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Quais são os tipos de madeira para telhado e quais suas vantagens?

homem trabalhando em um telhado de madeira

O uso da madeira para telhado é uma tendência que vem e volta nos projetos de arquitetura. Em determinadas épocas, elas ficam na moda e muitos clientes querem aplicar o material em suas telhas.

No entanto, logo depois, diversas desvantagens são divulgadas e elas caem em desuso. Diante disso, muitas pessoas podem ficar em dúvida se devem empregá-las — ou não — nos projetos. Por isso, preparamos este post para você!

Sim, as telhas de madeira são opções muito bonitas e, por não serem muito utilizadas, trazem uma estética bem diferenciada para as construções. Por sua vez, necessitam de uma manutenção muito cuidadosa — mesmo quando empregadas nas casas pré-fabricadas do mesmo material.

Portanto, a escolha deve se basear nos objetivos dos seus clientes. Quer saber mais para se orientar corretamente? Acompanhe!

Quais são os principais tipos de madeira para telhados?

O primeiro passo para o sucesso de um telhado de madeira é a utilização de um tipo resistente. Ele deve ser capaz de enfrentar os principais riscos que uma telha está sujeita, como os impactos e a umidade. Por isso, você deverá escolher materiais mais nobres e maciços.

Deve-se evitar, ao máximo, as opções mais baratas e industrializadas, como os compensados. Esse tipo de material só deve ser empregado em estruturas temporárias, como galpões de armazenamento de materiais em obras.

Peroba rosa

É uma das madeiras mais nobres disponíveis no mercado, porém apresenta um alto custo e é difícil de ser encontrada. A menos que seu cliente tenha um orçamento muito grande, seu uso é praticamente inviável.

Garapeira

Seu principal diferencial é a resistência natural aos cupins. Além disso, apresenta um valor intermediário e é bem resistente tanto a estresses mecânicos quanto à umidade. Isso a torna uma opção muito interessante para os telhados de diversas estruturas.

Parajú ou maçaranduba

Aqui, temos uma madeira nobre com um preço mais acessível. Por ser muito dura, ela não é muito empregada em móveis e outras estruturas — o que aumenta sua demanda para os telhas e reduz o valor. Sua grande vantagem é a resistência elevada, ideal para suportar os grandes pesos e impactos que incidem sobre uma cobertura.

Carambá

O carambá é uma das madeiras mais utilizadas, pois apresenta um dos menores preços em comparação a outras opções para telhados. Também é muito dura, o que garante um reserva de mercado para a sua aplicação em coberturas. Aguenta bem as forças mecânicas e a umidade.

Sucupira

A sucupira é muito popular no setor de mobiliário, sendo bastante difícil encontrá-la para os telhados. Além disso, sofre uma fiscalização mais intensa dos órgãos ambientais. Então seu valor é bastante elevado para viabilizar seu uso em telhados, apesar de apresentar a resistência necessária para a tarefa.

Angelim

É uma das madeiras mais populares na construção civil. Grande parte das portas, das janelas e dos pré-fabricados são feitos a partir dela. Ela se destaca das opções anteriores por sua leveza, o que facilita o processo de instalação. Ainda assim, é bastante resistente e pode ser utilizada nos telhados.

Eucalipto

É uma das madeiras maciças mais baratas do mercado, pois é extensivamente cultivada no nosso território. Contudo não é muito apreciada nos telhados, pois atrai bastante cupins e é muito sensível à umidade. Então a aplicação de tratamentos é essencial, assim como a manutenção periódica. Com isso, perde um pouco na praticidade para o usuário.

Guarajá

Também é uma opção bastante leve e flexível, sendo bastante utilizada para a fabricação de ripas de madeira. Todavia perde um pouco na estética, pois apresenta um padrão de vincos bem comum e simples.

Quais os benefícios de um telhado em madeira?

As telhas em madeira apresentam algumas vantagens bem legais. Infelizmente, no geral, elas não compensam os seus grandes problemas.

