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Confira 5 dicas de gerenciamento de projetos na construção civil

Confira 5 dicas de gerenciamento de projetos na construção civil

A construção de um prédio envolve muito mais trabalho do que aparece no canteiro de obra. É necessário lidar com fornecedores, capacitar a equipe e fazer um planejamento para um projeto que pode durar vários anos. Para que tudo isso leve ao resultado desejado, deve ser feito um bom gerenciamento de projetos na construção civil.

Se você é um profissional da área, certamente já notou como algumas questões mais burocráticas do dia a dia podem acabar prejudicando bastante seus resultados. Quando falamos em um trabalho que exige grande investimento de tempo e recursos, esses riscos devem ser evitados sempre que possível.

Para ajudar você a entender melhor a importância de um bom gerenciamento de projetos, explicaremos melhor o que ele faz e daremos algumas dicas para colocá-lo em prática. Acompanhe!

A importância de investir no gerenciamento de projetos na construção civil

Alguns profissionais se preocupam demais com as pequenas tarefas realizadas no dia a dia da obra e acabam esquecendo de gerenciar o projeto como um todo, porém essa perspectiva mais holística tem diversas vantagens. Veja aqui alguns exemplos!

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1. Otimização de custos

Nenhum projeto tem orçamento ilimitado. Uma vez que ele seja negociado, você terá um limite de recursos que pode utilizar, então é importante que você consiga extrair o máximo de benefício possível de cada centavo utilizado dentro da obra.

Um bom gerenciamento é uma forma de alcançar esse objetivo. Acompanhar as despesas à medida que elas surgem, estabelecer limites de gastos em determinadas áreas, entre outras coisas, pode poupar bastante dor de cabeça e evitar imprevistos.

2. Identificar e corrigir erros antes que se propaguem

Outro aspecto importante do gerenciamento na construção civil é o acompanhamento do projeto para assegurar sua melhor execução. Isso inclui também verificar se todos os processos estão seguindo como o planejado ou se há algum erro que pode afetar negativamente a entrega do produto final.

Caso haja algum problema, é sempre melhor corrigir tudo o quanto antes. Se você deixar algum erro passar quando ele é pequeno, é bem provável que precise lidar com várias outras situações mais graves no futuro.

3. Evitar desperdício de material

Por fim, mas não menos importante, um bom gerenciamento também permite distribuições dos recursos que já se encontram à sua disposição, evitando desperdício. Considerando que deve haver toneladas de materiais para utilizar, mesmo uma perda de 0,5% pode ter um peso bem grande no seu orçamento.

Tomar pequenas atitudes no dia a dia para minimizar esses desperdícios, como reorganizar o estoque e redistribuir restos de material entre diferentes partes da obra, pode melhorar bastante o aproveitamento do seu orçamento. No longo prazo, isso também aumenta a rentabilidade do projeto como um todo.

5 dicas para melhorar seu gerenciamento de projetos

Agora que você entende melhor a importância do gerenciamento de projetos na construção civil, o próximo passo é aprender como colocar essa ideia em prática. Para auxiliar você com essa tarefa, listamos aqui algumas dicas. Confira!

1. Defina o escopo do projeto

Antes mesmo de começar a trabalhar, é importante ter em mente a proporção do que precisa ser feito. Sem isso, você pode acabar aceitando alguma proposta sem entender todo o conceito, recursos e tempo que serão exigidos. Isso quase sempre leva a algumas perdas de qualidade.

Ao conversar com seu cliente, tente entender ao máximo qual será o escopo do projeto. Isso inclui o tamanho da construção, a quantidade de tecnologia que estará envolvida na estrutura, dentre outras qualidades que podem afetar a quantidade de trabalho envolvida. Isso economizará bastante dor de cabeça a longo prazo.

2. Tenha um cronograma de trabalho bem estruturado

Com o escopo definido, o próximo passo é definir o cronograma da obra. Isso inclui a agenda de entregas dos fornecedores, horários de trabalho, diferentes estágios do processo, entre outras coisas que precisam ser definidas com antecedência. Quanto mais detalhado for, melhor será.

