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Descubra como se destacar como engenheiro de compras!

Descubra como se destacar como engenheiro de compras!

O engenheiro de compras é uma profissão relativamente nova no mercado. Ela surgiu da necessidade de as empresas elaborarem e monitorarem melhor os seus processos de aquisição de insumos e serviços. Afinal, a grande concorrência do mercado globalizado demanda que as empresas apresentem produtos a preços mais competitivos para conquistar seus clientes.

No entanto, isso potencialmente pode gerar uma queda na receita ou uma diminuição da capacidade de investimento. Assim, os gestores começaram a perceber a necessidade de aumentar os lucros pela via da redução de custos em vez de sacrificar o consumidor com um preço elevado. Nesse contexto, surgiu a necessidade de um engenheiro de compras. Quer saber mais? Acompanhe!

O que é um engenheiro de compras?

Ele é um profissional capaz de auxiliar na redução dos custos das matérias-primas e dos serviços terceirizados, além da elaboração de processos de cadeia de suprimentos mais eficientes. Esse é o grande objetivo de um engenheiro de compras.

A profissão, em si, tem vários níveis. Você começará como um assistente de compras, um cargo ocupado por estagiários e trainees que pretendem fazer carreira no setor. Em geral, não há um curso de graduação tecnológica específica para a engenharia de compras. Estudantes de várias outras áreas, como engenharia de produção e administração, podem trilhar esse caminho.

Como assistentes, eles vão ficar constantemente supervisionados por gestores do setor para aprender, na prática, grande parte das técnicas. Após se formar e iniciar um curso de pós-graduação em engenharia de compras, o profissional poderá almejar o próximo passo da carreira, o comprador júnior.

Apesar de ainda precisar da supervisão de outros colegas, ele já tem uma autonomia maior e uma capacidade de tomar decisões por conta própria. Nesse nível, eles ficam responsáveis pelas pesquisas de fornecedores, contatos operacionais, tarefas burocráticas etc. No entanto, ainda não podem tomar decisões que influenciem as operações ou a gestão da empresa.

Essas tarefas são para o próximo degrau da profissão, o comprador pleno. Em média, eles já contam com quatro anos de experiência no setor e podem se envolver com todas as negociações, até as mais complexas. Geralmente, têm a autorização de aprovar as compras cotidianas sem precisar submeter suas decisões aos superiores hierárquicos.

Tudo isso é feito sem nenhum tipo de supervisão, pois ele já é considerado um profissional completo. Ele também é responsável por tomar as decisões que impactem o plano estratégico da empresa e, até mesmo, modificá-lo.

Por fim, no topo da carreira, está o comprador sênior. Sua principal missão é a elaboração de todo o planejamento de compras de uma empresa, o monitoramento dos resultados e o contato com os principais parceiros do negócio. Ele é considerado o líder do departamento de compras e conhece praticamente todas as técnicas.

Como se tornar um engenheiro de compras?

Para se tornar um engenheiro de compras, não é preciso ter uma graduação específica. No entanto, o ideal é que você tenha um título na área de gestão e administração, como:

  • tecnólogo em logística;
  • tecnólogo em gestão financeira;
  • engenheiro de produção;
  • engenharia civil;
  • administrador;
  • contador etc. 

Desse modo, você já terá familiaridade com várias ferramentas utilizadas para a gestão de compras. Na verdade, o mais importante passo na sua formação será a pós-graduação, na qual você se especializará em engenharia de compras. 

Quais são as suas principais atribuições?

Elabora o plano estratégico de compras

Uma das primeiras tarefas de um engenheiro de compras é a elaboração do plano de compras. Para isso, ele analisa os objetivos comerciais da empresa e pensa como os processos de compras podem ajudar a alcançá-los.

Por exemplo, se uma das metas for “apresentar os melhores produtos no mercado para o público da classe A”, o foco do gestor de compras será procurar os fornecedores mais renomados do mercado, mesmo que eles vendam as matérias-primas mais caras. Ele deverá avaliar presencialmente cada insumo e realizar pequenos testes de qualidade até encontrar aquele que satisfaça as demandas do seu público. 

Por outro lado, o objetivo comercial pode ser ter “o preço mais competitivo entre os concorrentes”. Desse modo, ele deve fazer uma ampla pesquisa de mercado, realizar várias rodas de negociação de preços, verificar se os rendimentos dos insumos desvalorizam o preço etc. 

Realiza pesquisas de mercado

Grande parte das tarefas de um engenheiro de compras envolve as pesquisas de mercado. Por isso, ele deve conhecer muito bem o setor no qual atua. Hoje em dia, há uma competição muito grande, e o profissional pode trazer inúmeros benefícios para as obras se tiver os contatos certos e muita curiosidade em procurar o melhor preço.

Negocia com fornecedores

Esse é o principal diferencial de ter um engenheiro de compras em um projeto. Por ele ter conhecimento de mercado e expertise técnica, é o melhor profissional para persuadir os fornecedores a oferecer melhores condições. Afinal, ele poderá falar sobre as perspectivas de longo prazo da parceria, sobre o equilíbrio do preço e da oferta-demanda etc.

