinada obra, espera-se uma redução geral de custos. Não se deve levar em conta apenas o valor investido na aquisição do material de cobertura, mas todos os valores envolvidos.

Por exemplo, ao utilizar telhas metálicas, haverá menos desperdício durante a execução da obra, menor tempo para a entrega e necessidade de menos mão de obra no empreendimento.

Além disso, trata-se de um produto mais leve, o que minimiza a carga sobre as fundações. Ou seja, podem ser gastos menos materiais para a construção das bases e estrutura, o que também se transforma em economia, demonstrando que uma cobertura metálica é um ótimo negócio.

Importância de contratar uma empresa especializada

É possível encontrar coberturas metálicas à venda em diversas empresas de material de construção e essas peças podem ser adquiridas facilmente e empregadas em sua obra.

No entanto, os profissionais de uma loja muitas vezes não têm o treinamento ou o conhecimento adequado sobre essas estruturas para informar-lhe qual o melhor tipo de telha a ser utilizada. Devem ser levados em consideração diversos aspectos da obra, como local onde se encontra, tamanho da obra, tipo de clima, entre outros.

Apenas uma empresa especializada na fabricação e distribuição de telhas metálicas poderá dispor de profissionais com o conhecimento necessário para responder a todos esses questionamentos.

Chegamos ao final de nosso post e esperamos que você tenha percebido as vantagens da cobertura metálica e a importância de contar com profissionais especializados para melhor atender a todas as suas demandas.

Ficou interessado em utilizar telhas de metal em sua próxima obra? Restou alguma dúvida? Entre em contato conosco agora e nossa equipe terá prazer em responder a todos os seus questionamentos!

Como fazer um planejamento de obras eficiente em 6 passos

Como fazer um planejamento de obras eficiente em 6 passos

O planejamento de obras é uma das etapas mais importantes de uma construção, sendo considerada fundamental para o sucesso de um empreendimento. A maioria dos profissionais da construção civil tem ciência dessa importância, mas poucos dão a devida atenção a esse processo.

Não é raro encontrarmos obras atrasadas, orçamentos estourados e outros problemas oriundos do não planejamento das atividades, principalmente em obras públicas. No Brasil, apenas 20% do tempo total da obra é destinado ao planejamento. Nosso costume é planejar até certo ponto e, depois, improvisar na medida em que o projeto vai se desenvolvendo.

É importante ressaltar que o planejamento de obras é fundamental para o processo de análise de riscos, identificando as principais ameaças e oportunidades em um projeto. Além disso, os profissionais terão uma visão real da obra, simplificando a tomada de decisão e deixando mais fácil a delegação de tarefas e a atribuição de responsabilidades.

Interessou-se pelo assunto? Então, continue a leitura deste artigo e veja como fazer um planejamento de obras eficiente em 6 passos. Não perca essa oportunidade.

1. Realize um estudo de viabilidade

A primeira etapa a ser realizada é um estudo de viabilidade, que é responsável por verificar se a empresa terá recursos financeiros suficientes para arcar com os custos operacionais do empreendimento.

Em caso positivo, será preciso avaliar os benefícios que o projeto trará para a companhia, ou seja, qual o lucro do empreendimento e em quanto tempo haverá o retorno sobre o investimento.

A melhor maneira de realizar um estudo de viabilidade se dá por meio de uma análise criteriosa dos custos do projeto a ser implantado, do fluxo de caixa da empresa nesse momento e da situação econômica do mercado. Se todas as opções forem favoráveis, a chance de sucesso do empreendimento é grande!

Obviamente, quanto mais informações se tiver sobre o empreendimento, mais completa e fidedigna será a análise de viabilidade. Assim, procure analisar os projetos, as memórias descritivas e todos os documentos da construção. Veja, a seguir, algumas informações que podem ser importantes:

  • custos com projetos (arquitetônico, estrutural, instalações);
  • lista de equipamentos e ferramentas que serão utilizados;
  • custos de cada uma das etapas (fundação, alvenaria, instalações elétricas e hidráulicas, acabamentos, entre outros);
  • custos de contratação de mão de obra ou de terceirização dos serviços;
  • custos com regularização e licenciamento;
  • cronograma de obra;
  • BDI (Benefícios e Despesas Indiretas);
  • ROI (Retorno sobre o Investimento).

2. Estabeleça um orçamento

O orçamento é considerado a etapa mais importante de um planejamento de obras. O cálculo da estimativa de custo do empreendimento pode ser realizado por meio de planilhas de Excel ou com o uso de softwares especializados.