Estética

O grande motivo pelo qual as pessoas ainda usam a madeira como telhas de construção é a beleza do material. Ele sempre foi considerado nobre na engenharia e na arquitetura, passando uma mensagem de nobreza aliada à simplicidade. Além disso, está ligada à natureza e a processos artesanais. Nos projetos que privilegiam o rústico, a madeira se torna um dos insumos mais valorizados.

No entanto, no dia a dia, há opções tão bonitas quanto a madeira com a vantagem de não apresentar seus inconvenientes em relação ao custo-benefício, à instalação e à manutenção. Por exemplo, as telhas metálicas apresentam diversos modelos com aparências distintas. Se utilizadas de forma criativa, podem oferecer à construção o aspecto rústico tão desejado em alguns projetos.

Resistência

Algumas madeiras são extremamente resistentes e podem suportar a ação do vento, da gravidade e de impactos intensos. No entanto, novamente, as desvantagens acabam prejudicando o material. Afinal, a instalação das peças deverá ser bastante cuidadosa, senão há um grande risco que elas se soltem na primeira tempestade ou ventania.

Quais as desvantagens de um telhado de madeira?

Você já reparou que é difícil encontrar telhados em madeira nas construções? Isso tem uma explicação: o material apresenta inconvenientes importantes.

Difícil instalação

As telhas de madeira geralmente não contam com entalhes para o encaixe entre as peças. Mesmo quando apresenta, eles não apresentam uma boa vedação. Então é necessário fazer uma trama bastante complexa para que as peças possam ser pregadas diretamente nos caibros e nas ripas.

Consequentemente, a estrutura fica mais pesada, o que demanda um reforço nas terças e nas vigas. Dessa forma, você gasta muito mais material. Além disso, o processo de instalação é muito lento, visto que centenas de peças pequenas deverão ser pregadas individualmente na sustentação.

Manutenção complexa

Mesmo assim, a principal desvantagem é a manutenção complicada e constante que precisará ser feita. De tempos em tempos, será necessário contratar um serviço de dedetização para aplicar repelentes de cupins. Em caso de infestação, pode ser necessário trocar todas as peças.

Além disso, por melhor que seja a qualidade do verniz da madeira, ele será lavado durante as chuvas. Assim, será necessária a reaplicação periódica. Por fim, se alguma peça se deteriorar, há um risco importante de você não encontrar reposição.

Afinal, a madeira para telhado ainda é uma boa opção?

Acreditamos que as telhas de madeira não sejam uma escolha tão viável atualmente. Há materiais muito mais modernos disponíveis no mercado e que trarão mais benefícios à construção. No entanto, se o cliente gosta muito de estruturas em madeira, você pode buscar uma solução intermediária com a utilização de vigas aparentes nos interiores.

No telhado, você poderá optar por telhas metálicas de materiais nobres, como o aço inoxidável, as quais também apresentam a simplicidade aliada ao requinte. Há opções mais “brutas” que se encaixam perfeitamente em projetos rústicos.

Por tudo isso, a madeira para telhado ainda é um material muito complicado de ser utilizado no dia a dia das construções. Sempre que um cliente demandar o seu uso, não deixe de explicar todos os cuidados e as desvantagens do material. Senão, no futuro, ele pode ficar bastante insatisfeito e culpá-lo pelo excesso de trabalho para manter as telhas bonitas e funcionais.

Você conhecia todas essas informações sobre as telhas de madeira? Não?! Então não deixe de informar os seus colegas e clientes ao compartilhar o nosso post nas suas redes sociais!

Smart contracts: entenda o que são e como eles se aplicam na construção civil

engenhheira assinando um contrato digital no tablet

Imagine um documento que faça negociações de maneira automática, sem que seja necessária a interferência humana e com alta segurança para todas as partes. Isso é a definição dos smart contracts, uma tecnologia que tem inovado as negociações e contratos.

O smart contract já é muito utilizado nas transações de moedas digitais, mas já existem empresas de construção que vêm usufruindo das vantagens desse documento digital. Quer saber mais sobre o que são os smart contracts e como eles podem beneficiar o setor da construção civil? Continue a leitura deste artigo!

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O que são os smart contracts?