Supervisiona os processos de compra 

Entre tantas atividades executadas por ele, não podemos deixar de falar da supervisão dos processos de compra. Ele é o responsável pela monitorização das métricas e dos indicadores do setor. Em caso de mau desempenho e baixa produtividade, será ele o responsável por desenvolver medidas corretivas. 

Qual é o perfil esperado pelo mercado?

Capacidade de negociação

Esse profissional deve ser persuasivo, com uma boa retórica. Ele será uma espécie de vendedor da sua empresa para os fornecedores, mostrando como a oferta de boas condições nas compras pode levar a um relacionamento duradouro. Desse modo, ele os convence a trocar a lucratividade de curto prazo pelo longo. Para isso, também é imprescindível que ele tenha um excelente conhecimento técnico, pois frequentemente precisará apresentar dados para o convencimento. 

Proatividade na busca por parcerias

As melhores parcerias não vêm até você, elas são frutos de um processo de busca ativa. Para isso, você deve fazer uma ampla pesquisa do mercado e conversar com colegas do setor até encontrar o fornecedor certo. Depois disso, ainda há um longo processo de diálogo em que todas as partes negociam os melhores termos e chegam a um contrato excelente.

Inovação

A inovação vem da busca por novos canais de comunicação e da utilização de sistemas digitais automatizados para o monitoramento de toda a gestão de compras. Assim, o engenheiro desse departamento deve também ter conhecimentos e curiosidade em relação à tecnologia da informação.

Em praticamente todos os tópicos, você deve ter visto que uma das principais tarefas do engenheiro de compras é encontrar um bom fornecedor, negociar bons termos com ele e gerenciar essa relação. Isso é imprescindível para o negócio, pois os parceiros adequados trabalham junto à sua empresa no projeto, entendendo suas demandas específicas. A partir disso, ele apresenta os melhores produtos e oferece as melhores condições para que sua obra tenha sucesso.

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Como determinar a viabilidade econômica de um empreendimento?

Como determinar a viabilidade econômica de um empreendimento?

Determinar a viabilidade econômica de um negócio não é uma tarefa muito simples, pois demanda a análise de vários fatores de ordem financeira e de um mapeamento preciso dos riscos do projeto. Com isso, os gestores e as demais partes interessadas podem tomar decisões corretas que não comprometam o escopo desejado pelos clientes atuais e potenciais. 

Neste post, explicaremos melhor o conceito de viabilidade econômica e sua importância para a construção civil. Depois disso, daremos algumas dicas para que você não falhe nesse momento. Quer saber mais? Acompanhe! 

O que é a viabilidade econômica de um projeto? 

A viabilidade econômica de uma obra é um estudo global sobre as condições internas e externas que permitirão a finalização do projeto com lucro. Assim, é uma ferramenta essencial para que os executivos e diretores de uma construtora decidam se vale realmente a pena iniciar o empreendimento naquele momento. Afinal, os riscos financeiros podem acabar trazendo um grande prejuízo para o negócio, além do potencial comprometimento da imagem da marca. 

Nesse tipo de análise, portanto, são levados em considerações pontos, como: 

  • cenário macroeconômico  o gestor deverá avaliar as perspectivas de crescimento regional, as tendências inflacionárias, a taxa de juros, entre outros critérios; 

  • condições financeiras do seu negócio  é preciso saber se haverá dinheiro em caixa suficiente para cobrir todas as demandas do projeto ou se haverá possibilidade de financiamentos e empréstimos; 

  • demanda do mercado  em alguns casos, a baixa procura por empreendimentos no mercado impede a imposição de preços lucrativos e seu negócio operará sem nenhum ganho de receita ou com prejuízo; 

  • capacidade de atração de investidores  uma obra precisa de aporte constante de capital e, nesse sentido, é importante contar com investidores para injetar recursos quando preciso, assim como dividir os riscos. 

Com todos os dados de viabilidade econômica, iniciar um empreendimento não se torna uma aventura, mas uma decisão estratégica dentro dos objetivos comerciais do seu negócio. 

Qual a importância de analisar a viabilidade de um projeto? 

Um dos problemas mais frequentes que levam ao insucesso de empresas na construção civil é o mau planejamento financeiro de um projeto. Elas não dimensionam bem os custos, contam com uma demanda inexistente, estabelecem preços fora do equilíbrio de mercado etc.  

Com isso, muitas obras são deixadas incompletas tanto que, em praticamente todas as cidades, as pessoas podem observar edifícios incompletos e abandonados. A análise da viabilidade financeira visa a eliminar justamente esse problema.  

Como garantir a viabilidade econômica de um empreendimento? 

Definição de metas e objetivos orçamentários 

As metas são todas as vantagens que você deseja alcançar com aquele projeto, é o que ele agregará no seu negócio quando ele for concluído. Assim, vai muito além dos lucros, trata-se de avaliar a posição do novo empreendimento no planejamento estratégico do seu negócio. A seguir, falaremos algumas perguntas que podem ser respondidas nessa etapa: 

  • qual é a lucratividade esperada?

  • quais são os custos desejados? 

  • qual será o benefício da nova obra para a imagem da sua empresa? 

