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Por que priorizar fornecedores sustentáveis? Confira!

Por que priorizar fornecedores sustentáveis? Confira!

Escolher fornecedores sustentáveis nem sempre é uma tarefa fácil. É necessário fazer uma análise completa, que vai desde as certificações existentes até a rede de parceiros da empresa fornecedora. Fazer toda essa checagem sem uma orientação séria pode levar a equívocos.

Este artigo tem como finalidade mostrar a você os motivos pelos quais é vantajoso escolher empresas sustentáveis. Indo além, este post vai ensinar quais são os critérios a serem avaliados. Continue a leitura para conhecer a sustentabilidade empresarial, entender o que são os selos verdes e as cadeias sustentáveis.

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O que é sustentabilidade empresarial?

Esse conceito pode ser definido como o conjunto de práticas adotadas por uma organização para promover uma boa relação entre seus métodos produtivos e o ambiente no qual ela está inserida.

No leque dos chamados métodos produtivos, são englobadas todas as suas práticas em relação a pessoas, forma de trabalho e uso dos meios disponíveis. Isso quer dizer que é preciso considerar a forma como a empresa trata seus colaboradores, como ela utiliza os recursos existentes e como faz a transformação desses.

É sempre importante observar se existem boas práticas de sustentabilidade empresarial (como os programas de conscientização dos funcionários), o uso adequado dos recursos naturais disponíveis, o descarte de resíduos e a busca por certificações que atestem o compromisso com o ecossistema.

Como identificar os fornecedores verdes?

Para auxiliar na identificação de uma empresa que pratica a sustentabilidade empresarial, existem as certificações de cunho ambiental. A International Organization for Standardization (ISO) é uma organização internacional que padroniza as práticas empresariais em diversos pontos de atuação — entre eles, a atuação relacionada ao meio ambiente.

Para atestar se uma organização procura atender aos padrões de produção que respeitem o meio ambiente, você pode verificar se ela conta com a ISO 14001. Essa certificação confere à empresa um “selo verde”, indicando que suas práticas produtivas não agridem nenhum ecossistema.

Outra certificação não obrigatória que diz muito sobre sustentabilidade empresarial é a certificação B Corps. Para que uma empresa receba esse selo verde, deve provar que se preocupa com os problemas climáticos e tem ações para a redução da pobreza e o desenvolvimento das comunidades.

Como os fornecedores verdes ampliam a cadeia sustentável?

Pensando de uma maneira mais ampla, toda empresa também é uma consumidora de insumos. Dessa forma, a empresa que fornece materiais a você também precisa consumir matéria-prima para fabricar os produtos que vende.

Uma cadeia sustentável pode ser ampliada por fornecedores que se preocupam em adquirir materiais de outros fornecedores também comprometidos com o meio ambiente. Isso faz com que toda a cadeia produtiva se torne sustentável. É o compromisso mútuo que torna essa corrente possível.

É importante observar a existência dessa cadeia, já que geralmente um produto final passa por uma série de etapas de produção que ocorrem em diferentes fornecedores. Uma cadeia sustentável minimiza o impacto final a todo o ecossistema e seus habitantes.

Quais são os âmbitos de aplicação das certificações?

Voltando a olhar para as certificações, é importante entender quais são os aspectos que elas avaliam. Nesse sentido, as empresas que detêm selos verdes precisam atender a padrões de produção relacionados ao consumo eficiente de energia, uso e reuso da água, além de cuidados com a biodiversidade e a gestão de resíduos.

Em relação ao consumo eficiente de energia, o Brasil conta desde 2003 com a certificação Procel Edifica, concedida pela Eletrobrás. Esse selo verde premia as empresas que, em suas construções, fazem uso inteligente de energia (preferencialmente advinda de matriz limpa). As instalações devem também prever o combate ao desperdício.

A ISO também tem outras normas e certificações que conferem a característica de sustentabilidade. Um exemplo é a ISO 26000, norma de diretrizes que atesta a presença de responsabilidade social. Há também a OHSAS 18001, que reconhece o atendimento às normas de saúde e segurança do trabalho, denotando respeito e cuidado aos funcionários da instituição.

Como avaliar os fornecedores sustentáveis?

Por incrível que pareça, o ideal é começar pela checagem da formalização da empresa. Ainda é alto o nível de informalidade na construção civil, então vale a pena dar uma olhada. Para empresas com décadas de tradição, isso pode ser dispensável.