Os smart contracts podem ser traduzidos como contratos inteligentes e são documentos legais em versão digital firmados entre pessoas e organizações para garantir o cumprimento de um acordo. No entanto, como esses contratos não podem ser perdidos ou alterados, a execução das suas cláusulas são automáticas e não necessitam de ação humana.

Com isso, esse documento virtual assegura que as negociações sejam mais seguras do que aquelas feitas em papel, graças ao arquivamento digital. Além disso, os smart contracts oferecem mais flexibilidade às operações, uma gestão mais fluida do que os procedimentos atuais de contratação e, consequentemente, a redução de custos.

Para que esse documento funcione com a devida segurança que é requerida, é necessária a utilização do blockchain. O blockchain é a tecnologia que assegura as transações de bitcoins, uma moeda virtual, registrando todas as operações realizadas com essa moeda e controlando o envio e recebimento de valores, sendo considerado extremamente seguro.

Ele funciona por meio do armazenamento dos registros em vários blocos criptografados, o que assegura a transparência, rastreabilidade e imutabilidade de todas as transações. O principal objetivo do blockchain é impedir que as moedas cheguem ao destino incorreto e que sejam utilizadas mais de uma vez.

Como funciona?

O primeiro passo para fazer um smart contract é redigir os termos adequadamente e registrá-lo no blockchain. Com isso, ele não pode mais ser alterado sem que todas as partes tenham consentimento. A partir desse momento, ele se torna um contrato válido e suas condições devem ser respeitadas. As etapas do contrato funcionam automaticamente, respondendo a eventos específicos e sem a necessidade de aprovação.

Como os smart contracts se aplicam na construção civil?

No setor da construção civil, os smart contracts e o blockchain apresentam diversas vantagens, pois a adoção dessas tecnologias na rotina dos gestores ajuda a evitar vários problemas como retrabalhos e desperdício de tempo e recursos, garantindo processos transparentes e potencializando a credibilidade das operações.

As aplicações para a construção vão desde controles de estoque, ferramentas e maquinário, até o gerenciamento dos índices de produtividade dos trabalhadores e o registro de condições ambientais. Nessa mesma linha, podemos listar outras utilidades, como:

  • controle de qualidade dos serviços;
  • controles tecnológicos;
  • registro do avanço da obra;
  • registro de acidentes e falhas;
  • rastreio dos insumos negociados com os fornecedores;
  • acompanhamento do pagamento por unidades ou etapas;
  • controle sobre registros de direitos, períodos de uso do imóvel, obrigações de não reforma e instalação de benfeitorias;
  • gestão interna de registros de imóveis.

Um exemplo prático da utilização do smart contract é quando a empresa realiza um pedido de material e formaliza a relação com o fornecedor por meio do contrato inteligente. Quando os produtos são entregues, o contrato é atualizado e libera o pagamento automaticamente, sem que seja necessário o envio de uma fatura e o envolvimento dos profissionais do setor financeiro.

Enfim, toda e qualquer operação de transação simples que está sujeita a interpretações subjetivas, erros e ilícitos pode ser substituída por operações automáticas, transparentes, rastreáveis, seguras e confiáveis. Tudo isso acontece com dados salvos na nuvem, o que possibilita o acesso remoto e em tempo real das informações disponíveis. Além de reduzir custos e otimizar os processos, a utilização do smart contract ainda diminui a burocracia.

Quais são os benefícios desse tipo de contrato?

São vários os benefícios que os smart contracts e o blockchain podem trazer para as organizações do setor da construção civil. Confira agora quais são os principais.

Precisão

Todos os termos dentro do smart contract são explícitos e evitam a dupla interpretação, impedindo qualquer erro de transação e trazendo mais confiança entre as partes envolvidas.

Transparência

Como o contrato é estabelecido com toda a segurança garantida pelo blockchain, ele pode ser acessado e revisado pela rede a qualquer momento, o que oferece transparência entre os envolvidos e evita qualquer contestação e desconfiança.

Velocidade

Os contratos são executados de forma instantânea sempre que qualquer uma de suas cláusulas são cumpridas, o que proporciona a redução de horas necessárias para fazer a mesma tarefa em comparação com um processo tradicional.