  • como ela melhorará sua posição no mercado?  

São as respostas para perguntas como essas que guiam as metas para garantir o sucesso do empreendimento. Afinal, o gestor deve trabalhar com um tripé para garantir a viabilidade: um bom orçamento inicial, um fluxo de caixa adequado e o alcance de um preço perto do equilíbrio da oferta e da demanda. 

Projeção de receitas, custos e despesas 

Apesar de trabalharmos com muitos números e cálculos, a gestão de uma obra não é uma ciência exata. Há vários fatores que influenciam as receitas e as despesas. Por exemplo, um surto inflacionário pode aumentar significativamente o custo do projeto, gerando várias alterações no orçamento inicial. 

Portanto, o papel do gestor é fazer boas projeções. Assim, ele deverá analisar vários fatores atuais que geram riscos para a obra. Depois disso, ele projetará uma série de cenários e estimará a probabilidade que cada um deles ocorrerá. Isso será essencial para elaborar planos de contingência a fim de evitar que o orçamento extrapole muito o seu escopo inicial. 

Estimativa dos gastos imprevistos 

Certamente, alguns dos riscos elencados no planejamento inicial vão realmente ocorrer. Logo, seu orçamento precisa conter uma estimativa de quanto dinheiro deverá ser reservado para esses gastos inesperados. Com isso, evita-se que haja interrupções na obra, pois um recurso foi direcionado para resolver uma contingência. 

Esse é um ponto muito importante para os investidores de um projeto. Quando eles percebem que há uma gestão eficiente em um empreendimento, eles se sentem seguros para aportar capital.  

Cálculo do tempo da obra 

Todo o orçamento de uma obra deve ser elaborado em harmonia com o cronograma. Afinal, o tempo é um dos principais fatores que influenciam no custo geral de uma obra. Cada dia de atraso significa um gasto maior com mão de obra, aluguel de equipamentos, deterioração de materiais, depreciação de máquinas etc. 

Além disso, um maior tempo expõe o negócio a maiores riscos, pois os cenários macro e microeconômicos estão em constante mudança. Assim, prolongar uma obra pode significar o comprometimento da viabilidade financeira de longo prazo. 

Como a tecnologia pode melhorar a viabilidade econômica de um negócio? 

Primeiramente, a construção civil tem recebido bastante novidades em relação a materiais, peças e equipamentos. Elas ajudam a reduzir os custos com matéria-prima, otimizam os processos operacionais e aumentam a qualidade do empreendimento. Isso por si só já tem auxiliado os engenheiros a fazer projetos mais viáveis, com um custo e um tempo de obra menores. 

Ademais, também surgiram várias ferramentas de gestão muito interessantes. Há aplicações e softwares que acompanham automaticamente vários indicadores de performance de uma obra, além de facilitar o gerenciamento do cronograma e do orçamento. 

Outras, a partir dos dados sobre as condições iniciais do projeto, são capazes de fazer várias análises de risco que ajudam as partes a tomarem decisões adequadas sobre a exequibilidade de seus planos. Com isso, o gestor pode fazer um monitoramento muito mais preciso e corrigir falhas precocemente, antes que elas comprometam a finalização do projeto. 

Portanto, a determinação da viabilidade econômica de um empreendimento é uma ferramenta imprescindível para os gestores de obras. Ela auxilia os processos de tomada de decisão para que sua empresa consiga realizar todas as metas e objetivos traçados em seu plano de negócios. 

Essas dicas são realmente muito úteis para evitar os problemas mais comuns nos canteiros de obras brasileiros, não é mesmo? Então compartilhe nosso post nas redes sociais!

O que fazer para garantir o conforto acústico em um projeto?

O que fazer para garantir o conforto acústico em um projeto?

Bem-estar, tranquilidade, aconchego. Se questionamos a um cliente quais são as sensações buscadas com a realização de uma obra em sua casa ou no ambiente de trabalho, recebemos como resposta pelo menos um desses itens. O conforto acústico é um importante aliado na obtenção dessas características, pois tem como base a garantia de um ambiente sem influência de ruídos desagradáveis aos ouvidos.

Zelar pelo conforto auditivo dos beneficiários de um projeto de obra é lei, e o texto que regulamenta os níveis adequados de ruído para cada ambiente encontra-se disponível nas NBR 10152 e 15575.

Não à toa, para garantir que os estudos sobre o conforto acústico cumpram requisitos previstos na Norma, nosso país regulamentou, desde 2011, o curso superior de Engenharia Acústica, cuja primeira turma se formou em 2014 pela Universidade Federal de Santa Maria (RS).

Com todas essas informações, podemos perceber que proporcionar boas condições acústicas ao cliente não deve ser uma tarefa subestimada. Por isso mesmo, preparamos um artigo com algumas informações importantes sobre como garantir o conforto acústico em um projeto. Continue lendo para saber mais sobre o assunto!

Como funciona o conforto acústico?

O objetivo do conforto acústico é o estudo dos níveis de ruídos que têm interferência direta ou indireta na edificação e sua tratativa, com o objetivo de oferecer ao cliente um ambiente mais harmônico e com menos poluição sonora.