Além disso, a verificação da existência de conformidade com o licenciamento ambiental conta bastante. Mesmo nos dias atuais, há empresas que costumam divulgar seus serviços e produtos como sustentáveis, mas sequer atendem à legislação pertinente.

Indo além, chega-se às certificações (que não são obrigatórias). É justamente o atendimento a esse tipo de “padrão não legal” que mostra a preocupação da organização com o meio ambiente. Nesse ponto, vale checar a existência das certificações mencionadas neste artigo e o consequente comprometimento socioambiental.

Quais certificações a Regional Telhas tem?

A Regional Telhas é uma empresa que, desde sempre, se preocupa com o meio ambiente. Nesse sentido, não só atende aos requisitos legais como vai além de sua mera obrigação.

No que tange às exigências legais, a Regional Telhas atua com o pleno atendimento às Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas em seu processo produtivo. Assim, os requisitos contidos nas normas NBR 14513 e NBR 14514 são rigorosamente cumpridos. Essas normas falam a respeito dos critérios para a produção de telhas.

Com relação ao meio ambiente, as ações são vastas:

  • os materiais descartados têm como destino a reciclagem;
  • o aço refugado é encaminhado para reuso ou transformação;
  • toda a madeira usada para escoramento tem origem legalizada;
  • os papéis e as impressões são reciclados e transformados em cadernos para os colaboradores.

A Regional Telhas também atende a requisitos não obrigatórios. Demonstrando seu compromisso com a qualidade e com o meio ambiente, a empresa conta com as certificações ISO 9001 e ISO 14001 em seu sistema de gestão da qualidade e meio ambiente, respectivamente. Não basta fazer o obrigatório, deve-se ir além!

Os melhores fornecedores sustentáveis são sempre aqueles que fazem mais do que sua obrigação. Esse tipo de empresa procura se atentar às questões que envolvem a sociedade como um todo. Além disso, preocupam-se com os impactos que sua atividade causa ao ecossistema em que estão inseridas. Dando prioridade a essas empresas, você colabora para a construção de um mundo melhor para as gerações futuras.

Entre em contato agora mesmo com a Regional Telhas. Um de nossos consultores estará de prontidão para atender você com as melhores soluções para a sua obra!

5 passos para um descarte de entulho adequado na empresa!

5 passos para um descarte de entulho adequado na empresa!

O descarte de entulhos é um dos principais desafios de uma empresa de Engenharia Civil no Brasil, visto que ainda não há um sistema de recolhimento adequado para esse tipo de material. É responsabilidade da empresa elaborar e viabilizar uma política interna que respeite todas as determinações legais e os princípios da sustentabilidade ambiental e inovação.

Hoje em dia, muitos dos materiais utilizados podem ser reciclados ou reutilizados. A isso, damos o nome de logística reversa, que envolve as tarefas de coleta e seleção de lixo, de reciclagem e de reintrodução desses materiais no mercado.

Quer saber mais sobre tudo isso? Continue a leitura deste post!

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1. Entenda a classificação do entulho

Como praticamente tudo que está relacionado à construção civil, há normas e orientações específicas sobre a definição e os processos relacionados aos entulhos. Esse tipo de padronização é essencial para manter a qualidade da obra e colocar sua empresa no patamar dos projetos internacionais.

Há várias classificações importantes relacionadas ao descarte de entulho. Muitas empresas cometem o equívoco de ver apenas os restos e fragmentos de concreto, argamassas, madeiras e tijolos nessa categoria. Assim, surge uma concepção equivocada, que impede a reciclagem desses materiais.

As peças de metal, por serem facilmente recicláveis, não são vistas como entulho. Assim, essa categoria acaba se tornando a de “não-recicláveis”, a de descarte definitivo. Sabemos, no entanto, que isso não é mais verdade. Os metais também são entulhos que, de forma geral, podem ser reutilizados ou reciclados.

2. Atente-se à legislação e suas normas

A legislação para o descarte de entulho é relativamente simples. Todas as normas gerais e princípios estão presentes na resolução CONAMA 307. Ela divide os resíduos de demolição e construção em quatro classes.

Classe A

Esses materiais devem ser reutilizados ou reciclados na forma de agregados. Se isso não for feito, devem ser encaminhados a aterros de resíduos classe A para reuso futuro.