É verdade que, pela própria natureza do trabalho, não é tão fácil assim seguir essa agenda à risca. Porém, mesmo com alguma flexibilidade, ela ainda é um bom guia para manter o controle de todos os processos e assegurar bons resultados.

3. Monte planos para lidar com emergências

Além de ter uma agenda, um bom gerenciamento de projetos na construção civil também exige alguns planos de emergência. Afinal, quando se trata de uma construção que pode levar vários anos para ser entregue, é muito provável que você esbarre em alguns empecilhos ao longo do caminho.

Ter um plano preestabelecido faz uma grande diferença na sua capacidade de lidar com a situação. Uma simples orientação já evita que você passe semanas apenas pensando em como lidar com o problema em questão, o que pode ser a diferença entre salvar ou perder todo o trabalho acumulado.

4. Avalie os recursos disponíveis

Outro aspecto importante do gerenciamento de qualquer projeto é saber quais são os recursos com os quais você pode contar. Não apenas em termos de orçamento, mas também os materiais aos quais você terá acesso na região e os profissionais disponíveis para contratação.

É importante fazer isso antes de começar, pois afeta a maior parte do seu planejamento, mas não deixe de observar esse aspecto ao longo do projeto. Nunca se sabe quando esses números podem sair do controle.

5. Faça o controle da produtividade no dia a dia

Acompanhar as metas alcançadas no canteiro de obras é uma das chaves para assegurar um bom desempenho. Isso permite a você identificar mais rapidamente se alguma tarefa está atrasada, se será necessário reavaliar seu orçamento ou se tudo está indo melhor do que o esperado. Esse conhecimento é sempre útil na hora de revisar seu planejamento e fazer possíveis alterações.

Com essas informações, você já está um pouco mais preparado para fazer o gerenciamento de projetos na construção civil. Com estas práticas, você pode administrar múltiplas obras com muito mais facilidade.

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Telhas para parede: como usar esse recurso da melhor forma?

Telhas para parede: como usar esse recurso da melhor forma?

Graças a avanços na ciência e engenharia, a construção civil tem muito mais opções para elevar a qualidade das estruturas e otimizar custos. Algumas destas, a maioria das pessoas nem imagina. Um bom exemplo disso são as telhas para parede, um recurso cada vez mais utilizado em diversas construções.

Essas telhas, especialmente as de metal, têm ganhado bastante destaque, pois apresentam várias vantagens em qualquer projeto de engenharia civil. Se você ainda não conhece bem os benefícios deste material, então precisa se atualizar o quanto antes para elevar a qualidade do trabalho realizado.

Quer entender mais sobre as telhas para parede e como elas podem ser aplicadas corretamente? Acompanhe!

Quais são os principais tipos de telhas metálicas?

Assim como existem muitas variações de peças e materiais utilizados em construção, as telhas metálicas também podem vir em diferentes formatos, de acordo com a sua necessidade. Veja aqui alguns exemplos e em que contextos sua aplicação é a melhor!

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1. Convencional ondulada

São alguns dos modelos mais comuns de telhas. Se você procurar, deve encontrar esse tipo em quase todo telhado. Isso por que elas são muito usadas para cobrir pequenas brechas entre os suportes, formando miniarcos ao longo da estrutura. Em geral, são placas bem finas, com 0,4 cm a 0,7 cm de espessura. Isso faz com que elas também sejam bem leves e eficientes para cobrir qualquer espaço, mesmo que você não tenha telhas sob medida para toda a superfície.

2. Convencional trapezoidal

O modelo trapezoidal, como o nome já diz, tem sua estrutura em forma de trapézio, deixando um espaço bem elevado entre a base e a superfície da telha. Com um ponto de contato menor, é possível inserir material isolante ou mesmo reforçar a estrutura de outras formas.

Esse é um dos modelos mais usados em estruturas comerciais, pois sua instalação tende a ser bem rápida e flexível. As peças podem ser produzidas em diferentes tamanhos, de acordo com a necessidade do projeto, além de serem mais fáceis de instalar. Excelente se você tem um prazo apertado para entregar resultados.