Independentemente do meio escolhido, é preciso prestar muita atenção em cada uma das atividades. Um erro de cálculo ou um orçamento incompleto pode gerar prejuízos incalculáveis para uma empresa.

Para estabelecer um orçamento completo, deve-se levar em consideração, entre outras coisas, a qualidade dos materiais a serem utilizados, principalmente na fase de acabamento. Um prédio de alto luxo possui itens extremamente mais caros que um prédio construído para as classes C e D.

A mão de obra também deve ser levada em consideração, pensando no prazo estipulado para a construção e, assim, definindo a quantidade de profissionais a serem alocados em cada função.

3. Crie um cronograma

Agora que você já verificou a viabilidade da construção do empreendimento e estabeleceu um orçamento completo, é dado início ao planejamento de cada uma das tarefas para a execução do empreendimento.

O cronograma nada mais é do que um passo a passo da obra, contendo todas as atividades a serem realizadas, os recursos a serem utilizados e o tempo levado para executá-las.

Um cronograma ideal é capaz de mostrar por onde se deve começar cada uma das etapas, além da ordem de execução e a conclusão dos serviços. Não podemos nos esquecer da simultaneidade de atividades, que são tarefas que podem ser executadas em conjunto, de modo que uma não interfere na outra.

Dessa maneira, torna-se viável identificar pontos que merecem maior atenção e serviços que exigem um cuidado maior e/ou necessitam de profissionais qualificados e especializados.

O padrão utilizado na maioria das obras é a escolha de um cronograma físico-financeiro, que alia a execução das etapas da obra com o custo de cada uma delas. Esse documento é essencial para mostrar aos executores o custo mensal, melhorando o controle do fluxo de caixa e a previsibilidade de gastos do empreendimento.

4. Faça a regularização

Outra atividade pertencente ao planejamento de obras é a regularização do empreendimento. Como já era de se esperar, o processo é burocrático e, se não for feito com antecedência, pode atrasar o início das atividades, gerando custos extras.

Uma obra regularizada é importante para que a empresa executora esteja dentro das leis, evitando o recebimento de multas e notificações. Para tanto, verifique o que é exigido no canteiro de obras, como placa indicativa do RT (Responsável Técnico), espaço adequado para almoxarifado, cercamento com tapume, entre outros.

É fundamental prestar atenção em alguns pontos. Veja:

  • matrícula do imóvel;
  • projeto arquitetônico;
  • alvará de construção;
  • ART (Anotação de Responsabilidade Técnica);
  • CND (Certidão Negativa de Débito);
  • AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros);
  • Habite-se;
  • registro do imóvel.

5. Ajuste os prazos

O andamento das atividades exige que o profissional responsável pela execução ajuste os prazos. Obviamente, um bom planejamento de obras não exigirá muitas mudanças e muitas revisões.

Entretanto, imprevistos podem acontecer e, quando se perceber que o previsto está longe do realizado, é preciso reformulações e adaptações. Ajustar os prazos é essencial para a criação de um planejamento mais eficaz e preciso.

6. Preste atenção no acabamento

O acabamento também deve ser considerado no planejamento de obras. E não estamos falando apenas das atividades finais de execução do empreendimento, mas de toda a papelada necessária para o licenciamento e a entrega do imóvel.

Assim, é preciso verificar os alvarás sanitários, o Habite-se e outros documentos. A entrega do imóvel para o cliente também deve ser planejada, marcando uma data e um horário certos para a vistoria e entrega das chaves.

É válido destacar que a entrega das chaves é um momento especial dos futuros moradores. Então, planeje com muito cuidado essa etapa, garantindo que tudo esteja em ordem e que o cliente se sentirá o mais privilegiado possível.

Não se esqueça de entregar o Manual do Proprietário de Imóveis, documento essencial para que os usuários da nova edificação possam saber como conservar e cuidar do bem adquirido.

Como você pôde perceber ao longo deste artigo, a etapa de planejamento de obras é essencial para o sucesso de um empreendimento. Essa é a única maneira de garantir que a execução de uma construção ocorra sem nenhum tipo de improviso, do primeiro dia ao último. Afinal, o planejamento é responsável por manter os imprevistos e o caos de obras sob controle. Pense nisso!

E aí, gostou do nosso artigo? O que achou das informações que destacamos sobre o planejamento de obras? Foram interessantes? Deseja se manter informado sobre esse assunto? Então, curta nossa página no Facebook e nos siga no Twitter. Estamos te esperando!