Classe B

São aqueles que podem ser reciclados e reutilizados para outras finalidades. Se isso não acontecer, devem ser encaminhados a locais de armazenamento temporário até que passem pela reciclagem ou reutilização.

Classe C

Devem ser armazenados, transportados e destinados de acordo com norma técnica específica até que se encontre uma forma de reutilizá-los.

Classe D

São os resíduos potencialmente nocivos, que precisam ser armazenados, transportados e destinados de acordo com legislações específicas.

3. Planeje o descarte

Sua empresa precisa ter uma política de descarte muito bem definida, que vai servir como base para o planejamento de cada obra. Ela deve ser baseada nas legislações nacionais, estaduais e municipais, além de regulamentações como:

  • as normas federais para a construção civil, como a Resolução 307/2002 do Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) e a Lei 12.305/2010;
  • as normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas, como a NBR 10.004, a NBR 14.728/2005 e a NBR 16.280;
  • os Planos Estaduais de Resíduos Sólidos;
  • os Planos Municipais de Gestão de Resíduos de Construção Civil.

Um diferencial é a conformidade com as normas de padronização da International Organization for Standardization, que garante certificados de qualidade e de sustentabilidade com valor internacional, como a ISO 9001 e a ISO 14.001.

Depois disso, o plano de descarte deve ser feito em cada obra, obedecendo às regulações locais e as características do projeto. Nos planos, devem constar as estratégias de:

  • caracterização e identificação de resíduos;
  • triagem;
  • acondicionamento;
  • transporte;
  • destinação.

4. Tenha uma estratégia de logística reversa

A logística reversa é um conceito muito popular, que inclui as operações de reciclagem e reutilização de materiais. Como há várias normas e especificidades, acreditamos que o melhor seja contratar uma consultoria ou terceirizar parte dessas tarefas.

A reutilização na obra é possível para grande parte dos resíduos sólidos gerados. Para que isso aconteça, separe estações de reciclagem de acordo com a classificação proposta pela CONAMA. Além disso, pode ser interessante fazer subdivisões de acordo com o tamanho do agregado, do tipo de material, entre outros. Assim, é possível saber qual é o melhor uso para cada categoria.

Existem também os serviços de caçamba, que podem ser utilizadas para a armazenagem temporária e o encaminhamento para os aterros especializados em cada classe. É preciso se atentar na hora da contratação, pois esse serviço precisa estar regulamentado pelas autoridades municipais.

Na hora de fazer parcerias com essas empresas, certifique-se que o contrato diga qual é a responsabilidade de cada parte em relação à destinação do entulho. Além disso, a cada entrega para descarte, exija um documento de comprovação da entrega dos resíduos em área licenciada.

5. Entenda como deve ser feito o descarte de entulhos de cada classe

Felizmente, grande parte dos resíduos de uma obra pode ser reciclada no local como agregados. Um estudo feito pela Cooperativa da Construção Civil do Estado do Ceará (COOPERCON-CE) estimou que cerca de 74% dos entulhos das obras verticais se enquadram nessa categorial. As classe B, C e D representam uma proporção de 10%, 15% e 1%, respectivamente.

Classe A

São aqueles resíduos que podem ser reutilizados dentro da própria obra ou reciclados no papel de agregados, como fragmentos e restos de construção, demolição, reparo ou reformas de:

Diante disso, eles podem ser reaproveitados em várias etapas da obra, como:

  • base — os resíduos são excelentes para preencher as fundações e proporcionar uma economia muito grande de concreto novo;
  • sub-base — os resíduos granulares podem fornecer um excelente agregado a esse tipo de estrutura;
  • revestimento primário — muitos agregados, inclusive o solo de terraplanagem, podem ser utilizados para aumentar a estabilidade do revestimento primário.
  • pavimentação — os resíduos miúdos e granulares podem servir de agregados para o revestimento de vias e corredores de passagem de carga, pois se agregam perfeitamente aos impermeabilizantes rígidos, semiflexíveis e flexíveis.

Classe B

Nem todo o material é útil para o uso como agregado, então é preciso dar outras destinações. Isso é muito importante, pois frequentemente vemos o equívoco de utilizá-los como agregados — o que compromete a segurança da estrutura e dos usuários. Eles são:

  • plástico;
  • papelão;
  • metais;
  • gessos;
  • vidros.