3. Autoportante trapezoidal

Em alguns tipos de imóvel, principalmente grandes centros comerciais e galpões, você não quer ter que desperdiçar espaço nenhum. Sendo assim, ter uma telha capaz de suportar a si mesma, sem necessidade de uma estrutura complementar, é muito mais econômico e eficiente. Esse é o caso do modelo autoportante.

Seja como telhas para telhado ou telhas para parede, elas são muito úteis. Sua estrutura é feita para se apoiar diretamente nas pilastras, distribuindo seu peso e reduzindo a necessidade de uma estrutura metálica. Isso economiza bastante tempo e dinheiro na hora de executar o projeto.

4. Forro

Em alguns casos, o propósito principal da telha não é apenas a cobertura, mas também o isolamento e a proteção da estrutura interna do imóvel. Para isso, as telhas do tipo forro são as mais eficientes disponíveis no mercado.

Isso acontece porque este tipo de telha possui três camadas: a de cima é a telha em si, similar aos outros modelos; a segunda camada é feita com uma espuma de poliuretano; e a última, por sua vez, é um revestimento de PVC. A combinação desses três materiais oferece um bom isolamento acústico e térmico, o que é útil em qualquer imóvel.

Como as telhas para parede são utilizadas?

As telhas metálicas podem ser aplicadas em outros lugares além do telhado. Uma das possibilidades mais comuns hoje em dia é o revestimento de paredes em galpões, oficinas e edifícios comerciais, agindo como uma proteção extra contra chuva e vento e como uma camada extra de isolamento acústico e térmico. Dependendo do propósito da estrutura, esse é um excelente investimento.

Em alguns casos, elas também podem ter uma finalidade estética. Telhas de cores diferentes podem ser usadas em composições, enquanto a superfície metálica pura também pode contribuir com a estética desejada, tudo isso combinado às vantagens técnicas para o projeto.

Quais são as vantagens das telhas metálicas para parede?

Considerando todas essas opções, por que você escolheria usar telhas para parede em seu projeto? Veja aqui alguns bons motivos!

1. Maior durabilidade

Telhas feitas de aço inox são algumas das mais duráveis em todo o mercado, sendo uma ótima opção de material para qualquer estrutura. Isso significa menor índice de oxidação, menor custo de manutenção e menor índice de acidentes durante a vida útil do imóvel.

Elas são um investimento um pouco mais elevado do que telhas de aço padrão ou de outros materiais, mas quase sempre valem a pena, especialmente se você quiser ter uma estrutura que renda bastante no médio e longo prazo.

2. Redução dos custos da obra

Fazer uma cobertura ou revestimento usando outros materiais, como massas e tintas, quase sempre demanda mais recursos e mão de obra, o que pode pesar bastante no orçamento. Quando você tem recursos mais limitados, é necessário encontrar soluções mais eficientes.

As telhas de metal são uma ótima opção nesse ponto. Em geral, elas apresentam uma boa relação entre custo e benefício, permitindo que você cumpra os mesmos resultados sem ter que investir tanto logo de cara. Ótimo também para estruturas temporárias.

3. Montagem mais rápida

Como todas as peças das telhas para parede já vêm no tamanho certo para cobrir a estrutura, basta encaixá-las assim que chegam ao canteiro de obras. Isso permite que sua equipe termine todo o processo em bem menos tempo que o normal, economizando tanto no prazo de entrega quanto no custo da execução.

4. Reforço do isolamento acústico

Por fim, mas não menos importante, a superfície das telhas metálicas, especialmente na telha de forro, é ótima para isolar acusticamente a parte interna de qualquer projeto. Se você está trabalhando em um imóvel que precisará desse isolamento, como um estúdio, por exemplo, esse material ajudará bastante sem prejudicar seu orçamento.

Agora que você entende melhor as vantagens das telhas para parede, é hora de incluí-las em seus projetos. Com a grande variedade de modelos oferecidos, sempre haverá algo que possa ser encaixado em sua obra.