Segurança

A segurança dos documentos é verificada pelo blockchain, que é uma das tecnologias mais avançadas no momento em termos de segurança da informação. Além de evitar fraudes, a criptografia também bloqueia o acesso de pessoas não autorizadas ao seu conteúdo.

Eficiência

A agilidade e eficiência com que esse tipo de contrato atua é consequência da velocidade que ele realiza as transações e cláusulas, o que pode fazer uma grande diferença em muitos negócios do setor da construção civil.

Armazenamento

Como dito, os smart contracts são armazenados na nuvem e em diversos nós da rede e, por esse motivo, eles não podem ser perdidos e mantêm os registros passados. Dessa forma, contratos antigos podem ser recuperados com facilidade.

Menor custo

Manter cópias de contratos físicos requer que a empresa tenha muito espaço para armazenamento de arquivos à sua disposição, além de cuidados para manter a segurança dos papéis e custos de transporte, impressão e intermediários. Todos esses gastos e burocracias são eliminados em um smart contract.

Como você viu neste artigo, os smart contracts são uma grande tendência para o setor da construção civil e podem colaborar de diversas maneiras para a produtividade e segurança das informações. Esses documentos, além de diminuir a burocracia no escritório, oferecem mais produtividade para todas as partes envolvidas no contrato.

Se você ainda tem alguma dúvida sobre os smart contracts, deixe um comentário para que possamos ajudar!

Materiais de acabamento: o que considerar na hora da escolha? Entenda aqui

imagem 3d de uma casa com piscina

Escolher os materiais de acabamento traz incertezas para muitas pessoas, principalmente quando o orçamento já passou do planejado. Os pisos, telhas e esquadrias são muito importantes para a estética da construção, mas também para o conforto e praticidade dos ambientes.

Mais importante do que o preço das peças é a qualidade e colocação dos produtos, para que eles sejam resistentes e possam atender bem à função requerida. Quer saber mais sobre o que considerar na escolha de materiais de acabamento? Confira este artigo que preparamos para você!

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Quais são os principais materiais de acabamento?

A finalização de uma reforma ou construção envolve diversos produtos e materiais, como pisos, móveis, tintas, telhas, entre outros. Cada um deles requer uma atenção especial na hora da compra e instalação. Confira agora quais são os principais materiais de acabamento e os cuidados que eles exigem.

Madeira

A madeira pode ser utilizada tanto em móveis planejados como em revestimentos de pisos e paredes. Além disso, a maioria das esquadrias são feitas desse material. Um dos principais problemas relacionados a madeira é a presença de umidade, que pode danificá-la e provocar o aparecimento de mofo e fungos.

Por isso, é importante utilizar madeiras tratadas e próprias para áreas molhadas, no caso da instalação deste produto em ambientes como cozinha, banheiro e jardim.

Cerâmica

A cerâmica é um dos materiais mais comuns no revestimento de pisos e paredes de ambientes molhados. Ela influencia diretamente na estética do ambiente, mas também no conforto e praticidade dos usuários. Ao escolher esse produto, é importante verificar a resistência a riscos e quebras, bem como prestar atenção no acabamento e textura do piso.

No caso de ambientes frequentados por crianças, idosos e animais de estimação, é interessante evitar os pisos muito lisos e escorregadios, que podem gerar acidentes. Esses modelos também não devem ser colocados em ambientes molhados, como banheiros e piscinas.

Pintura

A pintura é essencial para a estética do ambiente e para proteger a superfície das paredes e do teto. A escolha e aplicação erradas da tinta pode resultar em pouca durabilidade da pintura, além de patologias como descascamento, fungos e bolhas.

Os tipos mais comuns de tinta são:

  • acrílica — é impermeável e mais resistente às condições climáticas;
  • látex — tem baixa resistência a lavagem, mas seca rapidamente;
  • epóxi — é a mais resistente e fácil de limpar e, por isso, são mais adequadas para cozinhas e banheiros.