A identificação das fontes de ruído pode gerar impactos que vão desde a escolha de matérias-prima até a definição da posição da edificação no terreno.

Existem formas diferentes de controlar ruídos e intervenções sonoras: atuando diretamente na fonte de ruído, criando obstáculos em seu percurso ou blindando o receptor.

Atuar na fonte de interferência sonora, por exemplo, significa trabalhar para anular essa fonte de som, substituindo-a por outra ou criando barreiras de isolação.

A relação entre isolamento e conforto

A principal diferença entre os dois tipos de trabalho acústico é a origem dos ruídos. Quando tratamos de interferência externa, vinda da rua ou dos arredores, falamos em isolamento acústico, ou o trabalho para impedir que os sons penetrem a estrutura, causando desconforto e incômodo.

O conforto acústico, por outro lado, pode abarcar o isolamento acústico como uma das soluções necessárias para a obtenção do resultado desejado, que nesse caso é a sensação de limpeza sonora no ambiente.

Por que o conforto acústico é importante em um projeto?

Muitas vezes encontramos clientes que pensam que o trabalho de conforto acústico pode ser realizado apenas no pós-obra, no momento de composição do ambiente e conforme o surgimento da necessidade. Entretanto, sabemos que, se considerado desde a etapa de projeto, o resultado é mais eficaz e econômico.

Independentemente do estabelecimento ser particular ou comercial, trabalhar o conforto acústico é essencial para a saúde e o bem-estar de seus usuários. Entre os prejuízos mais comuns causados pela interferência sonora, estão a irritabilidade e as dores de cabeça. Em situações mais extremas, a falta de planejamento pode levar até mesmo a mudanças de pressão arterial ou surdez.

Como elaborar um projeto de conforto acústico?

Quando o conforto acústico é integrado ao projeto de obras desde a sua concepção, é possível harmonizar técnicas e materiais para obter um resultado diferenciado. A seguir você confere algumas dicas que auxiliam na elaboração de um bom projeto de conforto acústico, levando em conta cada um dos aspectos necessários — desde a fase de estudos até a execução.

Identifique o tipo de ruído e trabalhe soluções específicas para ele

A primeira dica é: entenda o cenário do cliente e avalie as soluções de forma personalizada. Se estivermos falando, por exemplo, de um hotel, saberemos que o desempenho do negócio dependerá das soluções pensadas para evitar a propagação de ruídos. O mesmo acontece com escolas, onde há oscilações comprovadas no desempenho dos alunos em decorrência de um planejamento acústico mal-executado.

Nesses caso, é importante avaliar desde a necessidade de isolamento acústico do teto e das paredes — que pode ganhar intensidade de acordo com o material antirruído aplicado entre as chapas, por exemplo — até a necessidade de construção de barreiras físicas, como desníveis, colunas e portas.

Invista em materiais de boa qualidade

O mercado brasileiro já conta com uma vasta gama de materiais acústicos disponíveis. Sua principal funcionalidade é conferir isolamento e conforto aos ambientes, de acordo com a necessidade do cliente.

Mantas, painéis, esquadrias, vidros acústicos e EPS são alguns dos elementos-chave cuja aplicação pode gerar impactos positivos no projeto.

Escolher o material de construção adequado exige um estudo prévio da dimensão do espaço trabalhado e do nível desejado de isolamento de ruídos. Nesse momento, é fundamental compreender as propriedades de cada recurso, evitando que haja um efeito colateral indesejado no espaço.

Um exemplo desse tipo de particularidade é o forro de fibra mineral, que se apresenta como um excelente absorvedor acústico, mas não se sustenta como isolador, permitindo que o som atravesse para o ambiente seguinte.

Considere particularidades do ambiente no projeto

A definição do material adequado para a criação de um ambiente com conforto acústico também depende das características e das particularidades do ambiente.

Se falamos, por exemplo, de um estúdio com ambientes integrados, será necessário pensar em soluções estruturais para minimizar as interferências internas, já que cada som interfere no ambiente de forma ampla. Uma das saídas é trabalhar pisos e tubulações, evitando a propagação dos ruídos estruturais — causados pelo impacto de uso.

Para mitigar os ruídos estruturais, uma das saídas possíveis é apostar em pisos mais silenciosos, como o piso suspenso — que tem pouco contato com o contrapiso — ou o vinílico — mais macio e não produz volume de ruído com o impacto. Para evitar a propagação de sons vindo de equipamentos hidrossanitários, como tubulações de esgoto, uma das saídas é estabilizar a tubulação usando braçadeiras resistentes e isolar o som com mantas de lã mineral.

Busque parceiros que entendam do assunto

Um bom trabalho em equipe é feito quando todos os participantes do projeto têm amplo conhecimento de causa. Por isso, uma dica de ouro para executar um bom projeto de conforto acústico é contar com profissionais especializados na área.

Procure fornecedores para construção civil que trabalhem com os materiais necessários há algum tempo e que tenham clientes de grande porte com projetos bem executados. Essa é uma das formas de atestar a credibilidade da empresa e garantir tranquilidade na execução das etapas do plano.