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Saiba como usar o concreto armado na construção civil

Saiba como usar o concreto armado na construção civil

O concreto armado é uma das estruturas mais utilizadas na engenharia civil. Linguagens arquitetônicas importantíssimas, como o Modernismo, já o utilizaram para criar obras incríveis. Por exemplo, Oscar Niemeyer destacou esse material na construção de Brasília, nos seus edifícios da Lagoa da Pampulha etc. Hoje em dia, além do uso mais artístico, ele também pode ser empregado nos mais diversos projetos para trazer mais praticidade e agilidade a eles.

Os empreendimentos podem aproveitar as estruturas pré-fabricadas de concreto armado nas vigas e nas paredes. Desse modo, etapas demoradas na construção civil poderão ser abreviadas. Quer saber mais sobre o assunto? Então, acompanhe o nosso post!

O que é exatamente o concreto armado?

Esse material tão importante nas obras atuais foi criado em 1849 por um engenheiro francês chamado Lambot. Inicialmente, não fez muito sucesso até que, no século XX, com o surgimento das tecnologias da engenharia de massa, ele passou a ser essencial em muitos projetos diferentes.

O conceito por trás dele é relativamente simples: utiliza-se uma armação de aço, a qual é preenchida por concreto. Assim, pode-se aliar as vantagens de cada um. O aço tem baixa resistência à compressão e à tração e pode, portanto, ser moldado em diferentes formas, como as curvas. Já o concreto é viscoso nas etapas de fabricação, porém apresenta alta resistência à compressão no estado sólido.

Unindo os dois, temos uma ferramenta extremamente versátil, a qual pode ser empregada em diversos momentos da obra, como:

  • lajes;
  • vigas;
  • pilares;
  • sapatas;
  • blocos;
  • paredes etc.

No entanto, para ter mais segurança, será essencial contratar/ter equipes especializadas no assunto. Afinal, cada uma dessas estruturas necessita de um dimensionamento específico para a proporção de aço e de concreto a fim de manter a segurança. Aqui, entra o trabalho dos engenheiros calculistas, os quais analisam a resistência do concreto, a quantidade de bitolas de aço, o espaçamento entre elas etc.

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Quais são as principais características do concreto armado?

Esse material é reconhecido na construção civil devido a alguns diferenciais, como a versatilidade e a facilidade de fabricação.

Versatilidade

O concreto fresco é altamente escoável e viscoso e, portanto, adquire a conformação das formas nas quais é inserido. Com isso, você poderá criar diferentes configurações de cofragem a fim de adequar às exigências do projeto arquitetônico, explorando formas, superfícies, texturas e tamanhos.

A estrutura metálica de suporte dá funcionalidade, pois aumenta a resistência à tração. Assim, as estruturas podem ser utilizadas nas construções, suportando a movimentação de pessoas e do solo.

Facilidade de fabricação

Não são necessários processos de produção muito avançados para a construção de estruturas de concreto armado. Com os equipamentos de processamento de concreto, formas e uma mão de obra adequada, você consegue produzir praticamente qualquer estrutura com muita agilidade.

Agilidade

Além disso, quando são utilizadas estruturas pré-fabricadas, como as vigas, etapas complexas de construção são substituídas pela montagem das peças. Isso diminui consideravelmente o tempo gasto com as estruturas de sustentação, por exemplo.

Quais são os benefícios de utilizar esse material na construção civil?

Diante disso, é possível conquistar alguns benefícios no canteiro de obras. A seguir, falaremos dos principais.

Durabilidade

A vida útil de uma estrutura de concreto armado dependerá de suas características, como espessura, quantidade de barras utilizadas, a tração a que está submetida etc. Mesmo assim, é uma das mais altas na construção civil. Em alguns casos, estima-se que ela é superior a 100 anos.