Esses materiais devem ser reutilizados de acordo com as finalidades de cada um. Uma estratégia interessante é fazer uma parceria com associações de catadores locais, de forma a unir sua estratégia de sustentabilidade ambiental à de desenvolvimento social. Isso é muito valorizado pelos clientes.

Classe C

São os resíduos que ainda não apresentam nenhuma técnica viável para a reutilização. Também, não podem ser reciclados e recuperados na reciclagem. Esses materiais não apresentam toxicidade para o ambiente ou para a saúde.

Classe D

Essa é a classe cujo descarte deve ser mais cuidadoso devido ao seu potencial nocivo para a saúde e o ambiente. Qualquer erro no processo pode gerar caracterização de crime ambiental. Por esse motivo, confira a redação original para não cometer nenhum erro:

“São resíduos perigosos oriundos do processo de construção, tais como tintas, solventes, óleos e outros ou aqueles contaminados ou prejudiciais à saúde oriundos de demolições, reformas e reparos de clínicas radiológicas, instalações industriais e outros, bem como telhas e demais objetos e materiais que contenham amianto ou outros produtos nocivos à saúde.”

Essa categoria apresenta o descarte mais caro e complicado para as empresas de construção civil. Desse modo, a melhor medida é evitar o uso de materiais classificados como D. Em vez de usar telhas de amianto, por exemplo, prefira as opções metálicas. Além de atóxicas, elas são facilmente recicláveis. Em alguns casos, como os reparos de clínicas radiológicas, sempre procure um serviço especializado confiável.

Com esse passo a passo de descarte de entulhos, certamente suas obras e reformas ficarão em conformidade com as regulações, evitando multas e suspensões de alvará. Uma estratégia responsável traz mais credibilidade para a sua empresa, além de contribuir para a preservação do meio ambiente.

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Entenda o que é Design Thinking e suas aplicações na Construção Civil!

Entenda o que é Design Thinking e suas aplicações na Construção Civil!

Você sabe o que é Design Thinking (DT)? Muitas pessoas já ouviram falar desse conceito, visto que ele é uma tendência muito importante na inovação, mas como sua aplicação em cada área ganha contornos diferentes, falaremos aqui um pouco mais sobre a construção civil.

O grande objetivo do Design Thinking é permitir que os processos se desenvolvam sempre de forma a proporcionar a geração de novas ideias. É uma forma de contrabalancear a rigidez de fluxos de trabalhos, que não dão tempo e espaço para que os colaboradores pensem em como otimizar suas tarefas e os resultados. Continue a leitura e fique por dentro do assunto!

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O que é Design Thinking e o que ele significa?

Nas últimas décadas, a área de design evoluiu bastante e trouxe grande parte das maiores inovações que vemos hoje. A cada dia, novos produtos e novas técnicas criadas por eles revolucionam a vida das pessoas. Pensando nisso, os gestores de projeto começaram a avaliar quais eram os processos das agências de design que traziam tanta inovação. Desse modo, os conceitos poderiam ser aplicados em outros setores.

Eles perceberam que a estruturação dos fluxos de trabalho eram bem diferentes nas empresas de design. Não havia aquele modelo tradicional sequencial, em que cada etapa apresentava um escopo bem rígido e autossuficiente. Para melhorar os processos, é preciso abandonar o pensamento linear de montagem e seguir um modelo mais cíclico.

Além disso, os gestores de projeto notaram que a maioria das empresas adotava fluxos tão engessados que isso impedia que os colaboradores se conectassem melhor com os clientes. Em outras palavras, o foco do trabalho estava nos processos, e não nos consumidores.

O DT significa, então, adotar uma nova cultura interna e buscar estratégias para que cada projeto seja um microambiente para insights e inovação.

Quais são os principais objetivos dessa estratégia?

A gestão baseada em soluções é a grande pedra angular do Design Thinking. Geralmente, os gestores tradicionais focam na identificação de um problema ou de uma limitação. Chamamos isso de gestão baseada em problemas. Desse modo, em vez de partir rapidamente para a ação, eles analisam um problema por vários vieses.

No design, o problema é identificado e explorado de forma sucinta para que grande parte da energia seja gasta com a criação. Assim, em vez de extensas análises de documentação, há uma interação com os envolvidos no processo, de forma a entender o que clientes internos e externos precisam. Para isso, são seguidas 5 etapas, que vamos explicar a seguir.