Telha

Por fim, as telhas são elementos de extrema importância para a estética, segurança e conforto de uma edificação. A inclinação do telhado, facilidade de instalação e tipo de material desejado são apenas alguns dos pontos a serem considerados na escolha deste produto.

Como escolher materiais de acabamento adequados?

Como você viu até aqui, todos os materiais de acabamento dependem de alguns fatores para serem escolhidos, como o tipo de ambiente, preferências dos usuários, entre outros. Para facilitar ainda mais a sua escolha por esses produtos, separamos algumas dicas para não errar na hora da compra. Confira!

Faça um planejamento detalhado

Em muitos casos, a fase de acabamento fica com um orçamento mais apertado, pois as etapas iniciais podem apresentar certos problemas inesperados. Para evitar que isso aconteça, é importante fazer um bom planejamento antes mesmo da construção ou reforma, determinando qual é montante disponível para cada parte da obra, sem deixar nada de fora.

Caso você não tenha feito esse planejamento inicial, faça uma lista detalhada dos produtos necessários para concluir os acabamentos e veja o quanto pode gastar. Com isso, você consegue visualizar as prioridades do seu projeto e pode negociar os preços com os vendedores.

Priorize o custo-benefício

Ao escolher materiais de acabamento, lembre-se de que o preço não é a única característica a ser levada em conta. Pisos, bancadas, telhas e outros produtos precisam ser duradouros, seguros e confortáveis para os usuários. Com todas essas qualidades, o valor pode ser um pouco mais alto, mas o custo-benefício valerá a pena.

Alinhe estética e funcionalidade dos materiais

Em muitos casos, os materiais de acabamento são escolhidos apenas pela sua beleza, sem que seja levado em conta o conforto e a segurança. Em áreas molhadas, por exemplo, o piso deve ser antiderrapante para evitar acidentes.

Para os telhados, é essencial escolher materiais resistentes e que estejam de acordo com a inclinação e tipo de cobertura, garantindo que todas as telhas estejam perfeitamente colocadas.

Verifique a ordem de instalação

É fundamental para o andamento da obra seguir uma ordem de instalação, evitando, assim, que um serviço comprometa outro. Geralmente, o telhado é feito primeiro para proteger a edificação das intempéries. Logo após, são instalados os pisos e revestimentos, seguidos do forro, esquadrias, bancadas, entre outros.

Os detalhes finais como a instalação de móveis planejados e louças ficam por último, para não atrapalhar as outras etapas e evitar que as peças sejam danificadas com ferramentas e o tráfego de trabalhadores no local.

Escolha marcas e produtos de qualidade

A famosa frase “o barato sai caro” faz muito sentido quando o assunto é materiais de acabamento. A escolha dos produtos apenas pela faixa de preço pode exigir retrabalho e causar prejuízos para quem utilizará a edificação, além de trocas frequentes pela baixa resistência das peças.

Para não correr esse risco, opte sempre por marcas de qualidade e compre produtos em lojas especializadas no ramo, que oferecem materiais de primeira linha e com garantia de origem. Para ficar dentro do orçamento, fique de olho nos descontos oferecidos ao comprar um volume maior.

Na Regional Telhas, oferecemos as melhores soluções em telhas metálicas, termoacústicas rufos, cumeeiras e outros produtos e materiais relacionados, sempre utilizando as melhores matérias-primas do mercado nacional e internacional. Por isso, se a sua obra está em fase de acabamento, confira nossas opções.

Como você viu neste artigo, a escolha dos materiais de acabamento de uma reforma ou construção podem fazer toda a diferença no resultado final. Não esqueça de verificar a qualidade dos produtos e a melhor maneira de utilizá-los.

Você ainda tem alguma dúvida sobre a escolha de materiais de acabamento? Deixe um comentário para que possamos ajudar!

Como aliar estética e funcionalidade nos projetos de arquitetura?

imagem 3D de uma casa moderna

O que um cliente busca quando decide criar um projeto de arquitetura? Se você respondeu que ele procura uma forma de aliar estética e funcionalidade, saiba que você já entendeu como pensa a maioria dos brasileiros.