Garantir o conforto acústico em um projeto exige muita preparação prévia e estudos consistentes sobre as inúmeras possibilidades oferecidas no mercado.

Agora que você já tem em mãos um guia com as principais dicas de como preparar um bom projeto de conforto acústico, que tal assinar nossa newsletter para ficar por dentro de outras temáticas sobre o mundo da construção civil?

Como fazer um planejamento de obras eficiente em 6 passos

Como fazer um planejamento de obras eficiente em 6 passos

O planejamento de obras é uma das etapas mais importantes de uma construção, sendo considerado fundamental para o sucesso de um empreendimento. A maioria dos profissionais da construção civil tem ciência dessa importância, mas poucos lhe dão a devida atenção.

Não é raro encontrarmos obras atrasadas, orçamentos estourados e outros problemas oriundos do não planejamento das atividades, principalmente em obras públicas. No Brasil, apenas 20% do tempo total da obra é destinado ao planejamento. Nosso costume é planejar até certo ponto e, depois, improvisar na medida em que o projeto vai se desenvolvendo.

É importante ressaltar que o planejamento de obras é fundamental para garantir o sucesso da etapa de análise de riscos, identificando as principais ameaças e oportunidades em um projeto. Além disso, os profissionais terão uma visão real da obra, o que ajuda na tomada de decisão e deixa mais fácil a delegação de tarefas e a atribuição de responsabilidades.

Interessou-se pelo assunto? Então, continue a leitura deste artigo e veja como fazer um planejamento de obras eficiente em 6 passos!

Por que vale a pena investir em planejamento de obras?

Cada dia mais, o mercado exige das empresas de construção civil abordagens atualizadas e eficientes no controle e mapeamento das obras. Trabalhar com um planejamento de obras contribui para o alcance dessas metas, demonstrando capacidade técnica, organização e gestão consciente de tempo e recursos.

Além disso, trabalhar de maneira sistematizada com um planejamento de obras também traz alguns benefícios que vão além das etapas iniciais. Conheça alguns deles a seguir:

  • otimiza o andamento do projeto: ter cada uma das etapas desenhadas com antecedência, em primeiro lugar, permite um melhor estudo de tecnologias e metodologias aplicáveis ao serviço prestado. Além disso, cada etapa prevista pode ser viabilizada com mais eficiência e conhecimento de causa;
  • aumenta a produtividade da equipe: com um bom planejamento de obras, a gestão do tempo e dos cronogramas da equipe é feita de forma otimizada. Com todos os dados referentes às etapas de construção previamente planejados, é possível obter um cálculo de mão de obra apurado, trabalhando apenas com a quantidade necessária de pessoas na equipe e potencializando os resultados do trabalho com maior produtividade;
  • reduz gastos e desperdícios: é claro que imprevistos acontecem, mas trabalhar com um planejamento que abarca a antecipação de potenciais gastos é uma forma muito eficiente de poupar. Além disso, ter segmentadas as etapas de um projeto possibilita uma melhor gestão de recursos e matérias-primas, reduzindo o desperdício de materiais;
  • promove a satisfação dos clientes: todo cliente sonha com uma equipe de engenharia capaz de fazer fluir um projeto. Com um bom planejamento de obras, isso é possível! Se executado de forma correta, o plano minimiza atrasos nas entregas das etapas e demonstrará que a equipe opera de forma coerente e produtiva.

Como fazer um planejamento de obras eficiente?

1. Realize um estudo de viabilidade

A primeira etapa é o estudo de viabilidade, que é responsável por verificar se a empresa terá recursos financeiros suficientes para arcar com os custos operacionais do empreendimento.

Em caso positivo, será preciso avaliar os benefícios que o projeto trará para a companhia, ou seja, qual o lucro do empreendimento e em quanto tempo haverá o retorno sobre o investimento.

A melhor maneira de realizar um estudo de viabilidade se dá por meio de uma análise criteriosa dos custos do projeto a ser implantado, do fluxo de caixa da empresa nesse momento e da situação econômica do mercado. Se todas as opções forem favoráveis, a chance de sucesso do empreendimento é grande.

Obviamente, quanto mais informações se tiver sobre o empreendimento, mais completa e fidedigna será a análise de viabilidade. Sendo assim, procure analisar os projetos, as memórias descritivas e todos os documentos da construção. Veja, a seguir, algumas informações que devem ser consideradas na etapa de avaliação:

  • custos com projetos (arquitetônico, estrutural, instalações);
  • lista de equipamentos e ferramentas que serão comprados e utilizados;
  • custos de cada uma das etapas (fundação, alvenaria, instalações elétricas e hidráulicas, acabamentos, entre outros);
  • custos de contratação de mão de obra ou de terceirização dos serviços;
  • custos com regularização e licenciamento;
  • cronograma de obra;
  • BDI (Benefícios e Despesas Indiretas);
  • ROI (Retorno sobre o Investimento).

2. Estabeleça um orçamento

A etapa do orçamento é considerada a mais importante de um planejamento de obras. O cálculo da estimativa de custo do empreendimento pode ser realizado por meio de planilhas de Excel ou com o uso de softwares especializados.