Afinal, estamos falando de dois materiais muito resistentes à deterioração, o aço e o concreto. Porém, eles estão submetidos naturalmente ao desgaste. O metal pode se comprometer devido à corrosão, principalmente quando exposto à umidade, enquanto o concreto pode sofrer quebras e rachaduras. Felizmente, há medidas de restauração importantes, as quais podem aumentar bastante a durabilidade.

Hoje em dia, muitas obras construídas com concreto armado no início do século XX ainda estão muito funcionais. Para isso, receberam a manutenção adequada, o que é imprescindível em qualquer tipo de estrutura.

Resistência

Esse é um dos grandes diferenciais desse material, pois, ao reforçar o concreto com uma armação metálica, é possível aumentar sua resistência à tração consideravelmente. Assim, quando for submetido a qualquer tipo de movimento mínimo, a estrutura de aço absorve o impacto e evita que o concreto se quebre.

Mesmo que haja alguma rachadura, a armação também é capaz de manter a segurança da edificação por um bom tempo. Isso evita vários tipos de acidentes. Por essa razão, ele é utilizado em várias regiões susceptíveis a terremotos após passar por alguns tratamentos específicos.

Otimização de recursos

O concreto armado, apesar de necessitar de calculistas para o dimensionamento correto, ainda é um dos materiais que menos exigem mão de obra especializada em um canteiro de obras. Além disso, você poderá obtê-lo por meio da terceirização de serviços ao encomendar pré-fabricados. Desse modo, há uma economia significativa em relação a recursos humanos.

Além disso, no processo de fabricação dessas estruturas, praticamente só são utilizados materiais relativamente baratos na construção civil, o aço e o concreto. Tudo isso traz uma redução de custos em relação a outros processos, como a alvenaria. Quanto maior for o projeto, mais perceptível será essa vantagem.

Custo de manutenção

Outro benefício importante é o baixo custo de manutenção, pois há vários serviços especializados em patologias do concreto. Uma maior oferta ajuda a manter preços mais competitivos. Ademais, os materiais e os processos utilizados no reparo são bastante simples na maioria das vezes. A tecnologia também ajuda a elaborar ações mais precisas.

Hoje em dia, por exemplo, pode-se utilizar os sensores de raios infravermelhos para localizar áreas mais úmidas e, consequentemente, mais expostas à corrosão das barras metálicas e à lavagem de minerais do concreto.

Portanto, a utilização do concreto armado na construção civil está diretamente relacionada com ganhos de produtividade. A armação de aço garante a segurança, a versatilidade e a agilidade enquanto o concreto traz resistência e durabilidade. Podemos falar que esse é o casamento perfeito para o nosso setor, o que faz esse tipo de estrutura ser praticamente unânime desde os projetos mais simples até os mais complexos.

Quer saber mais sobre como tornar suas obras ainda mais efetivas e ágeis? Então, confira o nosso post sobre como fazer um planejamento de obras eficiente.

Confira os motivos para utilizar poliestireno expandido em um isolamento!

Confira os motivos para utilizar poliestireno expandido em um isolamento!

Há diversos materiais envolvidos na construção civil, desde a base estrutural de um imóvel até adicionais para elevar seu nível de qualidade. Um fator cada vez mais importante aqui é o isolamento, que afeta diretamente a qualidade de vida dos usuários. Felizmente, existem vários materiais à sua disposição, como o poliestireno expandido, que apresentam excelente qualidade.

Se você está em dúvida sobre qual material de isolamento utilizar na estrutura do seu próximo projeto, essa é uma ótima opção, tanto pela qualidade quanto pela relação custo-benefício.

Quer entender melhor as características desse poliestireno? Acompanhe!

O que é o poliestireno expandido?

Também chamado de EPS, esse é um material plástico rígido e poroso, muito utilizado em vários tipos de estrutura. No Brasil, ele é mais conhecido como isopor, mas não é o mesmo utilizado em caixas de bebidas e afins. Ele é fabricado para possuir uma estrutura bem mais resistente, com diversas aplicações.

Quais são suas aplicações?

Antes de optar por qualquer material, é importante ver quais são suas principais qualidades e como ele pode ser usado. Veja aqui alguns dos propósitos possíveis do poliestireno dentro de uma obra!