Há alguns anos, o CAU — Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil — realizou a pesquisa Percepções da Sociedade Sobre Arquitetura e Urbanismo e descobriu que, dentre as principais razões pelas quais os cidadãos contratam profissionais para executar seus projetos, estão a busca por segurança e conforto em seus ambientes, seguido pelo custo-benefício e viabilidade econômica.

Mas como aliar todos esses conceitos sem que um prejudique o outro? É possível? Continue a leitura para descobrir!

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Por que aliar estética e funcionalidade nos projetos de arquitetura?

Aliar estética e funcionalidade é essencial para criar um projeto arquitetônico bem-sucedido. Le Corbusier, grande arquiteto suíço e pai de teorias seguidas até hoje, já defendia, em seus 5 pontos da arquitetura moderna, a necessidade da existência de ambientes livres e fluidos, adaptados de acordo com as necessidades dos clientes.

A essência de Le Corbusier era otimizar ao máximo os espaços, liberando caminhos e dando novos significados a ambientes (como os terraços-jardim, que passaram a ser usados como espaços gourmet, áreas de lazer e ambientes de descanso).

O mais importante, aqui, é entender a importância de usar os conceitos sempre de forma conjugada. Enquanto o estético é o senso de beleza, o funcional é o senso de utilidade.

Como aliar estética e funcionalidade para criar ambientes perfeitos para a necessidade do cliente?

Vamos, então, à parte prática do assunto? A seguir, você confere 3 dicas para descobrir como aliar estética e funcionalidade na hora de criar e fazer o gerenciamento de projetos arquitetônicos, entregando resultados impecáveis ao cliente.

Ergodesign

Você já ouviu falar em ergodesign? O conceito, popularizado por Leong Yap, professor de design neozelandês, defende a criação de ambientes de harmonia, nos quais o espaço seja perfeitamente adaptado às necessidades do cliente. Em outras palavras, Yan defende a criação de projetos arquitetônicos que aliem estética e funcionalidade priorizando a experiência do usuário.

Para entender melhor como isso funciona na prática, daremos os nomes das principais companhias que adotam o conceito em sua rotina de criação de produtos, e, certamente, você captará a mensagem: Apple, Nokia e indústrias automobilistas são alguns dos principais adeptos do ergodesign.

Entendeu?

Trata-se de um esforço para criar produtos, projetos ou espaços que, além de carregarem consigo um valor funcional — seja o de um dispositivo móvel, de um carro ou de um projeto arquitetônico — ofereçam, também, uma boa experiência de utilização, seja por meio de um design adaptável, de funcionalidades tecnológicas ou de espaços harmônicos.

Equilíbrio é a chave

Outro ponto-chave para trabalhar estética e funcionalidade de forma harmônica é pensando no equilíbrio dos elementos.

A criação de um projeto arquitetônico que priorize iluminação e ventilação natural pode ser uma ótima oportunidade para aliar elementos funcionais e estéticos de maneira equilibrada, criando janelas amplas e modernas, por meio das quais a claridade seja canalizada com sucesso.

Outro bom exemplo de otimização de projetos é o uso de fontes de energia sustentáveis, como a energia solar. Projetos com viés sustentável também são oportunidades de ouro para fazer valer os princípios da estética e funcionalidade, já que, em geral, representam oportunidades de criação de projetos arrojados e focados no melhor aproveitamento dos recursos.

Escolhas inteligentes

Por último, mas não menos importante, está a importância de fazer as escolhas certas. Durante a criação de um projeto arquitetônico, avaliar cuidadosamente as características do local (como incidência de luz, tipo de solo, possibilidades de acesso, entre outros) e cruzá-las com os melhores materiais para aplicar ali pode proporcionar descobertas incríveis, que certamente agregarão valor à obra unindo estética e funcionalidade.

Vamos aos exemplos!

Você sabia que as telhas metálicas estão ganhando espaço na decoração? Isso porque o material, além de ter um inquestionável poder de revestimento, também apresenta outras propriedades, como resistência à oxidação e corrosão, como acontece com o aço inox, ou melhor soldabilidade, como é o caso do aço estabilizado.