Independentemente do meio escolhido, é preciso prestar muita atenção a cada uma das atividades. Um erro de cálculo ou um orçamento incompleto podem gerar prejuízos incalculáveis para uma empresa.

Para um orçamento completo, deve-se levar em consideração, entre outras coisas, a qualidade dos materiais a serem utilizados, principalmente na fase de acabamento. Um prédio de alto luxo tem itens extremamente mais caros que um construído para as classes C e D.

A mão de obra também deve ser levada em consideração, pensando no prazo estipulado para a construção e, assim, definindo a quantidade de profissionais a serem alocados em cada função.

3. Crie um cronograma

Agora que você já verificou a viabilidade da construção do empreendimento e estabeleceu um orçamento completo, deve dar início ao planejamento de cada uma das tarefas para a execução do empreendimento.

O cronograma nada mais é do que um passo a passo da obra, contendo todas as atividades a serem realizadas, os recursos necessários e o tempo para executá-las.

Um cronograma ideal é capaz de mostrar por onde se deve começar cada uma das etapas, além da ordem de execução e conclusão dos serviços. Não podemos nos esquecer da simultaneidade de atividades, que são tarefas que podem ser executadas em conjunto, de modo que uma não interfira na outra.

Dessa maneira, torna-se viável identificar pontos que merecem maior atenção e serviços que exigem um cuidado maior e/ou necessitam de profissionais qualificados e especializados, facilitando, até mesmo, o preenchimento do diário de obras durante a execução do projeto.

O padrão utilizado na maioria das obras é a escolha de um cronograma físico-financeiro, que alia a execução das etapas da obra com o custo de cada uma delas. Esse documento é essencial para mostrar aos executores o custo mensal, melhorando o controle do fluxo de caixa e a previsibilidade de gastos do empreendimento.

4. Faça a regularização

Outra atividade pertencente ao planejamento de obras é a regularização do empreendimento. Como já era de se esperar, o processo é burocrático e, se não for feito com antecedência, pode atrasar o início das atividades, gerando custos extras.

Uma obra regularizada é importante para que a empresa executora esteja dentro da lei, evitando multas e notificações. Para tanto, verifique o que é exigido no canteiro de obras, como placa indicativa do RT (Responsável Técnico), espaço adequado para almoxarifado, cercamento com tapume, entre outros.

É fundamental prestar atenção a alguns pontos. Veja:

  • matrícula do imóvel;
  • projeto arquitetônico;
  • alvará de construção;
  • ART (Anotação de Responsabilidade Técnica);
  • CND (Certidão Negativa de Débito);
  • AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros);
  • Habite-se;
  • registro do imóvel.

5. Ajuste os prazos

O andamento das atividades exige que o profissional responsável pela execução ajuste os prazos. Obviamente, um bom planejamento de obras não exigirá muitas revisões.

Entretanto, imprevistos podem acontecer, e, quando se perceber que o estipulado está longe do real, é preciso fazer reformulações e adaptações. Ajustar os prazos é essencial para a criação de um planejamento mais eficaz e preciso. Uma boa dica para auxiliar na análise dos cronogramas e realizar ajustes necessários é utilizar um aplicativo de gestão de projetos.

6. Preste atenção ao acabamento

O acabamento também deve ser considerado no planejamento de obras — e não estamos falando apenas das atividades finais de execução do empreendimento, mas de toda a papelada necessária para o licenciamento e a entrega do imóvel.

Assim, é preciso verificar os alvarás sanitários, o Habite-se e outros documentos. A vistoria e a entrega do imóvel para o cliente também devem ser planejadas, marcando data e horário certos.

É válido destacar que a entrega das chaves é um momento especial para os futuros moradores. Então, planeje essa etapa com muito cuidado, garantindo que tudo esteja em ordem e que o cliente se sinta o mais privilegiado possível.

Não se esqueça de repassar o Manual do Proprietário de Imóveis, documento essencial para que os usuários da nova edificação possam saber como conservar e cuidar do bem adquirido.

Como você pôde perceber ao longo deste artigo, a etapa de planejamento de obras é essencial para o sucesso de um empreendimento. Essa é a única maneira de garantir que a execução de uma construção ocorra sem nenhum tipo de improviso, do primeiro dia ao último. Afinal, o planejamento é responsável por manter os imprevistos e o caos de obras sob controle. Pense nisso!

Por onde começar a fazer um bom planejamento de obras?

Sabemos que o planejamento de obras é construído a muitas mãos pelos responsáveis pelas etapas de viabilização de um projeto, mas há algo que permeia cada uma dessas etapas e que influencia profundamente nos resultados obtidos: bons fornecedores e parceiros.

O primeiro passo para começar a fazer um bom plano é buscar, no mercado, profissionais especializados, atualizados e tecnicamente capazes de atender às demandas planejadas (e não planejadas) com agilidade e prontidão.

Pesquise no mercado quais são as empresas tradicionais, com cases de sucesso comprovados, equipe disponível e materiais de alta confiabilidade. Dessa forma, seu planejamento de obras estará consistente e pronto para ser posto em prática.