Quais são as 5 etapas do Design Thinking?

Para que os objetivos anteriores sejam conquistados, foi proposto um fluxo em 5 etapas. Ao contrário dos processos tradicionais, elas não são lineares: são cíclicas e fluidas, isto é, é possível voltar sempre que for necessário re-estruturar um conceito.

Empatizar

É o processo de tentar se colocar no lugar do seu cliente, interno ou externo. Busque compreender quais são:

  • as dores;
  • as necessidades;
  • os desejos;
  • os objetivos;
  • as insatisfações.

Nos projetos de construção civil, isso é essencial na hora do planejamento. Para cada cliente, pense quais foram as diversas emoções que o levaram a desejar uma obra naquele momento. É uma etapa de imersão, isto é, o foco não é a documentação. Toda a equipe envolvida no projeto precisa ter o foco em se colocar no lugar do outro.

Definir

Depois de vários insights gerados na fase anterior, é preciso organizá-los. Agora é hora do brainstorming e de documentar:

  • quais são as dificuldades que os clientes enfrentam nas construções tradicionais;
  • quais são os limites e as barreiras para uma solução inovadora;
  • como contorná-los;
  • quais são os padrões positivos e negativos que podem ajudar o projeto;
  • qual é a dor central que a equipe precisa solucionar.

Em vez de focar nos problemas dos processos, pense na solução ideal para o cliente. Não é o resultado que se deve moldar aos processos: é justamente o oposto!

Idealizar

É a hora de começar a desenhar a solução. Todos os envolvidos no projeto — do estagiário ao executivo — devem participar dessa etapa. Todas as sugestões são bem-vindas, acolhidas e registradas. Os colaboradores têm a liberdade de complementar os outros em um cenário amigável.

Ao final, algumas técnicas interessantes podem ser utilizadas para resumir os resultados, como:

  • mapa mental — fluxos bem visuais sobre cada grupo de ideia gerada;
  • role play — cada pessoa pode interpretar o papel de um stakeholder (cliente, diretores, executivos) e provocar os demais para uma solução mais rica.

Aqui, não é necessário que apenas uma ideia seja escolhida, pelo contrário: todas aquelas viáveis e que tiveram um bom apoio devem continuar.

Prototipar

Todas as ideais que se mostraram viáveis na etapa anterior vão se tornar um protótipo, ou seja, uma versão simplificada do produto final. Assim, a equipe pode conhecer as fraquezas, as vantagens, as oportunidades e as ameaças que surgem de cada uma. Desse modo, fica mais fácil perceber se há mesmo viabilidade.

Cada protótipo pode ser aceito, aprimorado, redesenhado ou rejeitado. Para isso, pode-se retornar às etapas anteriores.

Testar

O protótipo finalmente será avaliado ou testado pelos usuários finais — geralmente o cliente. Ele pode dar sugestões, que devem ser acatadas e testadas. Assim, as etapas anteriores podem reiniciar até que todos estejam satisfeitos com o resultado.

Como o Design Thinking pode ser contribuir com a gestão de projetos da construção civil?

Há algumas vantagens duradouras da adoção dessa estratégia no seu canteiro de obras. Vamos falar de algumas delas a seguir.

Melhorar a comunicação

Esse é o grande gargalo da construção civil em diversos sentidos:

  • os clientes sempre reclamam da falta de comunicação durante as etapas de planejamento e de execução;
  • a falta de diálogo entre os colaboradores acaba provocando um excesso de retrabalhos e atrasos.

Com o Design Thinking, todas as partes podem opinar livremente sobre os processos, as técnicas e o desempenho. Aquela visão hierárquica de um canteiro de obras é mitigada e o clima organizacional fica muito mais leve — o que aumenta a produtividade.

Tornar o time multidisciplinar

No processo de implementar o DT, sua equipe acaba adquirindo diversos conhecimentos e competências que vão além da “caixinha da construção civil”. Os colaboradores podem entrar em contato com a gestão de processos, o design e conhecer melhor o trabalho e a forma de pensar dos colegas. Isso enriquece e traz inovação.

Reduzir os erros

Os processos tradicionais são compartimentados, e os colaboradores geralmente ficam apenas dentro da sua “caixinha”. Com isso, podem executar tarefas que prejudicam o bom andamento das etapas subsequentes. No DT, todos conhecem os processos e realizam as ações com consciência de como fazer uma boa entrega para a próxima etapa.