Alguns materiais, como os aços termoacústicos, ainda podem ser aliados na criação de espaços com conforto acústico: uma forma de otimizar o uso de materiais e, de quebra, causar um efeito estético diferenciado!

As telhas translúcidas também são alternativas excelentes para unir estética e funcionalidade: se intercaladas com telhas convencionais, trazem um aspecto mais clean ao ambiente e, de quebra, captam a luz natural.

Como escolher os melhores materiais para o seu projeto?

Saber usar as diferentes propriedades dos materiais de construção em favor de projetos que aliem estética e funcionalidade é um grande diferencial. Entretanto conhecer a procedência de cada matéria-prima, bem como a qualificação dos fornecedores dos insumos, é essencial.

Por isso, separamos algumas dicas importantes para ajudar você a escolher um bom fornecedor para construção civil:

  • pesquise sobre a empresa antes de fechar negócio. Assim, você atesta seu tempo de existência no mercado e reduz as chances de cair em roubadas;
  • busque referências com colegas de trabalho ou empresas parceiras. Ouvir dos consumidores o que eles acharam do serviço pode ser o melhor termômetro para pautar uma decisão;
  • procure saber se o fornecedor escolhido oferece suporte técnico. Pode parecer irrelevante, mas contar com a consultoria de quem entende do assunto pode poupar muito tempo da equipe de obra na instalação e no manuseio de alguns materiais;
  • avalie a competência do fornecedor no cumprimento de prazos. Este é outro ponto essencial para garantir a sinergia do contato entre a equipe de construção e o fornecedor de materiais. Sabemos que a gestão de tempo é uma das principais preocupações de quem trabalha com empreitadas, e atrasos na entrega do material podem significar grandes impactos no cronograma do projeto, além de prejuízo financeiro.
  • prefira fornecedores certificados. O mercado de construção civil fornece uma série de certificações para atestar a qualidade do material oferecido (como a ISO 9001 e as ABNT NBRs específicas para cada tipo de telha, por exemplo).

Se você está buscando a melhor forma de aliar estética e funcionalidade em seus projetos, lembre-se de levar nossas dicas em consideração.

Se quiser um fornecedor confiável, certificado e com mais de 30 anos de história, pode contar com a Regional Telhas! Entre em contato com a nossa empresa para conhecer todas as nossas soluções para o segmento de construção civil.

Como fazer a gestão da qualidade na construção civil? Entenda aqui

Como fazer a gestão da qualidade na construção civil? Entenda aqui

A gestão da qualidade na construção civil é um conceito que surgiu para elevar os padrões das construções, desde a parte do planejamento do empreendimento até a entrega ao cliente. Oferecer um produto de qualidade não impacta apenas a satisfação dos consumidores, mas também gera economia, organização e a diminuição de retrabalho e de atrasos, que são os principais problemas encontrados nos canteiros de obra.

Quando os procedimentos e serviços são devidamente acompanhados e a equipe segue um padrão de produção, utilizando os materiais da melhor maneira, ocorre a diminuição do desperdício de tempo e de recursos, o que aumenta a produtividade e a qualidade da construção.

Se você quer saber mais sobre gestão da qualidade na construção civil e quais são os seus benefícios, continue a leitura deste artigo que preparamos para você!

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Qual é a importância da gestão da qualidade no canteiro de obras?

A gestão de qualidade na construção civil é uma ferramenta que busca padronizar os processos e serviços para melhorar a produtividade e o resultado final dos empreendimentos. Ela é amplamente utilizada como um instrumento para atender as expectativas dos consumidores quanto aos serviços oferecidos por determinada empresa.

Existem normas que auxiliam a elaboração e aplicação de um bom controle de qualidade, como a ISO 9001 — certificação que garante os mais altos níveis do sistema de gestão de qualidade, com reconhecimento nacional e internacional.

Ter um bom controle de qualidade em uma obra garante que todas as atividades serão feitas de maneira sustentável, com o melhor uso dos insumos e recursos, além de aumentar a produtividade dos trabalhadores sem prejudicar sua saúde e segurança.

Quais são os benefícios dessa ferramenta?