1. Isolamento térmico

Uma das principais características desse material é que, devido à sua composição, ele é muito bom para evitar a passagem do calor. Sendo assim, ele é muito útil para fazer o isolamento térmico de uma estrutura, suportando temperaturas de -50ºC até 80ºC. Não é ideal para locais com alto risco de incêndio, mas é excelente para isolamento de câmaras frigoríficas e de áreas refrigeradas em geral.

2. Isolamento acústico

Devido à sua porosidade, o EPS também não faz a propagação de som e vibrações da mesma forma, o que a torna um excelente isolamento acústico. Considerando como o barulho pode ser um fator problemático em qualquer imóvel, principalmente em prédios e condomínios, essa qualidade é muito bem aproveitada em qualquer lugar. Claro, ainda é especialmente importante em estruturas que exigem esse tipo de isolamento, como estúdios, boates ou casas de show.

3. Componente de estruturação

Além de suas outras funcionalidades, o EPS também possui bastante qualidades que contribuem com a própria estrutura do imóvel, como sua rigidez e durabilidade. Dessa forma, ele pode ser integrado diretamente na estrutura da parede, sem necessidade de acumular novas camadas para cumprir as mesmas funções. Algo bem mais eficiente e econômico que muitas alternativas no mercado.

Quais são as vantagens de utilizar o poliestireno expandido como isolamento?

Agora que você sabe um pouco mais sobre o EPS, por que ele seria a melhor opção disponível para você? Veja aqui alguns dos benefícios que ele apresenta para seu projeto!

1. Alta durabilidade

Como já mencionamos, um dos fatores mais importantes na escolha de um material para construção em engenharia civil é a durabilidade. Se a estrutura está sujeita a muita pressão e intempéries ao longo do tempo, então um material mais resistente sempre será o mais adequado.

Felizmente, o EPS é uma das melhores opções disponíveis no mercado quando falamos disso. Devido à sua composição e meio de criação, o material obtido é muito mais durável, diminuindo a necessidade de manutenção ou de reformas de emergência.

2. Bom isolamento acústico

Outro ponto que já esclarecemos é que, devido à sua estrutura mais porosa, esse material também é muito útil para criar uma barreira acústica, evitando que o som se propague entre cômodos. Quanto mais dedicado for o ambiente, como um estúdio, teatro ou mesmo um quarto de criança, mais importante se torna essa qualidade.

3. Bom isolamento térmico

Mais uma vez, o isolamento térmico também é um fator importante. O poliestireno expandido é ótimo para evitar que a temperatura externa de um espaço influencie a temperatura interna, sendo excelente para preservar um local refrigerado ou para evitar que um espaço fique muito frio.

Apenas lembrando que ele suporta temperaturas de -50ºC até 80ºC, sendo que, durante um incêndio, essas temperaturas podem ser facilmente ultrapassadas. Ainda é importante tomar outros cuidados com o modo de isolamento térmico, além de evitar seu uso em áreas com maior risco de incêndio.

4. Construção mais ágil

Muitos materiais aplicados com as mesmas finalidades podem ser bem difíceis de trabalhar na hora da gestão do canteiro de obras. Massas que atuam como isolante térmico, por exemplo, podem levar dias para secar adequadamente, além de haver maior risco de aplicação incorreta, o que traz um grande prejuízo para o projeto.

Felizmente, o EPS não apresenta muitos desses problemas. Devido à sua estrutura mais rígida, ele pode vir em blocos diretamente no formato e tamanho adequados para a aplicação direta. Isso economiza bastante tempo e recursos durante todo o processo de construção.

5. Material 100% reciclável

Ter construções sustentáveis é cada vez mais importante, especialmente na hora de fazer alterações estruturais em um imóvel. Quando mais partes puderem ser aproveitadas ou reutilizadas, menor será o impacto ambiental e o desperdício de recursos envolvido.