Criar processos mais eficientes

Além disso, eles podem dialogar para melhorar e resolver eventuais falhas frentes. Com isso, o fluxo de trabalho fica muito mais coeso, pois a integração entre as etapas é feita por pessoas que estão enfrentando os desafios na linha de frente. Não é uma imposição de cima para baixo, como ocorre na gestão tradicional.

Se você não sabia o que é Design Thinking, já deve ter compreendido o poder potencial dessa técnica. Há livros inteiros dedicados especialmente ao assunto. Aqui, pudemos dar apenas um panorama bem amplo. Se você gostou de saber mais, não deixe de se aprofundar no assunto.

Restou alguma dúvida? Você já tinha ouvido falar sobre o tema? Deixe um comentário e participe da conversa!

Cobertura Shed: entenda mais sobre essa tendência!

Cobertura Shed: entenda mais sobre essa tendência!

Com a evolução dos métodos construtivos, muito tem se olhado para as coberturas das edificações. Nesse sentido, os projetistas podem se valer de diversas opções, como objetivo de agregar eficiência ao projeto. Uma dessas opções é a cobertura shed, ótima alternativa que favorece elementos naturais.

Este artigo tem como finalidade explicar a você do que se trata esse tipo de telhado. Continue a leitura para saber mais sobre pontos como aplicação, melhores práticas em projetos, as vantagens e os tipos existentes. Atendo-se a isso, o projetista consegue aliar funcionalidade e economia nesse tipo de implementação. Acompanhe!

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O que é cobertura shed?

Trata-se de um tipo de telhado com formato específico, que tem com objetivo aproveitar ao máximo a luz e a ventilação natural. Ela tem um formato peculiar, pois deve contar com aberturas em pontos estratégicos de sua construção para permitir a passagem dos raios solares e cargas de ar, por meio das correntes de vento. Adicionalmente, um aparato de controle de vazão pode ser necessário.

Esse tipo de cobertura é um dos tipos de iluminação natural chamado de zenital. O zênite é o ponto vertical mais alto a partir da cabeça de um observador. Uma iluminação desse tipo é, portanto, aquela que tira proveito da luz advinda de cima, ou seja, do céu. Adicionalmente, esse tipo de construção favorece condições climáticas mais amenas para o interior da edificação.

Devido ao seu formato, devem ser observadas determinadas condições de construção de sua estrutura relativas à resistência mecânica. O uso de treliças reforçadas é indispensável. Esse ponto deve ser previsto em projeto e devidamente executado para conferir a segurança necessária à estrutura. Como esse telhado faz um melhor uso das correntes de ar, o reforço estrutural é parte imprescindível da obra.

Onde deve ser aplicada?

Toda e qualquer construção de galpões pode fazer uso desse tipo de cobertura. Na verdade, é fundamentalmente indicado que o faça. As razões para isso são a economia de recursos após finalizada sua construção. Cerca de 35% de toda energia consumida no país vem do setor industrial, então esse é um ramo que merece especial atenção quando da construção de suas instalações.

Ao optar por um telhado desse tipo, recursos de geração de energia e iluminação são economizados durante a vida útil do empreendimento. Em épocas de construções sustentáveis, essa é uma ótima opção para aliar estética e funcionalidade. Até mesmo na hora de conseguir um financiamento bancário para a empreitada, as instituições financeiras costumam priorizar esse tipo de projeto em suas carteiras de investimentos.

Outra boa aplicação além das plantas industriais são os centros comerciais. Como costumam ter grande circulação de pessoas realizando suas compras, esse tipo de implementação favorece o bem-estar dos compradores devido a melhor climatização do ambiente. Certamente, um centro comercial desse tipo torna a experiência de compra bastante mais agradável, mostrando ter uma melhor viabilidade econômica.

Como deve ser o projeto?

O detalhe mais importante a ser seguido em uma cobertura shed é para onde se orienta o telhado. Quando falamos de Brasil (localizado no hemisfério sul do planeta), a cobertura deve obrigatoriamente estar orientada para o sul. A razão dessa orientação é permitir que a iluminação adentre a edificação sem ocorrer a incidência direta dos raios solares.