E aí, gostou do nosso artigo? O que achou das informações que destacamos sobre o planejamento de obras? Para continuar se aprofundando em aspectos essenciais da construção civil, sugerimos a leitura do nosso conteúdo sobre estruturas para telhado em aço ou madeira. Nele, você se inteirará sobre as vantagens, diferenciais competitivos e principais atribuições de cada uma.

O que é telha termoacústica e por que ela é um bom investimento?

O que é telha termoacústica e por que ela é um bom investimento?

O cenário econômico do Brasil indica mudanças positivas para o segmento de construção civil. Indicadores do IBGE apontaram que, entre os meses de janeiro e agosto deste ano, o setor cresceu 2% em relação ao mesmo período do ano passado.

Isso significa que, mais do que nunca, é hora de investir em novas tecnologias, proporcionando aos clientes um trabalho executado com excelência e valor agregado na matéria-prima.

Entender o que é telha termoacústica pode ser fundamental para quem tem esse objetivo. O material pode agregar bastante ao empreendimento que está sendo projetado, garantindo mais conforto térmico e acústico para aqueles que utilizarão o espaço.

Se você tem interesse no assunto e quer se manter por dentro das tendências do mercado da construção, não deixe de conferir este artigo. Continuando a leitura, você descobre o que é telha termoacústica e por que essa é uma inovação da construção civil capaz de revolucionar o mercado.

O que é telha termoacústica?

Telhas termoacústicas são aquelas que, além de servirem como cobertura, também têm como função o isolamento da temperatura (termo) e do som (acústica). Também conhecidas como telhas sanduíche, por serem estruturadas por duas placas metálicas de aço galvanizado (ou galvalume) encostadas uma à outra e recheadas, tal qual um sanduíche, por um material isolante.

Em geral, esse material é gerado a partir de EPS (poliestireno, o famoso isopor) ou PUR (poliuretano), mas pode ser, também, lã de rocha ou de vidro.

Quer saber a diferença entre o uso dos dois primeiros materiais em telhas termoacústicas? Confira nosso comparativo logo abaixo!

Quais as diferenças entre os isolantes poliestireno e poliuretano?

  • Poliestireno: por ter uma alta capacidade de conduzir calor (o chamado Fator K), o poliestireno conserva por mais tempo as temperaturas internas. Além disso, tolera temperaturas mais altas do que o poliuretano.
  • Poliuretano: tem maior resistência à corrosão, sendo, portanto, mais indicado para locais de armazenamento de produtos químicos.

Para gerar o efeito isolante desejado, a espessura das chapas deve ser de, no mínimo, 30mm, mas a medida pode variar conforme a necessidade do cliente.

Como é feita a aplicação dos revestimentos?

A aplicação dos revestimentos das telhas pode ser feita de duas formas: pela colagem do material isolante, como é o caso do isopor nas telhas de EPS; ou, no caso das de PIR e PUR, é possível fazer a união das placas por meio da injeção contínua do produto que será usado entre elas.

Por que usar telha termoacústica?

Agora que já explicamos o que é telha termoacústica, vamos falar um pouco das razões pelas quais essa opção deve ser considerada em seus próximos projetos.

Embora seu uso seja muito comum em coberturas de galpões, as telhas sanduíche vêm sendo também adotadas em projetos domésticos — tanto para as residências simples quanto para as mais sofisticadas. Isso, porque o uso do material, além de ser benéfico para a natureza, traz economia ao eliminar a necessidade de construir lajes, bastando um forro de gesso para dar acabamento interno ao imóvel.

Além disso, hoje em dia, os estreitamentos de obras não exigem alvenaria de cerâmica para isolar o ambiente. Para isso, basta uma telha termoacústica aplicada na vertical, dando ao espaço todas as vantagens que o material pode oferecer. Caso a intenção não seja deixar as placas à mostra, é possível usar steel frame ou dry-wall, por exemplo, como estratégias de revestimento, garantindo um acabamento melhor ao cômodo.

Essa técnica, além de rápida, é bastante econômica, pois reduz a quantidade de mão de obra necessária para executar o projeto, uma vez que não se precisará de pedreiros para fazer o corte das paredes, assentar os blocos, rebocar ou realizar outros trabalhos do gênero.

Além de gerar redução de custos, as telhas termoacústicas são uma alternativa sustentável para o segmento de coberturas, em razão da economia de energia gerada, possibilidade de reciclagem do material e uso de resíduos pouco nocivos ao meio ambiente em sua produção.

Um outro diferencial das telhas termoacústicas é a aparência. Com a popularidade do famoso estilo industrial, essas peças passaram a ser incorporadas aos projetos como forma de agregar valor estético ao imóvel — além, é claro, das vantagens que citaremos logo a seguir.

Quais são as principais vantagens da telha termoacústica?

As termoacústicas não são as telhas favoritas dos engenheiros à toa. Na verdade, elas garantem tantas vantagens para quem opta por usá-las, que nós apostamos que, após ler este artigo, você também estará convencido de implantá-las nos seus projetos!