Diante disso, o poliestireno expandido apresenta outra qualidade importante: ele é altamente reciclável. Isso significa que, caso ele seja retirado da estrutura, pode ser processado e utilizado para criar novos blocos. Isso é excelente para economizar em materiais e garantir que haja o mínimo necessário de desperdício.

6. Prevenção da proliferação de mofo

Por fim, mas não menos importante, o acúmulo de umidade no interior das paredes é sempre um grande problema, especialmente nas áreas onde passa o encanamento do prédio. Isso leva à proliferação de fungos, o que pode corroer a estrutura, gerar infiltrações e propagar doenças no espaço interno.

Nesses casos, investir em um isolamento de ESP pode ser a melhor solução possível. A composição do material evita que ele retenha água, o que evita também a proliferação desses fungos. Uma forma excelente de minimizar danos estruturais e assegurar a qualidade de vida de todos os usuários do espaço.

Com essas informações, você já entende melhor as qualidades e vantagens do poliestireno expandido para sua obra. Eles podem ser usados em várias áreas, desde paredes e até mesmo telhas.

Quer descobrir mais? Então entre em contato com a Regional Telhas e entenda melhor as qualidades do nosso produto.

engenheiro fazendo gestao de custos na construcao civil

6 dicas essenciais para fazer a gestão de custos na construção civil

Sabemos que, em tempos de alta concorrência e instabilidade financeira, fazer gestão de custos na construção civil pode ser uma prática fundamental para garantir o sucesso e a sustentabilidade de um negócio.

Com um bom acompanhamento dos fluxos de entrada e saída de recursos, é possível determinar o momento certo para investir e para segurar gastos.

Quer saber um pouco mais sobre a gestão de custos na construção civil e por onde começar esse processo em sua empresa? Então continue a leitura deste artigo!

A importância da gestão de custos na construção civil

A gestão de custos, bem como a gestão de projetos, a gestão de equipes e a gestão de compras, é uma estratégia para aqueles que buscam desenvolver uma visão sistêmica de seus empreendimentos.

As bases de uma boa gestão são:

  • o conhecimento do todo (entender o processo do início ao fim);
  • a capacidade de acompanhamento dos progressos;
  • a avaliação dos resultados e a interpretação dos índices obtidos;
  • a melhoria contínua.

Com estes quatro itens, é possível formular uma estratégia de gestão para qualquer área da construção civil, inclusive a financeira.

Ter uma boa gestão de custos é fundamental para alcançar a redução de gastos, garantir a alocação coerente de recursos nas áreas da empresa e, consequentemente, obter ganhos na produtividade.

Se este assunto interessa a você, fique ligado no próximo tópico! Daremos seis dicas importantes para fazer uma efetiva gestão de custos na construção civil.

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6 dicas essenciais para fazer a gestão de custos na construção civil

Para tornar a gestão de custos na construção civil parte da rotina, é importante incorporar algumas práticas ao dia a dia da empresa. Veja algumas delas a seguir.

1 – Organizar um cronograma

O cronograma de custos deve acompanhar de perto a gestão de obras. É importante separar os estágios da construção e atribuir os gastos necessários a cada um deles.

Assim, você cria uma projeção de custos e, com tempo, negocia melhores condições na obtenção de insumos.

2 – Acompanhar o uso racional de matéria-prima

O uso de recursos de forma racional é o primeiro passo para quem busca trazer eficiência aos processos. Com a gestão de custos na construção civil, não é diferente.

Processos sem controle de matéria-prima tendem a gerar um índice elevado de desperdício, o que certamente contribui para o aumento dos gastos desnecessários em um projeto.

Para evitar que isso aconteça, crie uma política de uso consciente de matéria-prima nas obras: capacite a equipe com técnicas de racionalização, destinação correta de resíduos e redução de desperdício.

A adoção destas práticas trará reflexos positivos para a gestão de custos do projeto.

3 – Escolher bem os equipamentos utilizados

Investir ou alugar equipamentos para executar uma obra pode adicionar custos bastante elevados ao planejamento financeiro de uma obra.