Para ficar mais claro: seguindo a orientação sul, o interior da edificação receberá luminosidade, mas não o sol diretamente. A incidência direta dos raios solares faria com que a temperatura interna do ambiente ficasse elevada, o que vai na contramão dos objetivos de uma cobertura desse tipo. O importante é que apenas a claridade da luz solar seja aproveitada, dispensando o calor que ela gera.

Outra observação indispensável a projetos desse tipo é a geometria utilizada. Por essa razão, esses telhados também são conhecidos como “dentes de serra”. Nesse sentido, eles funcionam como extratores de ar, pois em sua concepção é provisionado o aproveitamento das correntes de ar. Para isso, devem ser previstos o uso de dutos adução e dumpers. Toda esse aparato proporcionará o correto controle da vazão de ar no interior.

Quais são as vantagens?

As principais vantagens se concentram na gestão de recursos, em especial no que se relaciona aos gastos com energia elétrica. Ao utilizar esse tipo de construção na cobertura da edificação, o ambiente ganha no processo de iluminação. Com isso, menos luz artificial será necessária no interior da construção devido ao aproveitamento dos raios solares.

Sendo assim, deve haver um casamento entre os projetos de construção da cobertura shed e o projeto de iluminância do interior da edificação. Este último diz respeito à parte da iluminação artificial do empreendimento, e será tão mais exigido quanto menos se fizer uso da iluminação natural. É nesse ponto que se torna uma vantagem contar com esse tipo de telhado, pois ele torna menor o projeto de iluminação por meio das lâmpadas.

Outro ganho considerável diz respeito ao conforto térmico dos ocupantes e frequentadores do local. Como o design do telhado favorece a circulação das correntes de ar, a aclimatação do local se torna mais agradável. Novamente, há ganhos com economia de energia, pois os condicionadores de ar podem ser de menor porte, devido à menor necessidade de climatização do ambiente.

Esses pontos devem ser levados em conta porque um dos maiores consumos de energia diz respeito à climatização. É fundamental elaborar uma edificação que faz menor uso de sistemas de refrigeração. Isso ocorre porque a demanda de energia gasta com esses sistemas é muito alta, o que pode acabar por desviar recursos que devem ser destinados ao negócio central da pessoa jurídica.

A cobertura shed pode ser considerada um primor na construção de telhados. Isso se dá pelo fato de que esse tipo de empreitada favorece o surgimento de edificações funcionais e mais eficientes. Além de tudo, proporciona ganho em economia quando relacionado aos gastos com energia elétrica, devido ao ganho em iluminação e climatização. É preciso ter um bom planejamento para que a aplicação se torne, de fato, eficiente.

Gostou de conhecer mais sobre esse tipo de cobertura? Entre em contato conosco e implemente de vez essa categoria de telhado na sua construção!

área grande com vão livre

Saiba como planejar um vão livre corretamente!

Os sistemas estruturais da construção civil estão evoluindo a cada dia, e já é possível vencer grandes vãos livres com elementos leves e seguros para os usuários. Os principais motivos pela escolha dessa proposta costumam ser a estética e o aproveitamento de espaço que ela proporciona às construções.

Por desafiar as leis estruturais, os projetos com vão livre são bastante apreciados em obras arquitetônicas, o que o torna o elemento principal na identidade visual do empreendimento. Além disso, essa solução se mostra interessante por combinar diversos materiais e técnicas, de forma a vencer todos os esforços aplicados à estrutura.

Adriano Hipólito, Supervisor de Projetos da Regional Telhas, esclareceu as principais dúvidas sobre o assunto para que você conheça as vantagens do vão livre e saiba como projetá-lo de maneira segura e eficiente. Boa leitura!

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Qual é a importância do vão livre para um projeto?

O vão livre pode ser descrito como a distância entre os apoios de uma laje ou cobertura, formado por um sistema estrutural seguro e econômico. Dependendo da proposta do projeto, esse conceito permite obter ambientes mais espaçosos e limpos visualmente. Além disso, o vão livre oferece:

  • melhor aproveitamento dos cômodos para a disposição de móveis e objetos;
  • acesso e trânsito de pessoas;
  • redução de custos do empreendimento.

De acordo com Adriano, “o vão livre pode ser considerado em qualquer projeto bem-estruturado, que segue um partido arquitetônico em que há a necessidade de otimizar o espaço útil para um melhor aproveitamento”. A eliminação significativa de pilares e vigas de apoio e o emprego de materiais mais leves e resistentes torna a obra de baixo custo ou de custo equivalente aos meios tradicionais.