Quer saber quais são esses benefícios? Então, veja a nossa lista a seguir:

  • proporcionam um custo-benefício melhor do que os demais modelos;
  • geram economia na estrutura metálica;
  • têm excelente vedação e acabamento;
  • não absorvem água, evitando o surgimento de mofos;
  • alguns revestimentos térmicos são retardantes de chamas (autoextinguíveis), e alguns modelos podem, até mesmo, ser resistentes ao fogo;
  • reduzem significativamente os ruídos externos;
  • alguns modelos são bem leves;
  • apresentam grande resistência contra o ataque de animais roedores, insetos e fungos;
  • têm grande durabilidade em regiões com maresia, sendo resistentes à corrosão;
  • garantem mais economia em ar-condicionado e demais equipamentos de refrigeração;
  • garantem grande economia de energia elétrica;
  • são fáceis de ser instaladas;
  • além da função de cobertura, podem ser utilizadas em fechamentos laterais;
  • não quebram com facilidade;
  • são feitas sob medida;
  • são um produto sustentável;
  • têm montagem fácil, rápida e limpa.

Qual é o custo-benefício das telhas termoacústicas?

Como mencionamos acima, uma das grandes vantagens do uso das telhas termoacústicas é o seu custo-benefício.

Esse tipo de telha se destaca por ter a resistência como uma de suas características principais. Por aguentar naturalmente exposição a diversos materiais, sua vida útil costuma ser muito mais extensa do que a das telhas convencionais.

Além de sentir a economia no bolso devido à resistência e à redução de gastos com equipamentos de refrigeração, é possível aumentar o vão entre os apoios da estrutura para telhado, dependendo da espessura das telhas. Espaços com distâncias de 1 metro podem se tornar maiores conforme o modelo e largura da peça escolhida. Essa também é uma forma de reaproveitar a estrutura, evitando gastos e preservando a utilidade do material.

O que levar em conta na instalação das telhas?

Antes de mais nada, é importante mencionar que, para que uma edificação receba corretamente a aplicação das telhas sanduíche, sua instalação precisa estar prevista desde o projeto. Isso faz com que as condições para o assentamento do revestimento estejam ideais.

Além disso, também é fundamental preservar o encaixe das telhas, valorizando suas ondulações e garantindo que as emendas não fiquem expostas, o que poderia ocasionar um deslocamento.

Como é feito o processo de manutenção?

Como todo e qualquer material que esteja exposto às ações da natureza e do homem, as telhas termoacústicas também precisam de manutenção e conservação. Separamos algumas dicas que podem ajudar a manter a conservação e durabilidade do material:

  • é muito importante estar atento à existência de materiais que possam impedir que a água da chuva escoe, pois, quando retida, pode causar pontos de corrosão na peça, mesmo ela sendo bastante resistente;
  • para garantir bom funcionamento e boa apresentação estética, é importante manter a peça limpa. Para isso, basta utilizar máquinas de pressão e sabão neutro;
  • com a exposição constante a intempéries, a peça colorida pode sofrer descoloração, assim como os carros que ficam estacionados com frequência em ambientes desprotegidos do sol e da chuva. Nesse caso, é possível pintar a telha, sempre consultando e seguindo as recomendações do fabricante.

​Além disso, é preciso ter cuidado com instalações feitas no telhado, como antenas e caixas d’água. Para evitar danos ao material, conte sempre com o auxílio de profissionais experientes e especializados.

Como investir em telha termoacústica?

Se você está convencido de que investir em telhas termoacústicas é uma boa solução para o seu negócio, lembre-se de que é muito importante escolher os melhores parceiros. Um resultado ruim em um trabalho terceirizado no segmento da construção civil pode impactar o andamento de toda a obra.

Para evitar que isso aconteça com você, fique atento a algumas dicas para escolher o fornecedor ideal:

  • estude a reputação e a história dos fornecedores: muitas vezes, o preço é o fator de maior destaque numa negociação, mas não se deixe levar apenas por esse aspecto. Conhecer a história da empresa, seus cases de sucesso e alguns dos trabalhos executados ajuda a entender se o potencial parceiro é, de fato, uma autoridade no segmento;
  • busque indicações com quem já trabalhou com a empresa: nada melhor do que ouvir antigos clientes para atestar a qualidade de um fornecedor. Entre em contato com alguns deles e faça perguntas-chave para determinar sua escolha;
  • conheça as certificações e especializações da equipe de atendimento: perceber os pontos fortes da equipe que poderá lhe prestar o serviço contribui para o aumento da credibilidade e confiança gerados pela empresa;
  • procure saber sobre a procedência dos materiais utilizados: saber se o material utilizado pelo fornecedor é de qualidade pode evitar prejuízos futuros na obra. Certifique-se de que os produtos estão de acordo com as normas e técnicas do segmento e faça um bom negócio!

Saber o que é telha termoacústica e como incorporá-la a seus projetos, com certeza, agregará um imenso valor às obras entregues. Lembre-se de seguir as dicas dadas neste artigo para aproveitar ao máximo as funcionalidades do material.

Agora chegou a hora de decidir se é o momento de adotar o item em seus projetos. Caso queira o apoio de uma empresa com tradição e experiência no segmento de construção civil, entre em contato conosco para que possamos estudar as melhores opções para o seu empreendimento!