A gestão de qualidade na construção civil traz vantagens para as empresas de construção, que podem diminuir seus custos e prazos, mas também para os consumidores, que vão usufruir de um empreendimento de alto padrão.

Confira agora quais são os principais benefícios do controle da qualidade.

Redução de custos e desperdícios

Apesar de exigir alguns investimentos, a gestão da qualidade na construção civil torna a obra mais eficaz quando identifica e aprimora todos os processos produtivos e fluxos que envolvem os consumidores, os fornecedores e os parceiros. Além disso, monitorar o andamento das atividades reduz as chances de erros, retrabalhos e desperdício de tempo e de recursos.

Aumento da produtividade

Para ter uma boa gestão de qualidade, a organização deve atender a uma série de normas técnicas, que são elaboradas para garantir um certo padrão do produto final e para definir as tarefas que cabem a cada colaborador. Isso faz com que os pontos fracos e gargalos da produção sejam identificados, o que aumenta a produtividade e uniformiza os serviços.

Eficiência no controle de processos

A gestão da qualidade na construção civil visa mapear e documentar toda a produção, o que possibilita uma visão clara das características mais fortes e dos desafios que a organização enfrentará para aumentar o seu desempenho. Por esse motivo, o controle de processos é uma ótima forma de melhorar a performance do negócio, impactando a satisfação dos clientes e a competitividade no mercado.

No mais, o controle de processos faz com que as experiências de cada trabalhador sejam repassadas para os demais integrantes da equipe, evitando que o afastamento de um colaborador prejudique o andamento da produção. Isso também impede que o conhecimento técnico se perca e facilita o treinamento de outras pessoas para a mesma função.

Como fazer a gestão da qualidade?

A gestão da qualidade na construção civil deve começar com a avaliação dos atuais processos e atividades da construtora. Provavelmente, algum controle de qualidade já deve existir em algum nível, mesmo que de maneira informal e inconsciente. No entanto, é necessário saber quais são os principais pontos que precisam ser melhorados para aumentar o padrão dos serviços.

Depois dessa avaliação, deve-se definir o sistema de gestão de qualidade e as prioridades da empresa para o futuro, elegendo os responsáveis por cada etapa e os principais tópicos que serão abordados. Essa fase é seguida pela determinação das metas e seus indicadores.

As metas são relacionadas à obtenção da qualidade em si, mas também aos objetivos que precisam ser alcançados por meio do controle dos processos. Já os indicadores são os responsáveis por confirmar se a meta está sendo atingida. Por exemplo, se a meta é aumentar a produtividade da equipe, o indicador pode ser a comparação entre o volume de produção anterior e a produtividade depois da gestão da qualidade.

Com as metas e os indicadores estabelecidos, é possível prosseguir para a realização de treinamentos e a busca de melhorias para os pontos fracos encontrados. A qualidade na construção civil não acontece da noite para o dia, sendo necessários investimentos na capacitação dos trabalhadores e gestores do negócio.

Além disso, é essencial informar a importância da gestão da qualidade para que as novas recomendações sejam seguidas pelos funcionários. O ideal é que todos os serviços sejam padronizados executados de maneira semelhante.

Uma boa maneira de ter certeza de que tudo está de acordo com o planejado no sistema de gestão de qualidade na construção civil é a realização de auditorias. Elas devem acontecer periodicamente e abordar todos os detalhes possíveis, analisando o que tem sido feito e gerando um relatório com as sugestões de melhorias que surgirem.

Por fim, o controle de qualidade deve sempre passar por revisões, e o acompanhamento dos processos é de extrema importância nesse caso. Alguns detalhes como a escolha da mão de obra e dos materiais que serão utilizados no empreendimento podem fazer toda a diferença no resultado final. Por isso, não deixe de dar atenção para todos os setores e fases da construção.

A gestão da qualidade na construção civil tem o poder de eliminar problemas ao diminuir os desperdícios, aumentar a produção e reduzir os custos. Com isso, é possível se ater ao cronograma, garantir uma boa colocação no mercado e fornecer um empreendimento de qualidade aos consumidores.

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