Em muitos casos, o vão livre também permite economizar materiais como concreto e aço, o que adiciona um apelo ambiental na escolha por esse modelo de construção.

Quais são os principais desafios de projetos com vão livre?

Um dos grandes desafios trazidos pelo uso do vão livre é a concepção de um estrutura que seja adequada e igualmente segura aos usuários. Para cada projeto, existe um ou mais materiais e sistemas apropriados, e cabe ao engenheiro estrutural analisar e escolher a melhor solução.

As primeiras considerações feitas são em relação aos esforços aos quais a estrutura será submetida ao decorrer da sua vida útil, bem como as deformações máximas admissíveis. No caso de pontes, passarelas e grandes vãos de edifícios, é necessário verificar o conforto humano diante das vibrações excessivas.

De acordo com Adriano, a escolha dos materiais mais adequados para cada situação apresentada depende do tipo de projeto. Em uma ponte, por exemplo, há a necessidade de considerar a incidência das intempéries no cálculo estrutural, como ventos, umidade, tráfego de veículos, tipo de solo e outros fatores que podem afetar a estrutura.

Em relação às coberturas metálicas, o desafio começa na definição do partido arquitetônico, pois há cada vez mais projetos em formatos ousados, com vãos livres grandes e com pouco ou nenhum apoio intermediário. Sendo assim, os projetistas devem ter amplo conhecimento sobre os materiais e suas aplicações para garantir a segurança e um bom custo-benefício para a obra.

Adriano ainda destaca que existem diversos tipos de aços estruturais e telhas no mercado que resistem a grandes vão livres entre apoios.

Quais são os limites de projetos com vão livre?

Todo material da construção civil tem limites de resistência que dependem, entre outros fatores, do comprimento do vão. Existem maneiras de aumentar essa capacidade ao compor elementos estruturantes. Para que isso aconteça, o arquiteto precisa entender do assunto ou buscar conhecimento no mercado juntamente a outros profissionais, a fim de conceber o projeto com segurança e viabilidade.

Quais são os materiais e sistemas mais utilizados nesse tipo de projeto?

Em edifícios residenciais e comerciais, os sistemas mais utilizados são os pórticos de concreto protendido, as estruturas metálicas e as mistas de concreto e aço. Em construções mais robustas, como coberturas de estádios ou ginásios, a solução mais comum é a estrutura metálica espacial, em arco ou tensoestruturas, que são compostas por armação de cabos de aço e uma cobertura de tecido — resistente, mas muito leve.

Adriano ressalta que o aço tem sido o material mais considerado para projetos de vãos livres por permitir mais leveza e agilidade na execução a um custo relativamente baixo. “Temos o concreto protendido, que também é muito utilizado. Ele costuma ser mais esbelto que as estruturas de concreto convencionais, mas por ser muito pesado, ele se torna inviável em certas situações”.

O uso do aço nas estruturas das obras também vem aumentando devido à disseminação do conhecimento e à necessidade de atender a demandas cada vez maiores em projetos em todos os segmentos da construção civil — desde uma pequena casa até um grande complexo de obras.

Quais são as vantagens das estruturas metálicas para o vão livre?

Uma das principais vantagens do aço na construção de estruturas com grandes vãos livres é o seu baixo peso específico. Dessa forma, é possível executar projetos ousados sem prejudicar a segurança dos usuários e, ao mesmo tempo, reduzir os custos com estruturas diretas e indiretas, como as fundações.

Outro benefício desse material é que, por serem mais versáteis, as estruturas metálicas podem ser facilmente moldadas a diversos tipos de projetos e apresentam baixos índices de geração de resíduos, que ainda podem ser reutilizados ou reciclados.

Além disso, o aço apresenta vantagens no que diz respeito à produtividade, tanto na sua fabricação quanto na montagem da estrutura — o que ajuda a diminuir os prazos de entrega.

Como você viu neste artigo, o uso do vão livre em projetos estruturais é uma ótima solução para aproveitar todo o espaço dos ambientes e conferir identidade visual ao empreendimento. Para que tudo saia conforme o planejado, é importante fazer um bom projeto, calcular e considerar todos os esforços incidentes na estrutura, especificando os materiais adequados.

Se você ficou com alguma dúvida sobre as estruturas com vão livre, entre em contato conosco para que possamos lhe ajudar!