Por isso, não faça essa etapa do processo de forma leviana. Estude os melhores maquinários disponíveis para executar os serviços. Leve em consideração seu custo-benefício e entenda que, muitas vezes, fazer um investimento pouco mais elevado pode evitar prejuízos de larga escala no futuro.

4 – Considerar todas as responsabilidades trabalhistas

Com um bom planejamento de rotinas de trabalho, políticas de uso dos EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), treinamentos sobre Segurança do Trabalho e segurança na construção civil e uma equipe capacitada, é possível prevenir litígios relacionados às responsabilidades trabalhistas.

Quando não cumpridas, essas responsabilidades podem causar uma série de prejuízos à construtora, impactando na gestão de custos na construção civil e até mesmo na entrega dos projetos.

Siga à risca a legislação e evite qualquer chance de sofrer ações trabalhistas!

5 – Utilizar a tecnologia a seu favor

Você sabia que existem softwares especializados em gestão de custos? Pois é! Com as ferramentas, é possível automatizar processos e garantir que o gerenciamento ocorra de forma otimizada e com índices de erro reduzidos.

As tecnologias permitem uma integração entre diversas etapas e setores da empresa, facilitando o compartilhamento de dados, o acesso à informação e tomadas de decisões estratégicas.

6 – Avaliar todos os custos

Uma boa gestão de custos na construção civil deve levar em consideração gastos fixos e variáveis.

Em muitos casos, os custos variáveis não são corretamente contabilizados, o que pode gerar diferenças no caixa e impactos no resultado financeiro do projeto.

Antes de dar início a qualquer projeto, lembre-se de segmentá-lo em etapas (como mencionamos no primeiro item da lista) e de atribuir, a cada uma delas, uma projeção de todos os custos (incluindo os custos variáveis, tomando como base valores anteriores). Com uma planilha de orçamentos, fica mais fácil fazer o detalhamento sem se esquecer de nada!

Para entender melhor que tipo de gasto enquadrar em cada categoria, confira o comparativo abaixo.

Custos Fixos:

  • aluguel mensal de espaço;
  • aluguel mensal de máquinas ou equipamentos;
  • salários de colaboradores fixos;
  • gastos com limpeza e manutenção;
  • planos de internet e telefone;

Custos Variáveis:

  • insumos e matérias-primas;
  • contas de água e luz;
  • mão de obra;
  • horas extras;
  • fretes;
  • alimentação para a equipe de obra.

Erros mais comuns na gestão de custos

Além de dar dicas para fazer uma boa gestão de custos na construção civil, também separamos algumas práticas para evitar. Confira algumas delas e comece seu processo com o pé direito!

Não contabilizar as perdas na matéria-prima

Logo no início da lista de dicas para fazer gestão de custos na construção civil, mencionamos a importância de evitar desperdícios e racionalizar materiais.

Entretanto tão importante quanto usar os insumos de forma consciente é compreender que perdas acontecem, mesmo que haja uma política de racionalização.

Estas perdas precisam estar na gestão de custos. Uma boa forma de garantir isto é apostando no acompanhamento frequente do estoque de matérias-primas. Contagens de insumos no início e no fim de cada dia podem ser aliadas neste processo.

Não saber ao certo o retorno financeiro do negócio

A agitação da rotina acaba sendo, em muitos casos, responsável por impedir que o empreendedor faça uma análise crítica do andamento de seu negócio. Não saber ao certo o retorno financeiro do empreendimento impede a tomada de decisões, fazendo com que haja constante insegurança diante de novas oportunidades.

Com um correto fluxo de caixa, é possível acompanhar entradas de recursos, aliando-as à gestão de custos e garantindo máximo aproveitamento da renda do negócio.

Fazer a gestão de custos na construção civil pode trazer uma série de benefícios ao negócio: riscos reduzidos, maior competitividade, menores gastos, maiores lucros e serviços com mais qualidade.

Se você gostou deste artigo, que tal compartilhá-lo em suas redes sociais? Assim, nossas dicas podem inspirar outros empreendedores a investir na gestão de custos!